sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

mor em minúscula - ano novo

"FALTAVA UM SUSPIRO para que um ano acabasse e começasse outro. Invenção humana para vender calendários. Afinal de contas, decidimos arbitrariamente quando começam os anos, os meses e até as horas. Organizamos o mundo como queremos e isso nos deixa tranquilos. É possível que, sob um caos aparente, o universo tenha, apesar de tudo, uma ordem, Mas sem dúvida não será a nossa"
(Francesc Miralles - Amor em minúscula)

Bem, eu ainda não li o livro todo, mas quem sabe agora em 2011?
Feliz ano novo, pessoal! Que seja cheio de amor e todas aquelas coisas que desejamos tanto...

Beijo, beijo, beijo
Gi.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Climático...

Sai sem deixar notícias,
Abandonei as frases passadas, esqueci-me das pessoas queridas.
Deixei para trás o passado e caminhei de olhos fechados,
Cheguei a ponto algum a algum o tempo não me levou a outro lugar.
Gosto de me fechar em meu tempo, de deixar meu tempo passar,
Vejo as nuvens que se movimentam no céu, o sol que brilhava dá lugar a água que começa a cair...
A noite chega de maneira impetuosa... forte!
Minha chuva interior...
Meu céu totalmente encoberto...
Minha vida nesta eterna metamorfose...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Como matar a saudade...

Contei minutos de um dia que não passava nunca... Anciedade, saudade que explodia, expectativa.
Cheguei 20 min. antes como já era de se esperar, sentei e esperei.
Quando vi o carro, lembrei como se fosse ontem e levantei indo em sua direção.
Ela me viu e sorriu. E foi como se seu sorriso completasse os espaços vazios, como se não existisse uma lacuna de um ano a ser preenchida, como se fosse ontem...
Sentamos e conversamos. Sem intervalos, sem pausa para pensar no que seria dito. Uma conversa fluida como só os amigos são capazes de ter. Me pergunta que eu respondo, toca no assunto que desato a falar... Ri um pouco, se emociona... Segue em frente, muda de saco para mala... Papo continua...
Espio o relógio na esperança de que o tempo continuasse no ritmo do restante do dia, mas ele tirou o atraso... resolveu trabalhar quand o dia começava a ficar bom.
Carona pra casa, conheço a mãe dela com quem troquei mil mensagens durante o ano e as palavras ganham voz e movimento, continuo encantada.
Amo as amizades assim, simples, feitas de um entendimento nato, um entendimento que se encontra nos olhos e nos sorrisos antes de chegar as palavras.
O tempo passou rápido demais e entre todas as perguntas uma continua me precionando:
Como se mata a saudade?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sobre envelhecer

Perguntaram-me se tenho medo de envelhecer e fiquei muda.
Envelhecemos lentamente a cada segundo. Uma célula morre e a capacidade em repô-la fica comprometida.
Sei que meu relógio do tempo anda meio estragado e me mantém um pouco criança, mas chegará um momento em que cobrará os anos em atraso. É um fato.
Não me amedronta deixar que o tempo leve meus cabelos casanhos e os substitua por fios de prata,
Também não me estremesse saber que aos poucos perderei a vivacidade de meus olhos e a força de minhas passadas.
O que me dá medo são os olhares...
Pena, compaixão, insegurança...
O mesmo tipo de olhar que me pego tendo em alguns momentos.
Se em anos passados os cabelos brancos despertavam em mim o respeito, hoje penso apenas que escondem um passado.
O mesmo tipo de passado que meus olhos esconderão um dia. O tipo de coisa que a juventude sempre pensa que os velhos não seriam capazes de fazer...
Envelhecer não me dá medo...
Me aterroriza!

beijo, beijo, beijo...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Palavras...

É interessante como nos desnudamos nestes sítios, como nos despimos em palavras, como escrevemos aqui coisas que os lábios muitas vezes não tem coragem de dizer.
Me revelo nestas linhas, me reinvento em versos e deixo que o coração guie os dedos sobr o teclado.
Faço amizade com quem jamais vi o rosto e me apaixono pela habilidade poética, ou pelas histórias que contam.
Eu e minha particular relação com as palavras, me identifico com os iguais a mim, conheço suas camadas profundas e lhes revelo as minhas sem nunca termos trocado um olá.
Me prendo neste mundinho, me embolo na rede e me maravilho com os lugares onde posso estar. Faço planos de pisar em alguns deles...

beijo, beijo, beijo...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Aquela amiga...

Hoje o que me move é saudade, o que me move é expectativa, o que me move é a espera.
Aguardo anciosamente que meu telefone toque e ouça a voz familiar de que sinto tanta falta.
A amiga que deixou a cidade, a quem dei meu apoio sabendo que sua falta só me faria sofrer...
Vejo em fotografias que está bem, paro de vê-las porque machuca-me a saudade.
Tão diferentes... Tão forte o carinho que revelou-se em tão curto tempo.
Quero minha amiga ao meu lado, mas quero acima de tudo, saber que está feliz.

Saudade de ti Pauli, muita saudade de ti.

beijo, beijo, beijo...
Gi.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Reticências e Interrogações

Me vejo ilhada entre reticências e interrogações.
É que meus pensamentos se perdem em perguntas e minhas respotas deixam um espaço a ser preenchido...

As coisas que deixamos de ver

Caminhei como faço quase todos os dias em direção ao trabalho.
Se ainda fosse pequena me encantaria com os enfeites nas ruas e abriria a boca assustada com papais noeis, luzinhas e decoração algumas vezes exagerada.
Meu pensamento vagou inútil até a lembrança de um twitt que li no final de semana. "levar as crianças para ver as luzes no centro". Lembrei de quando era pequena e meus pais me levavam para ver o presépio em frente a prefeitura. Era algo tão simples e tão impressionante, tão maravilhoso de se fazer quando se tem oito anos e pode-se andar de mãos dadas com as duas pessoas mais importantes de nossas vidas...
Hoje os sentimentos se modificaram, perdi a inocência infantil, deixei de ver com encantamento, meus olhos acostumaram-se e já não se deslumbram mais...
É uma pena perceber que deixamos de ver...

beijo, beijo, beijo
Gi.

sábado, 27 de novembro de 2010

???

Quantas batidas são necessárias antes do amor entrar?
Quantos são os sorrisos? Quantos toques?
Quantos dias para que sequem as lágrimas?

Quanto tempo leva para que se curem as feridas, e o coração volte a funcionar?
Quantos lábios é preciso provar antes de perceber que já esqueceu?

?   ?   ?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

All Star

Esta imagem ainda irá se tornar minha marca...

Esperei tanto pelo novo par de pisantes... Não via a hora de calçá-los por aí...
Um porre ser a última a fazer aniversário... Bea, Bella, Jejê, Juju, Deisi, todas andando com seus tênis personalizados e eu esperando. Vendo um mais lindo que o outro, sem saber como seria o meu.
Quando cheguei em Curitiba, já fui logo perguntando: "E meus All Star?"
Eles estavam lá. Em um pacote semi-aberto que fui logo largando em um canto enquanto tirava os Adidas para calçar o novo par.
Meus tênis divertidos, cm fusquinhas e letras, com as palavras com que minha tia me definiu...
Ele chegou...
Estou dividida entre jamais tirá-lo dos pés, ou cuidar para não "gastar"

beijo, beijo, beijo
Um especial pra tia Jô.
Gi.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O último ano da década (parte 1)

Há exatamente uma semana, uma amiga brincou que eu estava entrando no último ano da minha década de vinte. A verdade é que meu aniversário chegou novamente e eu agora bato à porta dos trinta, sem saber exatamente o que fiz até aqui e não fazendo idéia do que fazer, partindo desta data.
Se para alguns parece que já fiz o suficiente para uma vida, tenho para mim, que ainda nem comecei.
Ok, eu escrevi um livro... E sim, eu me formei engenheira... É você está certo, estou cursando uma nova faculdade...
Mas existe um ponto em que minha vida deixa de ser marcada pelos acertos e destacam-se meus erros.
Não gosto muito de pensar no "e se" e "poderia". Mas eles aparecem e geralmente não trazem boas notícias. É porque vemos como melhor o que é apenas diferente e não nos acostumamos de outra forma.
Não posso dizer que as escolhas tenham sido sempre minhas, mas as que realmente mudam os caminhos, bem estas foram. E se em um momento tenho a certeza de andar por paragens seguras, em outros circundo um precipício com meus all star surrados (correção: All Star novos pintados pela tia Jô) e minha falta de coordenação motora.
São quase trinta anos, de aventuras e caminhos traçados com giz colorido, para que a água da chuva seja capaz de lavar. São quase trinta anos que escorreram por meus dedos enquanto eu me distraia com jogos, esportes e outras coisas que as crinaças costumam gostar.
Eu cai no último ano desta década, mas tenho a triste consciência de não fazer idéia de onde foi colocado os outros 90% dela...
Quem sabe seja a hora de modificar a história que já escrevi uma centena de vezes...

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Este nós usamos para gravar

Texto: tempo




Peça ao tempo por mais um tempo;

Um tempo para estar com os amigos;

Tempo pra andar ao sol;

Tempo para se deixar levar...

Peça ao tempo por mais um tempo;

Para ler um livro,

Respirar ar fresco,

Para se jogar...

Peça ao tempo por mais um tempo;

Para deitar na grama;

Para não deixar passar...


beijo, beijo, beijo

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

...

A vida se revela em palavras que não quero ler.
O ser humano comete erros, decepciona e não pode voltar atrás.
Hoje estou assim, um pouco sem entender esta coisa estranha aconteceu.
Meio surreal pela maneira, triste e difícil de acreditar.
Quero digerir as novas informações que recebi pela manhã...
Quero acreditar que tudo ficará bem...

beijo triste
Gi.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

segundo texto que não usei.

Texto: Cores


A vida é da cor que você pinta...

Você pinta de laranja os dias ao sol,

Pinta de verde os passeios no parque;

Pinta de amarelo o encontro com os amigos...

Você guarda os momentos e pinta os caminhos;

O dia que tirou dez, você pinta azul;

Pinta de vermelho a grande paixão;

Pinta de todas as cores aquele sorriso...

A vida é da cor que você pinta...

beijo, beijo, beijo
Gi.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sobre as maneiras de escrever...

Meio estranho escrever o texto pedido, as palavras que alguém desejou ler.
Eu que me acostumei a escrever a mim mesma, que curto um ritmo frenético, louco, esquecendo-me dos pontos propositalmente, colocando as palavras em corrida, meio que cuspidas da boca...
Eu reaprendendo a escrever, modificando minhas maneiras... Fazendo de outros tipos...

Tem dois meses que topei o desafio, dois meses que venho aprendendo. Estes dois meses me afastam desta realidade que criei e me levam a uma nova, cheia de novos desafios e outros sonhos. Se por um lado sinto as dificuldades de quem está começando, por outra experimento o sabor de cada pequena vitória e curto todos os momentos.

Peço desculpas por não ter estado por aqui, mas espero que compreendam minha falta de tempo...

