Mostrando postagens com marcador d.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador d.. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de julho de 2012

E só porque tenho vontade de colocar o mundo abaixo e gritar tão alto que possa arrebentar minhas cordas vocais, não significa que não posso continuar calada contemplando minha completa falta de valentia.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

...

E eu desvio a verdade para não lhe fazer mal.
Eu escondo meus sentimentos, tenho-os tão profundamente enterrados que já não sei mais se um dia serei capaz de recuperá-los.
Compactuo de uma mentira que não acredito, me fecho.
Deus! Tenho estado em pedaços por você e mesmo assim sei que não será o suficiente, nunca é.
Queres sempre mais e eu sinto que já não sou capaz de lhe prover.
Estou cansada e minhas palavras têm sido de desabafo, mesmo que sejam pela metade.
Eu preciso de silêncio,
Eu preciso de paz...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sobre continuar...

E dizem por aí que é o certo a fazer, então você continua caminhando.
E gosta de acreditar, que se trocar passos com a rapidez necessária, os dias se tornarão borrões que passam ao seu lado, mas não podem ser identificados.
Eu já estive neste lugar?
Já passei por este caminho?
Rápido demais... Sempre rápido demais...
Ninguém deseja lembrar dos precipícios, das quedas e das derrotas.
Bom é o sabor da vitória, bom é continuar, seguir em frente e acreditar que aquele borrão é parte da vida de outra pessoa, que você jamais irá pisar naquele lugar.
Então, quando avista um ponto conhecido, uma mancha que já viu em outro passeio, você pisca os olhos rapidamente e caminha. Você deseja ter asas nos pés para ir mais rápido, para continuar caminhando sem dar importância... Você sente as dores causadas pela caminhada, a sede que o exercício causa, você sente todo o desconforto de um corpo cansado, mas continua a caminhar.
Mais rápido! Mais, mais, mais veloz!
Espera voltar a ver uma boa parada, espera pelo espaço ensolarado, espera voltar a se encontrar... Porque em algum ponto desta viajem sombria, deixaste a sua alma e tem sido difícil de encontrar.
Você tem medo. Medo de olhar com atenção e revelar seu deserto, medo de perder-se entre areia e calor, medo de deixar-se levar pela loucura, de apegar-se a miragens. Você tem medo cada vez que reconhece o lugar, mas continua a caminhar. Fecha os olhos, aperta uma lágrima e continua...
Quantos quilômetros já percorreu?
Quantos lugares já visitou?
De quantos abismos já se jogou?
Rápido demais... Sempre rápido demais...

Uma lágrima,
Um suspiro,
Um delírio...

Difícil...

É estar ao lado, se quando você olha ao redor, está sozinha.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Egoísta e incapaz...

E depois de tudo, ainda ousou esperar que sorrisse, que apoiasse, que se deixasse tocar.
Era dela o coração de gelo, lhe pertencia a falta de carinho, era ela a desprovida de calor.
Que lhe importa o tempo? Que lhe importa a dor? Que lhe importa se recusou a aceitar?
E pensar que ela até tentou, pensar que por vezes ela esforçou-se em ser suporte, que mesmo quando o coração lhe negava a compreensão, renegou o sentimento e o medo para focar-se em ser apenas alicerce.
Agora era injusta e fria. Agora o silêncio se sobrepunha as palavras...
Agora era egoísta e incapaz...
E engolia as palavras com gosto de fel se recusando a pronunciá-las, uma recusa calada de machucar.
Que lhe queimasse a garganta, que lhe "fodesse" a alma corrompida e triste.
Que continuasse a sorrir amarelo enquanto deixava escapar uma piada infeliz...
E continuaria a se sentir traída, continuaria a pensar que em algum momento fizera algo de errado, que havia um ponto, uma vírgula, algo que colocara fora do lugar...
Era egoísta e incapaz...
Apenas isso, a única definição aplicável ao lamentável ser.

beijo,beijo, beijo

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

????

A caminhada de volta para casa é sempre recheada de pensamentos, nem sempre bons pensamentos.
Ao fazer uma constatação, respirei uma, duas vezes... É sempre difícil admitir em voz alta. Tem aquele pouco de vergonha, o pouco de desespero, o pouco de súplica, então, meio como um gemido a frase me escapa aos lábios e eu percebo tristemente:

Eu não sei o que fazer.

E não apenas em um, mas uma série de assuntos que vão ficando sem respostas. Coisas que eu quis demais por tanto tempo e já não tenho certeza, sonhos que eu tenho medo que jamais venham a se realizar. Eu simplesmente não sei o que fazer.
E eu queria aprender a chorar, aprender a derramar por glândulas lacrimais o que é incerto e o que é triste, mas faz tanto tempo...

Um, dois respirar profundo,
Um suspiro.

sábado, 15 de outubro de 2011

As vezes...

Ficar muito tempo sozinho, faz com que você se acostume ao silêncio, com que aprecie mais as batidas suaves do próprio coração.
Me perguntam porque voltei, porque me preocupei se o sentimento já havia passado, mas a verdade é que não se foi. Não irá assim tão facilmente. Está comigo há tempo demais, já marcou território, resolveu ficar e eu já não tenho certeza se quero expulsá-lo.

beijo, beijo, beijo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fora de mim

Tem tempos que queremos esquecer da vida que levamos, 
Fazer de conta que não somos nós, nesta vida, mas um outro que se apodera da gente para nos ajudar a esquecer. E nesta vida dupla sorrimos sorrisos largos, deixamos brilhar o olhar, encenamos...
Então, quando a noite chega, tiramos a máscara de felicidade, lavamos do rosto as lágrimas silenciosas e fechamos os olhos ainda ardentes que revelam uma vida que desejamos esquecer. É neste momento que revelamos a nós mesmos quem somos, nos deixamos lamber as feridas, tratar os machucados para recomeçar...