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O presente


Hoje recebi o mais belo presente em muito tempo. Chegou pelo correio o livro da minha amiga Bela. Uma amizade virtual que está do outro lado do oceano e chegou hoje, bem quando eu precisava de um carinho. Desde a capa o livro já é lindo e não sei se são as palavras escritas pela mão da amiga, mas a verdade é que meu coração ficou em outro tom e dentro dele agora mora esta nova história que apenas sua chegada aqui já é uma história a ser contada. Neste final de semana pretendo me sentar com ele e desfrutar de sua história que parece tão linda quanto a capa.

Depois do feriado retorno o carinho e mando a ela a historia que deu nome ao blog...

beijo, beijo, beijo...
Em especial a amiga Bela,
Gi.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Texto para aula n.º 3

Tem três minutos e vinte e nove segundos a música que você mais gosta;


Quase duas horas o filme com seu ator preferido;

O gol do título, você viu aos 44 minutos do segundo tempo...

São seis horas de sono antes de você acordar...

Aproximadamente 4000 horas de estudo antes de se formar...

9 milhões quatrocentos e sessenta mil e oitocentos minutos foi o tempo que você viveu antes de ganhar aquele presente...

Champion todo o tempo com você.

Beijo, beijo, beijo,
Gi.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Discurso para a velha maluca

Ok, antes de mais nada, vou explicar: Nosso prédio tem muita gente legal, a maioria ne verdade, e toda esta gente concorda que esta senhora é louca ou qualquer coisa do gênero. Ela aparece sempre na lavanderia e já travou verdadeiros embates com outros moradores porque acha que sendo proprietária tem mais direito que os outros, e ela nem mora aqui! Então todas as quintas-feiras, qdo tenho que lavar a roupa travo um diálogo interno me preparando para o caso de ela desejar tirar minhas roupas da máquina e dar piti.

- Oi? (eu digo com cara simpática). Puxa a senhora quer usar a máquina? Espera só um minutinho, eu já estou terminando aqui... (ela tenta falar algo, eu continuo). ... É só o tempinho de terminar aqui, a senhora não precisa se preocupar porque eu já sei que és meio maluca e Deus me livre, arrumar confusão com gente doida, longe de mim... (velha com cara de besta, nunca imagino ela me batendo, mas segundo relatos pode acontecer). Esta coisa de proprietário é engraçada a senhora não acha? Porque veja bem, eu pago meu condomínio, em dia! Todos os meses eu pego o boleto, aluguel e condomínio e pago juntamente com as outras contas porque não quero nem pensar em ser discriminada por não ter um apartamento. Então para tornar a situação mais linear eu pago as contas! Legal né? E esse negócio de pagar as contas me dá o direito de usar a lavanderia como qualquer morador. Aí, para não atrapalhar os outros eu marco naquele papel (aponto o cataz com os horários de cada morador), o horário que posso lavar roupa e a galera realmente respeita! (enquanto isso a máquina continua batento, a velha a minha frente com cara de bocó). Bem, mas isso é porque eu não tenho um apartamento, porque se eu tivesse poderia chegar aqui e mandar em qualquer um e fazer da zeladora minha empregada pessoal. E eu poderia nem morar aqui, poderia emprestar meu apê para alguém e trazer roupas de toda a minha rua para lavar aqui (tem gente que acha que a doida faz isso). Não seria maravilhoso? Um mundo em que eu pudesse dar piti e atacar os outros? (a máquina termina e eu vou colocando minha roupa no cesto). Pois é, eu sei, ser dona do próprio apartameto seria uma delícia, mas eu pago minhas contas então nossa situação é mesmo... linear? (sorrio pegando meu cesto e indo para a escada).

Pensar sobre isso sempre me faz bem, mas acho que se eu realmente encontrar a louca, desligo a máquina rapidamente, coloco tudo molhado dentro do cesto e sumo escadas acima. Tudo bem que meu cabelo não é uma maravilha, mas não faz parte dos meus planos me tornar careca.

beijo, beijo, beijo
gi.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sobre um par de galochas...

É isso! Quero um par de galochas! Cansei de molhar meus tênis nas chuvas de Blumenau e iniciei a pesquisa pela net. Logo compro o par dos divertidos calçados e me livro dos pés molhados!
Bem, está certo quem sabe eu logo me esqueça deste pequeno desejo de consumo, mas não sei. Nunca fui fashionista, nunca me liguei em moda, mas nã gosto do desconforto das meias úmidas e nestes dias de sol/chuva isso tem me tirado do sério.
É verdade, dei uma parada no texto e o twitter d prefeitura acabu de avisar sobre o dia de amanhã, sol com possibilidade de chuva... Tenho que caminhar até o estúdio e já vou me preparando para o banho... Coisa chata!
Sexta (se ainda lembrar) vou ao centro e procuro as ditas...

beijo, beijo, beijo
Gi.

domingo, 17 de outubro de 2010

Do que são feitas as amizades...

De momentos...
Alguns bons,outros nem tanto;
De abraços e discordâncias, de dias, noites e madrugadas;
São feitas de carinho sincero e preocupação, como se de algum modo fosse lógico importar-se tanto.
Amizades são feitas de sorrisos, sustos e brincadeiras, de caminhar junto, mas pensar separado que é para dar tempero a todo o resto.
Amizades são feitas de ironia e sarcasmo e confidências..
Amizades  feitas de todas estas coisas que fazemos sem gostar e do que fazem por nós.
Amizades são feitas de saudade,
Amizades são feitas de carinho,
Amizades são feitas do que há de melhor em nós.

beijo, beijo, beijo...
Gi.

sábado, 9 de outubro de 2010

saudade...

Queria escrever sobre um livro, uma música ou um CD. Queria escrever sobre qualquer coisa que estivesse ao lado, mas não dentro de mim. Escrever sobre banalidades como o clima o trânsito ou futebol. Só não queria escrever sobre o que se passa por aqui...
Estou cansada dos julgamentos, cansada mesmo, acredite. Não é da boca para fora.
Em minha boca os palavrões dançam, e as vezes me esforço em não deixá-los escapar...
Mas quer saber? Antes fora que lá dentro - Penso então com um dar de ombros mau-educado antes de deixá-los sair...
Merda, Droga, Ca... (bem este é feio demais para deixá-lo escrito por aqui)...
E em um sábado à tarde depois de devorar um sanduíche sozinha e deixar de lado o trabalho que deveria estar fazendo só posso pensar na saudade que tenho e na falta que me fazem os sorrisos que estão distantes...

Jaque, Déia, Marília e Moniquinha...
Saudade hoje dói.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Véspera de feriado...

Cá estou eu em uma sexta-feira à noite em meu último terço da jornada diária...
A perspectiva de um final de semana prolongado me anima, e até mesmo saber que terei tempo de fazer o trabalho chato de produção é melhor do que a certeza de não poder entregá-lo e Deus que me livre de ter que fazer qualque uma destas matérias novamente... E não é que não seja divertido, na verdade até é bem tranquilo, mas já pensou perder um semestre todo? Nem pensar... O lance é se concentrar e escrever o artigo logo de uma vez para não ficar maluca na outra semana... Mas deixando pra lá o assunto chato (que pretendo começar a resolver ainda esta noite) vamos falar da arte boa...
Vou ter tempo de escrever um pouco, trabalhar nas histórias que andam rondando minha cabeça... Quem sabe colocar algum post mais criativo por aqui, assistir uns seriados de TV, dormir até mais tarde e olhar o céu de noitinha da minha sacada... É , eu sei, a cidade está uma loucura com a oktober e eu só quero relaxar... Sou mesmo assim, não curto os grandes movimentos, não existe maneira de eu me sentir mais sozinha... No outro final de semana, quem sabe eu apareça no parque, para ouvir contrariada a cansativa musiquinha e beber um chopp de vinho porque ninguém é de ferro!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Tenho andado...

Colocaria aqui a canção que diz "tenho andado distraído...", mas o computador se recusou a entrar no site da letra...
Quem sabe nem seja verdade, quem sabe seja apenas esta frase, sobre indecição e impaciência, não sei...
Estou cansada também, trabalhando mais do que era de costume nos últimos dois anos, com aquele sentimento de cansaço e satisfação... Mas bem, não deixa de ser cansaço..
Ainda estou me adaptando a esta nova realidade em que faço mais coisas que adoro e portanto fico menos tempo em casa, tenho um menor número de horas livres, e, escrevo menos por aqui... espero mesmo que me perdoem e não me abandonem...
Para completar minha saga diária hoje iniciei no Pilates. Todos achavam que eu não gostaria, mas gostei. Sai de lá leve e relaxada, se não tivesse que trabalhar iria todos os dias!
Ainda me organizarei para ir duas vezes na semana, mas por enquanto terei que me contentar em ir uma vez só...

beijo, beijo, beijo...
Gi.

sábado, 2 de outubro de 2010

...e

Estranho como as vezes preciso tirar tudo do lugar, para reencontrar quem sou.

Removo os livros da estante, tiro as revistas do lugar, jogo coisas que não uso mais com um certo sentimento de culpa, como se com a revista Mtv e o chaveiro antigo também fosse para o lixo uma parte de mim.
Tiro o pó que a um tempo vem me incomodando e me incomodo com o que não é tão simples resolver.
Eu protelo as pequenas despedidas e assumo que tenho dificuldade em deixar o tempo passar.
Modifiquei minha vida tantas vezes, foram tantas curvas no caminho... Tantas possibilidades e decisões tomadas... Coisas que não tem mais volta... Já nem sei se gostaria de voltar...
Cansada de colocar a máscara com o sorriso, mas já mostrei muito por hoje;
Quando amanhã chegar interpreto meu papel por mais um tempo... Até que outra semana termine...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que fazer...

O que fazer quando depois do beijo ele lhe diz que esperou muito por isso?
O que fazer se o amor recebido é maior, bem maior do que desejavas,
O que fazer se quando vocês ficam sozinhos ele confessa que faria qualquer coisa, e diz em seu ouvido que ainda lhe ama, que apesar de tudo que você fez, que apesar de tê-lo feito esperar por tanto tempo ele ainda lhe vê como a garota por quem se apaixonou na adolescência, a menina que fugia e brincava com seus sentimentos...
O que fazer se tudo parece tão errado, se o beijo não lhe despertou mais que um carinho terno se o seu coração está em outro lugar e seus pensamentos em outros lábios...
O que fazer quando a noite termina e você precisa voltar para casa, se leva contigo os controversos sentimentos de alívio e culpa. Se tens a certeza de que o último passo será apenas sofrimento, que mais uma vez o fez sofrer...
O que fazer quando em eu íntimo confias que esta era a única forma, que precisava mais de exorcismo que de amor, que em sua necessidade agoísta apoderou-se do carinho oferecido e fez... Mais por desejo, por necessidade de mostrar ao mundo que poderia...
O que fazer se quando outros lábios lhe chamaram você foi... Se deixou ser pisada mais uma vez...
O que fazer se depois de fazer sofrer, você também sofreu, se chorou depois de fazer chorar, se o arrependimento bateu tarde demais...
O que fazer se depois de tanto tempo, um dia você se pergunta como teria sido, e descobre que poderia ter lhes dado a chance de construir algo melhor que uma história triste...

Dois beijos, um algo mais...
Gi.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Citação

“Quanto a mim, sigo aqui nesse meio de vida, meio sem rumo, meio escritora, meio atriz, meio casada, meio feliz, meio sem terra, sem laços, com meios amigos, meio fechada para dentro de mim.” (Maitê Proença – Uma vida inventada)
Bem, eu não sou atriz, nem casada e meus amigos são bastante reais e inteiros, mas de resto...

Um beijo,
Gi.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

sobre o que hoje ganhei

Queria um sopro carinhoso na têmpora, para espantar a saudade o cansaço e esta triste sensação de que algo anda fora de lugar...
E ao pensar assim, culpo-me. Sinto-me egoísta e culpada por desejar mais quando a vida tem me dado tanto. E me repito a valorizar minha família e meus amigos, que são os únicos bens dos quais jamais seria capaz de me separar.
Bom saber que tenho ombros disponíveis para quando a vergonha for vencida e eu tenha coragem de chorar, bom saber que em meu caminho estão estes "seres" tão humanos, com um pouco de anjos que lêem as linhas que ainda não tive coragem de escrever, bom saber que quando meus olhos pesam e minha mente prega-me peças, tenho ao meu lado o sorriso que me devolve a lucidez.
São poucas as coisas das quais me orgulho, em minha história os "grandes feitos" não se fazem presentes, mas eu, com meu jeito semi-doida conquistei mais amigos que amores e enquanto uns nos abandonam os outros nos dão a mão...
Não posso aconselhar sobre o amor romântico, ainda não aprendi a compreendê-lo, mas sei sobre a amizade, sei ao lado de quem devo estar, que as vezes é necessário calar, que é preciso ouvir e que não me cabe julgar, mas sorrir e abraçar...
Não, eu não sei muito da vida e não tenho grandes desejos...
Hoje eu só queria um sopro carinhoso, mas ganhei um sorriso e me senti parte...

Amizades são assim... eu acho, nos fazem bem em apenas sorrir...

Um sorriso aos amigos, abraço forte aos que me fazem falta, um beijo ao vento para que deles se apossem aqueles que moram em meu coração...
Gi.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ela



É quase ultrajante que seja de tão fácil modificação enquanto finca-se em suas teorias e mesmices. Seus tipos cheios de soberba sempre que lhe falta sabedoria.
Não é como se fosse sempre triste, mas sabe-se ao olhar seus olhos que não é totalmente feliz.
Viu quebrar-se algo dentro de si aos treze anos e ainda coleta os pedaços na esperança de um dia recompor-se.
Quase não derrama as lágrimas, mas em seu peito chora oceanos de coisas não vividas e tristezas que o tempo ão foi capaz de apagar.
Não. Não é fácil ter treze anos, mas ela não sabe disso. O que sabe é sobre o medo de perder a mãe, sabe sobre a sombra paterna em que viu transformar-se seu pai. Seu herói que perdeu a capa, mostrou acabados seus poderes e ficou sendo apenas o homem comum.
Ela sabe sobre levantar-se cedo demais e dormir consciente de que ao seu lado um mundo desmorona-se lentamente... Tem tanto medo!
Ela sabe sobre as suas verdades, sabe sobre o que reclama seu peito quando a noite se aproxima.
Ela sabe também sobre o triunfo da vida, mas isso quase todos sabem, quase todos veêm e nada tem a ver com ela, mas com a mulher que conseguiu sair com a vitória.
E ela que sorri quase todo o tempo, que brinca com os mais novos como se não tivesse idade alguma, que se esconde em palavras, em desenhos sem nexo, e na música que gosta, na que não consegue gostar.
Ela que consegue ser naturalmente engraçada, mesmo estando tão distante, tão longe do que os olhos são capazes de ver.
Ela que foi julgada e rotulada...
Que muitas vezes ficou sem entender e que decidiu esquecer...
Ela que não quer mais ouvir como deveria ser.
Ela que fez mais coisas que seu rosto pode contar, mais do que pode lembrar, mais do que seria aconselhável rememorar...
Ela que agora modifica-se novamente, que começa a ver com mais clareza, ou que esconde-se em um buraco ainda maior...
Ela que escreve agora, ela que se reescreve quase toda hora.

Um sorriso, dois beijinhos...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Um dia...

Um dia ainda irei escrever bem o suficiente,
Um dia as palavras não irão faltar e meu computador não andará a comer letrinhas que já digitei.
Um dia terei a poética perfeita, e minhas palavras terão o poder de levar a outros lugares, conduzir a história e inspirar aveturas.
Um dia terei inspiração para a melhor personagem, e criarei o cenário perfeitamente imperfeito que cativará  leitor...
Um dia deixarei de sonhar, para tornar o sonho realidade...

beijo, beijo, beijo
Gi.

sábado, 18 de setembro de 2010

Fazendo o balanço...

A pouco ouvi uma canção, li um ótimo texto, ri com minha  irmã e uma amiga realmente querida... Agora penso no balanço. Pode ser que minhas palavras sejam ditadas por um sentir-se embriagada, mas não sei se é pela bebida doce de mulherzinha ou pela alegria em perceber minha sorte. Poucas pessoas podem dizer que fizeram o que eu fiz. Nem todo mundo desceu de rapel (mesmo com muito medo), nem todos mantém amigos de infância e continuam a fazer mais amigos, nem todos tiveram a chance de recomeçar.
Eu fui uma criança sapeca, brinquei de bola, andei de "bike", patins e carrinho de rolimã (este ainda guardo com muito carinho). Fui à escola, fiz birra, passei de ano (por muitos anos) sem me preocupar com notas ou em estudar. Devorei vários livrinhos em uma tarde, assisti Lucas Silva e Silva no mundo da lua e dancei. Mesmo sem o mínimo de coordenação motora.
Masquei chiclete até uns dez anos, quando peguei nojo. Acabei com pacotes de biscoitos em um dia. Acampei sempre que tive vontade, e raramente me estressei com o pensamento dos outros. Fiz quase tudo que tive vontade e as vontades que guardo ainda posso realizá-las desde que continue lutando.
Tive algumas histórias mal resolvidas, me iludi em alguns momentos, e teve um tempo em que gostei mais de poesia do que de mim mesma, mais das palavras que da vida, mais das tristes figuras que de corações reluzentes.
Eu com meus altos e baixos, tive ao meu lado pessoas incríveis, que me ensinaram quando achei que não tinha mais o que aprender, e me levaram nos ombros quando quis me perder.
Fui referência para alguns e deixei irados a outros. Me sujei de lama, dormi ao relento, vivi aventuras em companhia dos melhores sorrisos e guardo cada um deles com mais carinho do que saudade.
Se por um tempo eu lutei por causas perdidas, hoje me habituei, não a esquecê-las, mas a ter calma ao tentar resolvê-las. Aprendi com meu pai a ter paciência e com minha mãe a não esquecer.
Aprendi com meus amigos que não devemos desistir de quem amamos, que devemos dizer a eles o que sentimos, que uma gentileza pode ser simples para quem recebe, mas conforta o coração de quem faz.
Aprendi mais e ainda estou aprendendo, vivi muito e continuo fazendo. As vezes demasiadamente feliz, outras com aquela angústia que aperta o peito. As vezes ao lado, as vezes distante, na maior parte do tempo com carinhosa saudade.

Abraço saudoso em meus pais, beijo estalado aos amigos, aos amores ficam os olhos que ainda podem dizer mais.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Pizza, batida e sorrisos

Hoje é sexta-feira, dia de pizza, batida de chocolate (que minha mãe mandou da festa), e grandes amigas!
Bem, não é segredo que estamos sozinhas na cidade e assim como nós, algumas de nossas amigas estão na mesma situação. Então, quando chega o final de semana, gostamos de fazer estes pequenos encontros onde batemos um papo relaxado, pedimos pizza e deixamos o tempo passar.
O programa geralmente tem uma pequena variação, mas de uma maneira geral é assim... Começa bom, para terminar ainda melhor. Histórias que são contadas, novos apelidos que acabam surgindo e uma porção de códigos que são divididos.

Uma boa noite me espera!

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Oi mãe!

Mãe? E tem nome mais belo e mais cheio de amor? Quem sabe nem todas as pessoas entenderiam o que digo, mas tenho sorte, muito mais sorte que a maioria.
Tive sorte em nascer de uma mulher extraordinária que não foge da raia, não se deixa abater. Uma mulher que encantou meus amigos, mostrou a eles que não é a toa que sinto orgulho.
Tenho sorte de ter ao meu lado esta mesma mulher, me apoiando e avisando quando acha que sai da linha, lapidando minhas arestas para me deixar uma pessoa melhor.
Quando tenho dúvidas, nela encontro a resposta e aprendo lentamente a gostardas coisas que ela gosta, apenas para lhe deixar feliz (afinal, foi esta mulher que topou acampar comigo mesmo odiando a vida ao ar livre).
Minha mãe é bem mais que a palavra, bem mais que a heroína (juju), bem mais que este texto poderia representar.
Minha mãe é maior, mesmo sendo pequena e olha mais longe mesmo quando sem óculos.

Minha mãe (com o perdão da palavra) é FODA!

"Amo-te tanto meu amor não cante o humano coração com mais verdade..."


beijo, beijo, beijo

(cópia do e-mail que mandei a esta mulher maravlhosa).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

perguntinha

De verdade, responde agora, seria mesmo tão melhor se eu fosse diferente?

Uma sombra de beijo,
Duas lágrimas que não deixei cair.

Sobre pequenas coisas...

Quem sabe o título seja apenas um título para algo que venho guardando calada,
Quem sabe meus dedos também se calem já que não quero falar,
Quem sabe algumas coisas não deveriam ter sido ditas,
Quem sabe eu venha a me arrepender,
Quem sabe tenha razão.

Quem sabe mudar?
Quem sabe esquecer?
Quem sabe voltar?
Quem sabe retroceder?

Quem sabe simplesmente deixar passar,
Aquela lágrima sentir rolar,
O coração aliviar,
O tempo as feridas cuidar...

A sombra de um beijo
Duas lágrimas que não deixei cair.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Aquela aventura

A aventura chegou ao fim...
Como se fosse possível chegar ao fim sem finalmente finalizar.
Mas a programação foi efetuada com sucesso e o riso arrancado dos lábios premiou aos aventureiros.
Não que tenha sido algo espetacular, na verdade muitos podem achar um besteira, mas nem todo mundo teve a chance de fazer um passeio como o nosso.
Saimos na madrugada de sábado, subimos serra, paramos para ver o "visual".
Quando chegamos lá, alguns foram descansar, outros (neste caso apenas eu) ficaram por ali de bobeira, esperando o tempo passar com a cabeça cheia de tinta e um sono enorme!
À tarde, jogar handebol (ou ficar um bom tempo esperando), fazer careta em cima da bicicleta do Thi, ficar muito, mas muito cansada e depois de um banho quente se arrumar para a festa.
Não curto muito (melhor, não curto nada), usar vestido, nem maquiagem, mas as meninas ganharam e sai de casa fingindo ser mulherzinha e não a garota moleca que todo mundo conhece.

É gente, final de semana foi doido e as fotos de vestido não ficaram muito boas, mas quem sabe uma outra hora eu coloque por aqui...

Texto estranho, acho que faltou minha marca, mas está aí nossa pequena aventura em poucas palavras...

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aquelas três pessoas...

Amanhã será uma aventura (amo mesmo aventuras), e venho aqui apenas para deixar registrado que estou feliz em ter ao meu lado duas amigas nota dez e minha maninha que é companheira para todas as horas...
Com minha família tão longe me agarro a elas com toda força, uso seus braços para firmar-me no chão e suas asas para voar. Empresto-lhes minhas palavras quando precisam e meus ombros se desejarem chorar.
Minhas amigas não fazem idéia do quanto são importantes e eu também não sei como dizer, então escrevo neste blog-desabafo, a página que acompanha meus picos de humor...

beijo, beijo, beijo...
Gi.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sobre aquelas pessoas...

Quem sabe seja mesmo necessário chegar ao fundo do poço para ver o quão alto esteve e ter vontade de voltar a subir, ou seja apenas aquela história de que quando está por baixo, só tem um caminho a seguir, mas ainda acredito que o melhor remédio para qualquer mal seja a amizade, e que o sorriso sincero de um amigo irmão pode ser a resposta de todas as perguntas. Ainda existe a possibilidade de que brincar sobre o tapete com uma criança de três anos seja revigorante ou abraçar aquela velha amiga traga as respostas que você procura.
Eu sei que não é a cidade, são as pessoas que fazem dela o meu lugar. São meus pais que tem mais carinho do que segundos vividos, é o uniforme colorido tão cheio de vida, é o abraço diário que renova todas as forças, são as lembranças revividas em cada cantinho...
Amanhã fará dois anos e sete meses que sai de lá e cada vez que retorno, parece que nunca estive fora, que a cidade parou para esperar. As novidades contadas por telefone me mantém por perto e as palavras sorridentes das mensagens me transmitem o carinho. Estou longe, mas nunca estive tão perto e agora que a metade do tempo já se passou cada mês é um a menos e cada dia me leva para mais perto...

beijo, beijo, beijo...
Hoje com uma dose de saudade, maior do que o peito suporta...

sábado, 4 de setembro de 2010

Confusão

Não sei bem sobre o que desejo falar hoje. Tantas coisas passaram pela minha cabeça nos últimos dias quando eu não tinha tempo de escrever e agora: Branco.
Não estava nos planos vir para casa, mas aqui estou, em Três Barras curtindo o feriado com a família. Aqui, na cidade onde nasci, visitei uma amiga querida, brinquei de robô com seu filhinho pequeno o tapete da sala, limpei o computador empoeirado de minha mãe e andei com meu fusquinha pela cidade.
Não posso externar como estou me sentindo. Em minha confusão atual eu não saberia explicar, então fica a promessa de continuar tentando chegar, de caminhar mesmo quando o caminho se foi, de tentar chegar, mesmo sem saber ande ir...

Bem caros amigos, tem um grande nó por aqui...

beijo, beijo, beijo
Gi.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

depois de um tempo...

Sei que o tenho abandonado, meu blog não é o único nesta situação. Deixado de lado, esquecido meu apartamento reclama por atenção eu sei, mas e a vontade? Afinal, quem chega em casa às 22h depois de passar o dia fora e tem enrgia para lavar, passar e limpar? Eu não.
Eu chego em casa, ligo a tv em um filme ou seriado, deito na cama e vejo meio sem ver, esperando que o cansaço me faça dormir, o que demora a acontecer. Quando adormeço, de madrugada está quase na hora de voltar a corrida, então é banho e faculdade onde não é raro, quase durmo na cadeira.
À tarde de volta a vida e fazendo o que curto, caminho em direção ao estúdio onde escrevo, vejo fotos e navego na internet em busca de notícias, ou as ofertando pelo Twitter, orkut e Flickr. Saindo de lá, corridinha até o apê banho rádpido pra tirar o suor e a poeira da rua, engolir alguma coisa e bora pra facul, que ainda tem a terceira parte do dia. No Lab. de foto, conversa com um, dá uma mãozinha para outro, risada, um pouco de trabalho duro e se der sorte 22h. tô fechando a porta na esperança de chegar em casa e dormir. Ode fica o apartamento e o blog na correria? Se der sorte, se der tempo, em um final de semana tranquilo, ou uma quarta feira pré-feriado...

beijo, beijo, beijo...
Assim que me organizar as coisas voltam ao normal por aqui.
Gi.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Sobre aquilo que deve ser feito e o que é apenas esperado.

Pois é, estamos novamente lidando com eleições e parece mesmo que este vírus está se espalhando. Na Universidade as fotos dos candidatos a reitores estão em todos os lugares (o que particularmente considero um tipo de poluição visual), e as "propostas" se espalham pelas bocas de quem acredita nelas.
Existe uma possibilidade de mudança, existe o medo de que aconteçam de forma negativa (o que parece mais fácil de acontecer).
Ao descer (nosso bloco fica no alto de um morro, a urna lá embaixo), percebi que não era a única, haviam muitos estudantes se encaminhando para as filas, jovens que acreditam que as coisas possam melhorar...
A educação no país é lamentável. Lamentavel saber que pagando tanto e por tanto tempo ainda sejam poucos os recursos e pior ainda é perceber que por mais precários que seja, o que temos aqui é bem mais do que há na maioria dos lugares.
Fui dar meu voto não apenas por acreditar que estou correta, mas por que estas pessoas me inspiraram a ter esperança.
Fui e fiz, se acertei ou não, só o tempo dirá.

beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

São estes olhos...


São estes os olhos...
Um pouco caídos e tristes carregam algo que não sei dizer.
Não sei o que contam meus olhos quando o vejo refletido neles.
Não sei quantas histórias eu perdi de ouvi-lo contar, ou quantos passeios nós deixamos de ter.
Sei que estes olhos são inspiração para continuar tentando, que estes olhos olham por mim e cuidam para que eu continue bem.
Amor de pai, amor de filha, amor de neta...
Somente amor...
beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sobre o que mudou

Ok. Tenho falado muito em mudanças então acho justo colocar aqui os resultados.
Acho que hoje é um dia para colocar um "X" no calendário, é o dia em que as mudanças começam a realmente tomar forma.
Bem, não é segredo que eu amo escrever, segredo algum que eu goste de fotografia, então parece que finalmente vou conseguir unir o útil ao agradável e amanhã às 13:30 começo no meu novo trabalho. É isso aí, vou começar a trabalhar com redes sociais em dois lugares: O primeiro é um estúdio fotográfico, o segundo um bureau de tratamento. Então vou mantê-los informados sobre este novo desafio, que eu estou adorando!
Era isso, faz tempo que penso em mudanças, não sou do tipo de ficar parada, o resultado de minha falta de sossego é o que se apresenta agora: Um desafio quentinho e pronto para ser encarado.
Eu é que não vou fugir da raia!

beijo, beijo, beijo
Gi.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Sobre meu estado de espírito

Bem pessoal, tenho andado um pouco distante, a procura por mudanças toma meu tempo e me destrói, mas é o preço que se paga ao se reinventar, ao tentar algo novo...
Depois de cair a única alternativa é levantar e é o que tenho tentado. Não me interessa que tenham acertado a rasteira, eu retorno com novos planos, luto e sofro a derrota, só não esperem que eu vá desistir.
Estou pronta para outra!

ps.: Se tem cara de maluca, olhos de maluca e age como maluca...
Então vai encarar?



beijo, beijo, Grrrr...

sábado, 14 de agosto de 2010

Sobre minha amiga

Horas antes eu escrevia algo, mas o computador desligou e perdi.
Perdi minhas palavras, não o sentimento. O sentimento de amizade que tenho por esta garota incrível que entrou em minha vida dois anos atrás e ficou.
Minha amiga maluquete por quem tenho um carinho enorme, a universitária cheia de atitude que com certeza será uma publicitária brilhante, a menina que as vezes age sem pensar e se arrepende, o que é totalmente aceitável nos seres humanos.
Mas ela é bem mais do que estas palavras, ou as outras que perdi a pouco poderá explicar. Em cinco letras? AMIGA. Em quatro? IRMÃ. São duas palavras que expressam este sentimento de responsabilidade, a preocupação, o desvelo.
As horas de bate-papo descontraído serão sempre guardadas com carinho e quem sabe os conselhos sejam logo esquecidos, mas ficará a lembrança do abraço, do carinho do comprometimento que pode ser lido no olhar. A vida se modifica, sou prova disso. O destino se cumpre e nos leva a outros lugares. Mas não interessa o quão distante fiquemos a amizade que construimos será sempre maior, mais forte e se encarregará de nos manter sempre por perto.
Feliz aniversário amiga e obrigada por ter entrado em minha vida, a Blumenau que eu conheço não seria a mesma sem a "Garota Carioca".

Te adoro!!!

beijo, beijo, beijo
gi.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sobre o post da revolta:

Achei que se fez necessária publicar aqui uma pequena (eu espero que seja) explicação sobre meu post um tanto irado.
Não sei acho que as vezes é preciso colocar para fora o que se sente, antes que todo o ácido lhe corroa por dentro. Andei juntado pequenas frustrações e derrotas, deixando que isso afetasse quem sou ou o que penso, me deixando levar por sentimentos que havia esquecido.
O sistema educacional apenas por se chamar sistema, já é tosco e precisa de reparos, nós como simples estudantes nos deparamos com coisas para as quais existem soluções, nós vemos as soluções, mas quem quer solucionar? O negócio mesmo é complicar, criar barreiras e deixar claro quem manda no pedaço. Então humildemente nos obrigamos a baixar a cabeça e aceitar como certo aquilo que realmente não está. Nos conformamos com toda a MERDA e deixamos passar, quem se importa?
Então como resultado básico da frustração vem os palavrões e meu humor ácido toma forma de palavras, neste que acaba sendo sempre meu desabafo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Hoje

Me reservo o direito de mandar ir a merda, de me revoltar com o mundo e de me odiar por isso.
Sem inspiração e frustrada com os últimos acontecimentos é normal que me sinta assim e sei que mesmo com a melhor boa intenção e me esforçando para tanto, não vou ouvir conselhos que tentem aplacar minha rebeldia. Hoje não.
A probabilidade é que as coisas sejam diferentes pela manhã, mas ainda existe a possibilidade de voltarem ao mesmo ponto quando a sexta-feira chegar.
Estou me dando um tempo para adaptar-me a esta nova realidade, já tendo esperneado mais do que meu ego é capaz de suportar e depois de dar murros em paredes para não sujar as mãos por conta de minha ira. Faço isso depois de debater-me inutilmente e lutar por coisas que nem sei se acredito.
Dizem que o mundo dá voltas, existem épocas que realmente acredito nisso, mas hoje? Hoje quero apenas que evaporem os putos sentimentos, e que em algum lugar brilhe a porcaria da luz que dizem que vai brilhar. Hoje? Quero acreditar que ao me deitar a noite eu realmente consiga dormir.
Esta vida de zumbi é uma bosta!

Desculpem a sinceridade cheia de veneno. Estou sem gana de me tornar amável.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Os olhos de meu avô

Minha mãe liga no meio da tarde e diz que tenho os olhos do meu avô. Como acontece todas as vezes me sinto bem com isso. É dia dos pais e sei que minha mãe tem saudade, que mais do que em qualquer outro dia, sente-se sozinha. Então sorrio meu sorriso triste com os lábios que sei, são tão tortos quanto os dele foram um dia. Eu sou, com meus olhos baixos, minha boca torta e o nariz que um dia foi quebrado, o elo, a recordação.
Quando olho minha imagem no espelho, meus olhos um tanto cansados de aparência um pouco triste tento ver neles o que ela vê.
Meu avô foi um homem sério que sofreu mais do que deveria ser permitido a um pai e que deu mais alegrias do que pode me contar sua filha. Ele acalentou seus filhos antes de dormir sem saber que eles jamais acordariam e quando os perdeu, perdeu muitas vezes a cabeça, perdeu por vezes a vontade, só não perdeu o amor.
Meu avô foi espelho para uma mãe correta e amorosa, motivo de orgulho para suas netas que não tiveram chance de com ele brincar.
Quando eu era pequena, escutava as histórias que minha mãe contava e dormia com a certeza de que ele estava ao meu lado, que ele olhava por mim.
Meu avô sempre foi esta imagem um pouco fora de foco de um super herói franzino de bigodes que cometeu seus erros, assim como todos nós, mas teve força para seguir em frente. E realmente não me interessa agora o que outros contam, não desejo que lhe rabisquem a face, nem acho justo julgar quando não está mais aqui.
E se me dizem em tom de deboche que tenho os lábios tortos, respondo com certo orgulho que os lábios, assim como os olhos, vieram no pacote que herdei do meu avô. Porque quando olho meu reflexo no espelho tenho a esperança de um dia ser tão carinhosamente lembrada como ele ainda é.

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Insignificância

Preocupada demais com os problemas que venho tentando resolver, deixei de me preocupar com as pessoas por quem tenho carinho. Não é que meu umbigo estivesse atraente demais, eu apenas tentava lutar pelo que achava justo. Bem, sou uma pessoa estranha e hoje senti o quão insignificante são meus problemas.
Acho que comentei com vocês a um tempinho o quanto estava feliz por uma amiga minha que finalmente tinha engravidado, esta semana ela perdeu o bebê.
A verdade é que não faço idéia da intensidade de sua dor e mesmo quando tento chegar perto parece insignificante. Não conheço ninguém, nenhuma mulher que tenha desejado tanto engravidar e é triste saber que na sexta semana e profundamente feliz com o fato ela tenha perdido.
Sei que acontece quase todos os dias com diferentes mulheres no mundo, mas para mim, ela é especial. Eu não conheço as outras garotas que passaram pela mesma coisa, eu conheço a minha amiga que não merecia sofrer.
Hoje não era minha intenção vir aqui. Hoje eu passei o dia trabalhando em um romance que provavelmente não chegará as livrarias, hoje eu tentei inutilmente arrumar minha vida de universitária e hoje eu senti que meus problemas são insignificantes e que existem coisas contra as quais eu não consigo lutar.
Não sou o tipo que reza, ou pede a Deus, mas vou fazer uma oração esta noite e peço que vocês façam o mesmo. Acredito que Deus nos ouve quando não estamos sendo egoístas demais, acho que escutará se vocês estiverem comigo. Vou pedir a Deus que dê a minha amiga Déia uma segunda chance, que lhe permita a felicidade que ela deseja, que seja lhe dada a graça de se tornar mãe.

Conto com vocês.
beijo, beijo, beijo
Gi.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Oi pessoal...

Peço desculpas pela minha ausência ultimamente, mas estou passando por um período de transição que tem roubado meu tempo. Estou tentando mudar de período meu curso na faculdade, tentando encontrar um emprego que me ensine um pouco mais... Como disse antes, preciso de um novo rumo, estou correndo atrás dele...

beijo, beijo, beijo...
Gi.

domingo, 1 de agosto de 2010

Sobre tentar melhorar

Estou pensando em melhorias...
Existem muitas coisas que preciso mudar, muitas coisas que preciso esquecer, coisas que preciso passar a fazer...
Tenho pensado em mudar, em como poderia ser melhor, como posso melhorar minha vida.
O mundo dá voltas e nunca retorna ao ponto de partida, nunca o encontra aonde o deixou.
Minha vida de camaleoa tem feito curvas sinuosas mas parece não me levar a um ponto específico, tenho apenas caminhado por este mundo sem rumo, sem saber onde vai dar.
Admito que esta filosofia de não esquente, não se deixe envelhecer mais do que o necessário, nem sempre dá certo. Há momentos em que é preciso pensar: "como será amanhã?" "o que farei depois disso?" "para onde está me levando?" Eu tento colocar-me metas, tento focar-me em um objetivo distinto, mas minha personalidade delimita meus movimentos e eu acabo parada, sempre no mesmo lugar esperando um novo vento, um sopro que me dê novo impulso então apenas me deixo levar.
Estou pensando em melhorias... Algo que eu seja capaz de fazer, algo que me deixe feliz, mesmo que apenas por um tempo, até meus olhos se fecharem novamente e a brisa me leve a outro lugar.

beijo, beijo, beijo
Gi.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Sobre a infância




Hoje meu avô me enviou por e-mail, junto com outra foto de minha priminha, a fotografia acima onde somos eu (a garotinha loira) com minha irmã mais velha (garota maior) e meu tio (o japinha).
Ao ver a imagem, fui dominada por uma corrente de emoções e lembranças daquela época, das coisas que costumávamos fazer. Não que eu e minha irmã tenhamos sido grandes companheiras, infelizmente não foi assim, mas eu e meu tio? Bem éramos com certeza um grande time! Brincávamos tanto e por tanto tempo! Era como se o tempo que tínhamos juntos fosse sempre pouco e mesmo quando de noite nas férias, eu chorava de saudade da minha mãe na manhã seguinte tinha meu pequeno companheiro para brincar e esquecer.
Juntos nós brincamos de montar com joguinhos no chão da sala, corremos em volta de casa com um velho carrinho ou skate, brincamos de barbie e lhe fizemos roupas na máquina da minha avó enquanto ela dormia. Nós jogamos futebol, basquete, volei e qualquer outra coisa que tivéssemos vontade. Andamos com patins in line, bicicleta, bote e fusca. Crescemos brincando e nos divertindo muito, as brincadeiras mudaram e evoluiram conosco até um ponto em que já não brincávamos mais.
Nós mudamos muito com o passar do tempo. Tanto que teve uma época em que fiquei meses e meses sem vê-lo e até me acostumei com isso. Eu tinha meus compromissos com a faculdade, ele tinha suas coisas também.
Acho que é o tipo de distanciamento natural que a família impede que seja completo e tenho mesmo que agradecer por ser assim. Não é como se tivéssemos voltado a mesma amizade de 15 ou 20 anos atrás, mas somos amigos e o que vivemos como a dupla: Jijico e Gigica vai ficar para sempre guardado comigo em um cantinho especial do meu coração.
Meu tio hoje é um "homem de família" está um pouco mais sério, mas quando a família está reunida, em dias de festas ainda é possível encontrar o moleque brincando com os sobrinhos mais novos e fazendo todos rirem. Ele tem uma esposa, tia Aline, uma pessoa querida e engraçada que não entrou apenas para a família, mas para os nossos corações também.
Quando o vejo assim, feliz ao lado da pessoa que ele ama, penso em tudo que passou e percebo que mesmo que nosso caminho não seja o esperado pelos nossos pais o que importa é o fim e que ele seja realmente feliz.
Bem, acho que é isso. Hoje dividi com vocês um pouco da minha infância e lhes apresentei aquele que foi por um longo tempo, e quem sabe ainda o seja, o meu melhor e mais fiel amigo.
Ao "tio" Jean deixo meu carinho e sincero agradecimento por ter feito parte de uma infância verdadeiramente feliz.

beijo, beijo, beijo,
Gi.

Ps.: Se chegarem a ler, quero lembrar ao casal que ainda esperamos pela visita ao apê.

terça-feira, 27 de julho de 2010

o mundo de moldura

Hoje, realmente hoje, passei a ver o mundo com moldura.
Depois dos exames e da escolha daquela que mais combinaria comigo, hoje fui buscar meu par de molduras na loja.
Não vou mentir, a princípio não gostei da idéia, vinha caminhando com elas do centro e sentia a calçada a engolir minhas pernas, não foi legal e eu as guardei. Mas agora, vendo meu velho notebook e o que nele escrevo, percebo que estava mesmo precisando delas.
Agora, tudo que preciso fazer é me acostumar com o fato de tê-las sobre meu nariz um pouco torto (quebrei a algum tempo)e não esquecer que assim como preciso delas para as tarefas do dia, são (assim como meu relógio) desnecessárias enquanto durmo.

beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sobre arrogância

Hoje li um texto no blog de uma amigo que me fez pensar.
Falava sobre a arrogância em um desenho animado (que apesar de famoso eu nunca assisti) e como um dos heróis perdeu a luta por agir assim.
Depois de ler, comentar, preparar um macarrão com maionese, comer e voltar ao computador a idéia ainda estva na minha cabeça.
Pensei em como me escondo atrás deste escudo, como uso o artifício para me distanciar das pessoas, mas, de forma até um pouco arrogante, não pensei em me livrar dele.
É estranho; como um vício que você sabe que lhe prejudica, mas não quer deixar, sabe que não fará bem, mas mesmo assim a sensação de segurança é tão forte!
Minha arrogância também se esconde. Fica quietinha dentro de mim e se revela quando fico nervosa, me sinto ameaçada ou estou simplesmente de saco cheio.
Minha arrogância é despejada em momentos difíceis, quando controlo minha fúria e a libero como a pequena dose de veneno que "adoça" o vinho de outra taça.
Minha arrogância as vezes se revela em meus textos, meus gestos, minha face.
Minha arrogância é meu escudo, mas é também a espada que me leva a derrota, a lança que me derruba do cavalo e o pé que me chuta quando eu já estou caida.
Minha arrogância é a armadura que me distancia do perigo, mas me mantém presa em seu casulo de ferro.
Quer saber? Chega de apologia a arrogância, já é tarde e quem sabe amanhã eu pense em uma maneira de me livrar dela.

beijo, beijo, beijo
Gi.

domingo, 25 de julho de 2010

Gosto

Eu gosto dos textos imperfeitos em que as reticências marcam lacunas a serem completadas, as vírgulas significam paradas (para o autor que respira fundo e bebe outro gole de vinho antes de continuar) e os erros ortográficos marcam a velocidade e desprendimento com que foram escritos.
Gosto de textos fortes, para se ler em voz alta e aumentar o ritmo a medida em que o texto avança.
Gosto de palavras estranhas e frases que demorem um pouco a fazer sentido.
Gosto de ler com os olhos, ler com a mente, ler com os lábios, ler com todo o corpo, ler com a alma.
Gosto de me atirar em devaneios e escrever frenéticamente como se cada pequenha palavra tivesse sentido, como se a composição do último parágrafo fosse o mais importante.
Gosto do início, quando apago, desisto e recomeço.
Gosto do meio quando tenho a certeza do que estou escrevendo, a certeza do que estou sentindo, quando não tenho vontade de parar.
Gosto do fim, quando escolho a última palavra, guardo meu último suspiro e espero enfim pelo fim.

beijo, beijo, beijo
Gi.

sábado, 24 de julho de 2010

Quando o dia é belo e não existe muito o que fazer,
Quando a tarde é longa e você gostaria de se esconder,
Quando o tempo passa e passa por você,
Quando o amor se vai e não existe porquê.
Quando todas as palavras não podem explicar.

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Existe poesia

Existe poesia na chuva caindo, na luz do poste que ilumina suas gotas.
Existe poesia na lágrima que desce lentamente, poesia nos olhos que as deixam cair.
Existe poesia no banco de praça ao amanhecer, no livro que repousa aberto sobre ele.
Existe poesia nas fotografias em Preto e Branco, poesia nos passos cansados de um ancião, poesia nas festas, poesia na bebedeira, poesia no pranto, no sorriso, no lamento, na canção que toca em meu coração.
Existe poesia na despedida, a poesia triste de quem não será visto novamente.
Poesia no reencontro, mesmo que este não se revele como esperado.
Existe poesia em mãos entrelaçadas, poesia em beijos ardentes, poesia em olhares de cumplicidade.
Existe poesia nas palavras estrangeiras, poesia na promessa, no destino e no talvez.

Existe poesia em chorar na chuva, poesia em olhar a luz do poste iluminar as gotas.
Existe poesia em ler sobre um banco de praça, poesia em esquecer as fotografias sobre ele. Poesia em caminhar cansado depois de uma vida de festa, poesia na ressaca depois da bebedeira, poesia em sorrir ao escutar a canção do coração.
Existe poesia em deixar ir ou não querer ficar, poesia na vontade de retornar, mesmo quando não se sabe o que esperar.
Existe poesia nos olhares que tocam, nos toques que aquecem e nos beijos que nos separam da realidade.
Existe poesia nas linguas estranhas, poesia em talvez cumprir uma promessa.

Existe poesia em ver fotografias na chuva, esquecer delas no parque, ouvir uma canção ardente, dar a mão ao ancião cansado, beijar ardentemente nas despedidas sabendo que não irá retornar.
Existe poesia nos olhos, nos lábios, nos toques...
Existe poesia na saudade, na esperança e no amor.
Existe poesia também na dor.

Um casto beijo na testa do mais velho,
Selinho barulhento no rosto da criança,
... (esqueça os detalhes, use a imaginação).
Gi.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Dias...

Existem dias que você deseja não pensar,
Que deseja não fazer, não olhar.
São dias em que a chuva lá fora apenas revela seu pranto interno, de uma dor que não deveria ser sentida, um medo que não faz sentido.
Alguns dias seu único desejo é fechar os olhos, imaginar que o céu é azul e mesmo assim continuar chorando.
Dias que seu desejo é caminhar sem destino, por ruas que você não conhece deixando a água molhar seus cabelos e as lágrimas lavarem seu rosto.
Dias que você amaria jogar tudo para o alto e esquecer quem realmente é, ou as pessoas que fazem parte de sua história.
Existem dias que amanhecem belos, mas em você, um alarme silencioso avisa que ainda pode mudar.
Dias em que seu sorriso é tão perfeitamente falso que você mesmo acredita.
Alguns dias o melhor é não pensar, não fazer, não olhar...
... Não escrever toda esta merda depressiva, e continuar fingindo.
You are a fake angel. Just it.

beijo, beijo, beijo
Gi.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Desculpa galera, um pouco devagar por aqui. Mamy's na área e todos os nossos momentos são dela.

beijo, beijo, beijo
Gi.

domingo, 18 de julho de 2010

Sobre uma pequena grande amiga...

Estou ainda impressionada. Escrever hoje não fazia parte de meus planos...
Mas a amiga me surpreendeu com palavras inesperadas e de repente ficou difícil permanecer calada.
Minha intenção, e quem sabe o certo a fazer, seria responder da mesma forma, com um depoimento no orkut e palavras que tendassem lhe definir, mas é aqui que eu grito, aqui coloco em revista meus sentimentos.
Eu amo meus amigos. Amo falar sobre eles, contar suas proezas, rir com eles de seus deslizes, estar ao seu lado quando precisam de mim.
Com esta amiga não é diferente. De início eram cumprimentos polidos no final da aula, as vezes nos falávamos, mas era raro. Sou grata a amiga que fez com que nos aproximássemos, grata ao professor que pediu o trabalho em equipe, grata a ela por me deixar ficar.
Muito tenho aprendido com esta jovem garota, que tem uma indiscutível maturidade para enxergar as coisas importantes da vida e que me ajuda a fazer piada quando o clima fica um pouco tenso.
Minha amiga é simples nas atitudes, não complica o básico, é sincera e resolve seus problemas com invejável força e clareza. Me assusta que seja tão decidida quando sou tão confusa e tão independente quando sou o oposto.
Minha amiga a pouco me assustou com a possibilidade de ficar distante. Confesso ter pensado durante todo o dia no que me falou naquela tarde. Queria lhe dar o apoio necessário, mas junto com o medo de me afastar, veio também o medo de que não desse certo.
Eu queria ter as palavras perfeitas para lhe dizer, o adjetivo que tivesse o encaixe certo.
Quem sabe eu ficaria a noite toda aqui desfiando esta amizade leve e divertida, este carinho que tenho, a falta que senti ao ler suas palavras...
É Kah, quem sabe seja preciso mais que um livro para descrever sua maravilhosa personalidade.

Te adoro amiga!

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Teatro

Não ia voltar aqui e escrever, mas tenho que deixar minha impressão sobre ontem: MUITO BOM!!! Fui com uma amiga ao Teatro e assistimos a peça "Hay amor", rimos muito e depois mesmo com o frio e a chuva resolvemos sair para comer uma pizza. Conversa tranquila, lugar legal, pizza deliciosa! É isso! Não fiquei mega criativa como com "Tartarugas e Migração", mas valeu muito a pena em se tratando de relaxamento e diverão! Acreditem, eu precisava muito disso!

beijo, beijo, beijo...
Gi.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Mais uma vez...




"Repito meus erros, volto então a surtar.
As mesmas imagens, o mesmo lugar..."

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Só clics



Sobre a arte de se emocionar, ou sobre o quem dentro de im se esconde



Eu fui.
Fazia tempo que aquele eu que se esconde em mim precisava alimentar-se então...
Poesia, arte, representação essas coisas que me deixam extasiada... Estas coisas que não consigo explicar.
As palavras em um lindíssimo sotaque português me levaram a lugares que desconheço e a outros por onde passei. É o que gosto no teatro, é que amo na poesia.
Os sentimentos não são comuns, as reações são diversas.
São nestes lugares que mesmo sozinha me sinto parte, que meu coração apaixonado ganha asas e meu corpo cansado parece flutuar.
Os livros, o teatro, os poemas despertam em mim este eu escondido, revelam emoções que minha carapaça tende a esconder expõe um lado meu que tende a manter-se calado.
Foi sozinha e calada que entrei no teatro, sozinha e calada me retirei. Mas existe uma mudança, uma metamorfose que ocorre sempre que deixo estes lugares. Algo sobre o qual não encontro palavras, que realmente não sei explicar.
Em uma tentativa desesperada de me fazer entender: "Alimento este outro eu escondido e sinto-me verdadeiramente saciada".

Beijo, beijo, beijo
Gi.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Amanhã meu destino é a lua

Amanhã um novo dia se abre.
Tenho para ele reservas na lua onde pisarei com meu all star xadrez, minhas calças apertadas, a velha jaqueta que foi de alguém importante e os óculos que denunciam minha personalidade "desequilibrada".
Meu quarto com vista para a terra terá uma ampla sacada onde dormirei observando as estrelas e uma banheira para tomar banho de lua.
Pela manhã obsrvarei na parada o velho Jorge desfilar com o Dragão e uma imitação de Elvis pentear o topete antes de lançar flores à plateia em festa.
Irei caminhar por suas crateras e beber vodka com alguns amigos de outros planetas.
Vou para a lua de férias, com o corpo leve e a "cuca" fresca sem levar comigo nada que lembre esta existência primitiva na qual me arrasto, nem meus dias de solidão.
Em minha mala levo as lemranças de bons dias e a esperança de que ao retornar tenha recuperado o sentimento de comigo, me reencontrar.

beijo, beijo, beijo
Gi.

sábado, 10 de julho de 2010

Quando por ti me apaixonar

Quando fechar meus olhos e teu nome em minha boca se formar...
Quando no tempo perder minhas memórias e teu rosto gentil fixar-se em meu pensamento...
Quando mesmo acordada perder-me em meus sonhos...
Quando a felicidade se misturar com a dor e tornar impossível de ser segregada...
Quando quiser fugir e não conseguir...
Quando ainda que cega continuar a buscar por você...
Quando mesmo distante estar perto de ti...
Quando seu cheiro impregnado em minhas roupas me perseguir...
Quando ao ler um livro tornar você o herói...
Quando mesmo errado eu desculpar seus erros...
Quando com o tempo vier a certeza irrevogável que ele não cura, que a lembrança não se apaga, que para alguns sentimentos não há solução.
Quando a verdade desenhada em meus olhos eu não puder disfarçar...
Quando por ti me apaixonar...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sobre a princesinha

Eu a esperei um pouco anciosa, um pouco receosa.
Chegou pequena demais, barulhenta e frágil.
Cabelos arrepiados, sorriso fácil me acompanhava aonde eu ia.
A vozinha fina, os olhos inteligentes as pintinhas no rosto.
A princesinha era assim, mas cresceu.
Hoje quando ela faz 20 anos, fico pensando em como o tempo passou, como levou com ele minha irmãzinha e deixou esta garota notável e cheia de opinião.
Sinto saudades da Jejê, tento me acostumar com esta nova garota em que está se transformando.
"Ha vinte anos vc nasceu, ainda guardo o retrato antigo, mas agora que vc cresceu não se parece nada comigo".
Te amo princesinha, amei quando era minha pequena maninha, amo agora, e amarei daqui a 20 anos. De diferentes formas, mas sempre o mesmo amor.
Parabéns pequena.

beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A vida é bella!





A semana se arrastou deixando distante o dia esperado. Mas não a espera anciosa de quem não vê a hora que aconteça, a espera cansada de quem quer que logo termine.
Foi assim a princípio e revelou-se uma deliciosa surpresa no final. A Monica minha irmãzinha de coração veio nos visitar e quando ela chegou, trouxe com ela a sensação de que tudo daria certo, e deu.
A festinha de Jê foi muito boa e no final dela, buscar dois colchões que a Karina (amizade relativamente nova, mas por quem já nutrimos um carinho enorme!) também vai dormir aqui. O Apê minúsculo ficou lotado, mas quem liga? Rimos um montão contamos piadas tiramos onda umas das outras. Outro dia, jogo da Alemanha e a Kah foi a única a torcer pela Argentina, mas a Monica ganhou a cena, engatinhando pelo apê quando saiu o quarto gol e gritando: - Tomou de 4 Maradona! (risos). Esquentar o cachorro-quente, abrir uma latinha de cerveja. Eu até tentei beber, mas a verdade? Não gosto.
A Karina tinha que ir embora - Mas já? Fomos todas com ela! Carregadas de sacolas de besteiras para o café da tarde subimos e descemos morro até o outro bairro onde ela mora. Lá, um pouco de tv e depois? Cinema!!! Bora pro shopping assistir Eclipse! Cinema lotado, pipoca e pepsi. Voltamos pro apê da Kah e neste momento já tínhamos lhe convencido que o melhor era ela voltar com a gente, para darmos uma lavada na Jê e na Mô no jogo de truco. Um pouco de TV, café da tarde, ou melhor, jantar. Voltamos pro apê. No domingo limpar o salão, dar um jeito na bagunça do apê, almoçar no giassi e nos despedir da Kah, depois da Mô que uma hora teriam que ir. A noite ainda fomos a missa, e pra fechar com chave de ouro, perdi o ponto onde deveríamos descer e fizemos a mair viajem até o terminal.
É final de semana delicioso é assim, dá vontade de contar pra todo mundo só pra provar que a vida é bela e nas pequenas coisas provamos que a felicidade ainda existe!

beijo, beijo, beijo!
Gi.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Saudade...

Hoje, depois de um tempo um pouco distante, ela bateu, com uma força maior (quem sabe fortalecida pelo tempo em que andei distraida) mais forte!
Saudade é uma coisa estranha e apesar da dor, acredito que sentí-la é apenas um sinal, a marca que levamos por amar alguém, sentir sua falta...
Minha mãe, meu bem mais precioso, motivo de um orgulho sem tamanho, razão pela qual me faço forte, e tento esquecer que estamos distantes...
Meu pai, com suas manias e birras, seu abraço mais forte que o mundo, seu sorriso protetor e seu jeito calado de dizer com os olhos que estará tudo bem...
Minha casa, pequena e feia com suas paredes coloridas e seu forro desgastado a gata brava pulando na cama de madrugada...
Minha cidade, com suas ruas largas, suas festas de igreja, suas pessoas interioranas e amistosas...
Meus amigos, que fazem parte de quem sou, com seus sorrisos descompromissados, seu carinho generoso, sua capacidade de estar sempre lá...
Minhas irmãs de sangue, meu irmão de coração. O moleque que conheci bebê e que esteve ao meu lado sempre, meus melhores e piores momentos como um irmão verdadeiro, criado em casa trocada, mas sempre perto, sempre comigo...
Minhas irmãs escolhidas, que dão o melhor abraço, aquele cheio de carinho... Que tem os olhos mais siceros e os corações mais puros...
Minhas amigas irmãs, que teêm suas vidas corridas, mas que me dão passagem, me abrem uma brecha, quando assim eu preciso, quando consigo estar lá...
Meu raio de sol, a escola em que cresci, que me deu meu primeiro emprego, que se tornou meu sonho, que faz parte de mim como nenhum outro lugar no mundo...
Todas estas saudades, completam a pessoa que sou, me mostram o que tenho, grifam o que jamais irei perder.
Estas saudades, me dizem que estou no caminho certo e que se fizer tudo direitinho, quando voltar para lá levarei comigo novas saudades. Da faculdade que iniciei, as novas amigas que fazem parte de meus dias, os lugares daqui que irão guardar a lembrança das cenas que tive, do que aqui conquistei...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sobre escrever e sentir.

Ainda confundo as coisas. Aos 28 anos, engenheira por formação e escritora por vocação eu ainda não aprendi. As histórias aparecem, então é papel e caneta ou computador ligado.
Eu ainda não me entendo. Não entendo como posso me sentir eufórica depois de um dia comum, como posso querer fazer tudo em uma noite que já não promete mais nada. Não entendo como posso estar com a sensação de que vai mudar, alguma coisa vai mudar... Parece tudo igual...
Deve ser aquela coisa chamada esperança, aquilo que nos pega vez ou outra para que acreditemos que tudo vai ficar bem, aquilo que nos ajuda a seguir em frente e continuar tentando.
Eu? Não me entendo. Porque agora mesmo enquanto escrevo, meu coração dispara a promessa de algo melhor para amanhã e eu acredito.
Sem dinheiro na carteira, sem um emprego que me mantenha, com quatro histórias na caixa-forte e nenhuma perspectiva de publicá-las eu ainda tenho esperança, portanto, eu não me entendo...

beijo, beijo, beijo
Gi.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Minha frustração com o futebol

Tiro um tempo antes de dormir, para descontar aqui, minha frustração.
Ok, eu gosto de futebol, mas como uma pessoa normal, não amo futebol e não consigo achar certo que um país pare para ver um jogo na TV.
Blumenau parou. E quando saí na rua em direção a Universidade descobri que ela também parou. É sério! Um país não se faz com um bola no pé, mas com educação e desculpa aí, mas se uma Universidade fecha para ver um jogo alguma coisa está muito errada. E a verdade é que a maioria não tá nem aí, só querem mesmo as horinhas de folga, nada mais.
Estou cansada, cansada de futebol (ainda estamos na primeira semana?) e de toda este falso patriotismo que vejo por aí. Quer ver seu país crescer? Abra a mente, ensine a alguém o que sabe, leia um livro e sim, assista ao jogo de futebol, mas não diga que o faz por patriotismo.

beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A quanto tempo

Faz um tempo que não escrevo, tenho andado tão louca atrás de outras coisas que este blog, fica assim, a ver navios...
O semestre terminando, os trabalhos da faculdade roubando tudo o que existe de inspiração em mim e o tempo passando...
O tempo correndo...
Voando...

Eu aqui, passando meus domingos presa em frente ao computador, sem poder fazer nele o que realmente gosto.

Bem o semestre está terminando, e quando acabar, volto aos meus antigos amores...

beijo, beijo, bei...
Gi.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

"Queria que existisse um lugar onde as coisas de maior valor não tivessem preço e se encontrassem logo ali, ao lado, perto dos olhos e ao alcance das mãos."

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O despertar de um amor sem sentido.

Quero uma camera panoramica para tirar uns retratos da vida de outro angulo;
Quero uns óculos coloridos, para ver meu mundo com outras cores;
Uma música tranquila para compor minha trilha sonora;
Um Rock pesado para embalar meu sono.
Quero labaredas de fogo em um beijo entusiasmado e a carícia refrescante do vento ao amanhecer.
Quero o carinho dos olhos de meus pais em uma noite escura e a escuridao dos seus olhos quando o dia brilhar.
Quero a brisa tranquila, tua mao fria, meu sorriso sonolento, o despertar de um amor sem sentido...

Resultado da trilha certa, depois de um trabalho sobre trilha sonora.

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Hoje

Passado tanto tempo desde a última vez que estive aqui, as coisas parecem iguais. Meus dedos sujos de serragem colorida, por ter ajudado a enfeitar a rua, as pessoas passando para ver o resutado do trabalho, conversas, amigos que ha muito tempo não se falam. Minha última visita foi nas férias de final de ano, mas agora que estou aqui, já não parece muito tempo. É estranho como nas pequenas cidades o tempo parece parar, tudo demora um pouco mais, as pesoas andam com calma e as crianças tem liberdade de caminhar na rua. Levantamos cedo para manter uma tradição que outros já tentaram apagar...
Tirei algumas fotos e mais tarde pretendo colocar por aqui.
Minha casa pode ser em qualquer lugar, mas apenas um pode ser chamado de lar.

beijo, beijo, beijo...
Gi.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Indo pra casa!

Depois de muito, muito tempo sem visitar a cidade natal, aqui vamos nós! Indo para Três Barras neste final de semana, aproveitar papai e mamãe, rever amigos que não vejo a meses, suportar o frio característico no meu lugar.
Nas malas tudo que preciso, uma boa quantidade de roupas de inverno, câmeras e computador, tudo pronto e a mão, para um final de semana prolongado e cheio de aventuras (eu espero).
É estranho saber que vou sentir falta daqui, serão só alguns dias, mas sei que vou pensar no apê que se tornou meu cantinho com a mesma saudade que sinto de lá. Que de agora em diante, não importa em qual dos lugares eu esteja, sempre terei saudade, dos amigos que fiz de um lado, amigo que fiz de outro.
Em resumo, vou passar dias no frio e espero que pelo menos uma geadinha aconteça pra eu tirar um foto legal e colocar por aqui.

beijo, beijo, beijo
Gi.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Eu e meu mundo...

Meu mundo é um mundo estranho, entre sonhos, desejos a fantasias meu mundo se confunde, confunde o que eu acredito, mistura o real e imaginário, funde-se.
Em meu mundo as palavras brincam e o tempo parece voar, e ainda assim estar parado.
Meu mundo é um mundo estranho.
Em meu mundo ainda acredita-se que as utopias podem assim deixar de ser, que os sonhos, se bem sonhados deixam a fantasia e se tornam reais.
Em meu mundo não há riscos, não tem perigo. Anda-se sozinho a noite e pode deitar-se na calçada para ver as estrelas. Em meu mundo quando o sol nasce traz com ele o calor e quando se põe deixa a promessa de que o próximo dia poderá ser ainda melhor.
Em meu mundo não existem portas fechadas, mas uma bela quantidade de possibilidades...
Uma pena não poder estar todos os momentos em meu mundo...

Apenas um beijo,
Gi.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mau-humor

Depois de um sábado corrido e um domingo em meia fase, a semana nao está começando exatamente como eu gostaria.
Dor de cabeça, mau-humor e outras coisas que eu nem quero falar estao me perseguindo. Ou melhor, tem andado comigo.

Estou meio chata para colocar o que sinto no papel, entao deixa pra lá, volto quando me sentir melhor.

Gi.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Me diz como faz...

Me fala como faz para que amigo, assim deixe de ser;
Como fecha os olhos deixando que se afastem;
Como ter coragem de negar um passado;
Como de uma hora para outra todos os defeitos ficam sob os olofotes.

Me fala, conta pra mim.
Como se perde algo assim?
E só o que peço,
Entåo fala, conta pra mim.

Ainda espero que as coisas se expliquem,
Que o que existe de errado apareça,
Que o que era tido como certo, assim volte a ser...

Ainda espero...


beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Prova da Rinha



E foi assim:
No último sábado uma galera chegou com tudo no lar São Simeão aqui em Blumenau e fez a maior festa! Duas provas foram cumpridas e eu, como a maioria do pessoal, achei que foi uma das provas mais bem boladas das últimas gincanas de Publicidade da Furb. As equipes tinham que levar três cestas básicas para doar ao lar e também elaborar atividades como bingo, lanche, música e teatro. As equipes responsáveis pelo teatro levaram o palhaço Biribinha (que fez muito sucesso entre os velhinhos), nossa equipe era responsável pelo lanche, juntamente com outras equipes, mas a Roana (da equipe Pânico) conseguiu doação de tudo e nós entramos meio de gaiato... PARABÉNS pra ela!!!!!!
Então foi isso. Nos divertimos com amigos, fizemos nossa boa ação do dia e ainda saimos com um monte de coisas para refletir...

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sobre tantas coisas... (1)

Não. A vida nem sempre é o mar de rosas que gostaríamos, mas qual a graça se assim fosse?
Digo que o tempo anda tão corrido que quase não o encontro, tantas coisas para fazer, trabalho, faculdade, livros que quero ler e não tenho tempo, filmes para assistir, seriados que não quero perder, um jogo do corinthians que quero torcer, este blog que deixo de escrever.
É assim. O sono me perceguindo durante o dia, a insônia que não me deixa dormir quando deveria... Tudo meio fora de lugar, a vida uma bagunça suprema, a vontade de jogar pro alto e fazer tudo errado.
Mas...
Como sempre, existe um "mas".
E este, mais forte que os compromissos inadiáveis, mais urgentes que livros, jogos e seriados se faz presente nas manhãs quando a risada toma conta, quando o papo sério se transforma em piada (ou o inverso disso), quando meio baquiadas, cansadas e estressadas damos aquele apoio ou encontramos o ombro amigo, quando no meio de toda a bagunça alguém sugere um programa, uma distração, e então por mais ferrada, atarefada ou cansada, deixamos de lado a internet, esquecemos que existem professores e prazos, que o apê tá uma zona, que o tempo não nos dá tempo...
Quer saber?
Adoro quando nestas horas alguém me lembra de um mas...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mais um clic




"Quero olhar o dia com lentes coloridas e dar novo tom aos opacos ou apagados"

beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Noite para fotografar



Gosto das noites de sábado, quando a vontade de fotografar combina com o fato de ter a câmera em casa. O amor pela fotografia que começou com a primeira máquina que ganhei aos treze anos hoje, com passinhos lentos, evolui dando o conhecimento necessário para colocar em prática o que a imaginação criou.

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Só peço um tempo.

Hoje, mais do que ontem, peço ao tempo que me dê tempo.
A velha sombra, aquela que vez ou outra vem me encontrar está comigo.
Lamento que o triunfo do ser humano seja também sua derrota. O pensamento, a criatividade e a lembrança que(dizem)nos fazem diferentes e superiores é o calcanhar de Aquiles da humanidade e neste momento o meu está um pouco debilitado.
Meu maior problema é pensar demais. É mais fácil evitar o soco se sabemos que virá ou esta é apenas a causa de nossas maiores loucuras?
Só peço que me dê tempo. Amanhã quando o dia clarear e minhas idéias se acalmarem na cabeça eu me sentirei melhor. Não tão bem como me senti hoje no almoço e ri das piadas de minhas amigas, não tão bem quanto me sinto quando em casa ouvindo o barulho da criançada e sentindo o abraço maternal, não tão bem quanto me sinto ao jogar a bola de couro contra o gol. Não tão bem, mas mesmo assim estarei melhor.
Só peço ao tempo que me dê tempo.

beijo, beijo, beijo
Gi.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Minha canção preferida.

Segunda-feira, início da semana
Eu que sou bacana não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

Terça-feira, é o dia seguinte
E, por conseguinte não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

Quarta-feira, a patroa cai doente
Consequentemente não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

Quinta-feira, é meio da semana
Ainda tenho grana não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

Sexta-feira, Paixão de Jesus Cristo
E respeitando a isto não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

Sábado é, só meio expediente
E por meio expediente não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

E o Domingo é, um dia feriado
Estou muito cansado e não posso trabalhar
Não posso trabalhar, não posso trabalhar.

hehehehe!
Dia de chuva e eu sem a mínima vontade de trabalhar!

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Em cena

As luzes se apagam.
Ainda ouvem-se os murmurios do publico, ainda se escuta os barulhos dos bastidores.
Atores tiram seus figurinos, diretores recebem os cumprimentos.
Nao e como se a historia tivesse terminado, mas a deixa para um novo comeco.
Uma nova personagem ira surgir, uma nova historia comecar.
Atores respiram fundo, a plateia prende a respiracao.
Cortinas se abrem, o palco se ilumina.
A vida se apresenta em roupa de festa, entao porque nao tira-la para dancar?

beijo, beijo, beijo
Gi.

obs. Descupem os errinhos, teclado estranho novamente.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Se ganhei asas

Ganhei asas para voar, não quero o chão duro, não curto andar sobre o asfalto.
Gosto de sobrevoar os prédios e deixar que a imaginação me leve. Gosto de me apaixonar pelas coisas, me deslumbrar com uma nova descoberta ou simplesmente planar sobre um parque lotado.
Se ganhei asas foi para voar...
Não, não espere me encontrar caminhando, minha mente vagueia e meus olhos são demasiadamente rápidos para acompanhar.
Se tenho asas é para voar...

beijo, beijo, beijo...
Gi.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

selinho



Desafioe selinho, lançado pela Josi no Blog "um bom lugar"

Primeiro: Dois defeitos meus:
Sou chata e cheia de sarcasmo.

Segundo: Duas qualidades minhas:
Engraçada e criativa.

Terceiro: Música que faz parte da minha trilha nos últimos dias:
Coração pirata.

Quarto: Uma frase como um mantra:
Tatuagens são cicatrizes deixadas por sonhos, eu ainda tenho muito o que sonhar.

Seis amigos que te animam e dão força:
Jéssica: Minha maninha (não tem blog, só lê os outros)
Deisoca: Nós em cena, ela nunca escreve, mas sá está minha maninha arteira.
Bruninho: meu maninho de coração, amigo para todas as horas. (sme blog)
Josi: Um bom luga, minha tia e amoreco total.
Bela: do blog poetic girl, adoro suas palavras.
Em sexto, todos aqueles que amo e não estão na lista acima.

Bem desculpem pela demora.

beijo, beijo, beijo
Gi.

Aquela que bate

Escrevo agora, depois de hoje já ter escrito, porque ela bate.
E apesar da dor, do vazio, ainda assim, meu coração romântico e poeta, gosta de sentí-la forte. Não um tapinha no ombro, não um leve roçar de pele. Gosto de sentí-la no auge de sua força, um soco na boca do estômago, um tabefe perfeitamente aplicado na cara. Gosto que venha forte e me mostre como é estar viva e toda a beleza dos sentimentos. Que embaralhe meus pensamentos, que me leve ao chão e ao ápice em um único piscar de olhos. Que me recorde antigos momentos que me faça perceber o quão importante eles foram, o quão importante eu possa ter sido. Gosto que me desarrume os cabelos me fazendo parecer uma das personagens de Maitena: olhos esbugalhados, cabelos vermelhos alvoroçados. Gosto que se transforme em poesia, poema e fúria, que se misture ao meu sangue, que corra em minhas veias e faça disparar meu coração. Que seja adrenalina, que seja fogo, que me leve a escrever furiosaente, que me faça e ler e reler banhanda nesta emoção que mistura a saudade furiosa, o amor sincero e o carinho tranquilo.
Gosto que venha, que me arrebate, me sufoque, me faça desabafar e me veja desabar.
Não em um pranto contido, não em um choro triste, mas em palavras. Por que palavras são a minha arte, o meu sentido, minha defesa.


beijo, beijo, beijo
Gi.

Orquestra

Nunca tinha ouvido a canção, mas isso não interessava. Os acordes me embalavam e de olhos fechados eu era levada em sonhos.
O ambiente era lindo, a formação encantadora e me senti ser levada para outro tempo, quando a música era feita com mais cuidado, buscando dispertar emoções que não apenas o riso e a malícia.
Observando a orquestra e depois a jazz band tocar, percebi o quão distante estamos da cultura: um passo. Um passo que damos na direção certa, um pequeno esforço que fazemos para vivenciar e aprender algo novo. Não, eu não aprendi a tocar violino, nem sei qual dos instrumentos era o EUPHONIUM, mas escutei belas canções que eu nem sabia existir, e me deleitei em um mundo que está ao alcance da maioria, desde que ela queira chegar.

Beijo, beijo, beijo
Gi.

Obs.: Desculpem pela foto, celular não é o melhor equipamento.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Bem, desculpa ai pessoal, computador diferente, dificuldade em me relacionar com o teclado:

Sonha

Voce pode sonhar, e podendo sonhar, sonha.
Deixa que o vento lhe mova os cabelos e que o sol lhe banhe a face.
Se tiver vontade de jogar-se de olhos fechados sobre o mar revolto, se joga! E me conta mais tarde sobre o frio na barriga e o impacto na agua gelada. Sim, voce pode sonhar. E quando o fizer leva-me junto em suas aventuras, com suas palavras, o som de sua risada nevosa.
Sonha que toca nas nuvens, que seus pes caminham indiferentes sobre a grama umida.
Sonha com o luar que ilumina a noite e com o brilho de uma estrela distante. Sonha com o impossivel beijo no astro de cinema e sonha com o selinho na testa antes de dormir.
Sonha, e me leva contigo porque sonhar e uma arte e eu uma grande apreciadora dela.

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Eu que tenho medo de vacina...

Hoje foi o dia! depois de duas semanas com minha mãe ligando todos os dias para perguntar se eu já tinha tomado a vacina da gripe, eu fui.
A verdade é que não sou fã de agulhas e estaria bem mais nervosa se não tivesse uma amiga ao meu lado para me distrair enquanto esperava. Esperar é o bicho! Odioso mil vezes porque é só anciedade em cima de anciedade. Mas a Karina estava lá (ela tentou tomar, mas não deixaram por ela não ter a idade, caramba são só três meses!), então depois de rodarmos de busão em um dia de chuva, ela ficou esperando, e rindo comigo quando finalmente terminou. Depois disso, mais chuva, busão e volta pra casa, onde tomei chuva novamente! Agora dizem que pode dar reação, mas sei lá, tomei tanta chuva e cheguei em casa tão molhada que se pegar um gripe será culpa dela de qualquer jeito.
Para falar sobre o medo: passa. Sempre tive e acho que nunca poderei ver uma agulha, mas como dizem por aí é só uma picada e vale a pena se for salvar a vida de alguém.
Facinho, facinho...

beijo, beijo, beijo
Gi.

sábado, 17 de abril de 2010

Mudando a área de trabalho!

Dia de mudança

A manhã passou entre livros, papéis e uma grande bagunça.
Depois de perceber as mudanças que já ocorreram porque não modificar também o meu habitat?
Arrastei, tirei coisas do lugar e enquanto a Jê estudava em um canto eu estava em outro limpando e trocando as coisas de lugar. O resultado satisfatório, organizou um pouco minha vidinha fora de ordem e agora, depois de passar o dia nesta missão venho ao blog meio sem idéias. A minha frente as fotos dos amigos, os livros da Meg e os quadrinhos das três irmãs. Ainda não está perfeito, mas quer saber? Eu realmente não nasci para perfeição. Como disse outro dia: "Não sou lépida lepidoptera, sou vespa!"

beijo, beijo, beijo
GI.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Está mesmo chegando?

Minha irmã ontem falava sobre o inverno estar chegando e como poderíamos fazer as coisas que gostamos de fazer nesta época. Caminhar no parque depois do almoço, chamar amigos para um Fundue de chocolate e ficar vendo filmes embaixo das cobertas durante todo o domingo.
Meu coração ficou cheio de esperança, porque eu simplesmente adoro o inverno, suas cores nubladas, o sol do meio-dia, e o frio no início da noite. Mas Blumenau é quente e foi assim que amanheceu hoje. Nada de jaqueta ou moletom, o sol brilha com a mesma intensidade que teve durante todo o ano e a esperança é que o tempo esfrie um pouco para nosso primeiro passeio de inverno. Estava pensando em sanduíches e câmera fotográfica em um parque não muito lotado como cardápio principal neste final de semana.

beijo, beijo, beijo
Gi.