As vezes só quero esquecer...
beijo, beijo, beijo...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Apenas minha hipocrisia...

Por que todo mundo é sim um pouco hipócrita e não me vejo fugir a regra...
Por que aconselho e sou aconselhada sobre coisas que não vou seguir,
E finjo levar a vida a sério, finjo que ela não é lá grande coisa...
Finjo nesta página que sou boa moça, que meus defeitos são apenas motivo para que eu possa fazer piada.
Me finjo de boa pessoa, faço-de-conta que sou dotada de cultura e bom gosto enquanto a merda toda se agiganta em meu peito que é feito de confusão, desejos e sonhos...
Apenas porque vivo em um mundo de Hipócritas e tem sido bem mais fácil fazer parte dele do que me rebelar contra todas as coisas que intimamente condeno, que me fazem mal.
Tenho sido apenas mais uma e para ser sincera não vejo meio de ser completamente feliz esmurrando a multidão. Fico eu com meus medos e sonhos enquanto sigo representando meu papel nesta sociedade decaída e triste que finge ser politizada, correta e cheia de valores...
E apenas porque me finjo de boa moça, escrevo que estou sendo completamente sincera neste momento. Quem é verdadeiramente sincero nestes tempos?

um sorriso forçado e dois beijos ao vento...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

As vezes...

Parece que todas as coisas estão no lugar errado, mas sou apenas eu...

e fica para terminar em outro momento.

gi.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Existem dias...

Que meu mundo fica de pernas pro ar e eu sinto-me demasiadamente tola, até mesmo para colocar palavras neste espaço...

...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

... (2)

E cá estou eu novamente.
Estranho por que fico um tempo sem aparecer então a fome acontece.
Não sei se escrevo porque tenho algo a dizer ou é apenas minha alma inquieta, tentando colocar para fora de alguma maneira.
Que sou inquieta? bem é verdade, sempre fui.
Tenho esta coisa, um misto de raiva e tristeza que me incomoda quase todo o tempo.
As vezes sinto mesmo que deveria fugir, sumir no mundo, não voltar mais.
Mas a verdade é que não posso fugir DO mundo e se eu for tudo que desprezo vai comigo...
E eu seria aquele tipo de pessoa que não se importa, quando me importo tanto.

Quero as chaves do meu fusquinha,
Quero um dia com minhas amiga,
Quero não me importar mais,
Quero deixar toda a merda para trás.

Hoje estou mesmo muito, muito chateada e nem sei porque...

Uma lágrima, um sonho, uma bandeira de paz.
Gi.

...

Eu estive pensando...
Minha mãe odeia que eu comece a frase desta maneira, mas a verdade é: "eu estive pensando"
Que cada um dá valor à coisas diferentes,
Que em uma mesma família, pode se crer em coisas diferentes,
Que nem sempre o abraço é sinal de paz.
Estive pensando nas belas cenas que vimos no cinema,
Nos sorrisos sinceros que algumas vezes presenciamos,
Nos olhos e olhares...
Por que não sei definir onde a diferença se encontra mas ela está ali. Presente! Latente!
Por que não sei quantas vezes ainda irei chorar de saudade ou se meus olhos verão com a mesma cor o que vi um dia.
Por que olhar de criança é limpo, puro, mas também pode ser... Bem, ele pode.
Estive pensando no número de vezes que é preciso respirar antes que termine o dia e em quantas vezes vou sentir medo de deixar a segurança do apartamento, sem saber o que lá fora me aterroriza.
Andei pensando em como terminar as histórias que comecei,
em como dizer o que me incomoda,
em como não me incomodar mais
Quem sabe minha mãe tenha mesmo razão e "estive pensando" seja mesmo terrível...

beijo. beijo. beijo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

...

Não é sempre que me sinto assim, mas as vezes a vontade é de dar as costas sem se importar com as pessoas que vai magoar no processo. Vontade de simplesmente sair esquecer de quem depende de ti, de quem espera algo diferente...
Estou tentando melhorar, mas tentar ser melhor, depende um pouco de que as pessoas também sejam melhores para ti. Não dá para segurar as pontas o tempo todo, manter o barco no rumo, se você nem quer ir ao mesmo lugar.
Eu nunca tinha tido dúvidas, mudo de ideia  tempo todo, mas no momento em que tomo uma decisão, aquela passa a ser uma verdade e eu passo a lutar para que se realize. Tenho aprendido a duras penas que nem todos vêem as coisas da mesma maneira e o que eu vivi, não foi o mesmo que as pessoas ao meu redor. Tenho aprendido a ser mais tolerante com o que eu achava intolerável e estou tentando viver com o fato de que nem sempre é bom magoar-se para não magoar os outros. É sério, as vezes eles simplesmente não merecem esta atenção.
Estou tentando me conhecer melhor, entender os medos que trago e as escolhas que fiz. Hoje sei que nem tudo é irreversível, mas que é preciso mais que apenas vontade para seguir em frente.
Tenho aprendido a confiar mais, mas ainda tenho medo.
Aprendido a não ser tão burra, mas ainda cometo os mesmos erros.
Aprendido a olhar o todo de uma situação, mesmo que isso me irrite imensamente.
Exercitar a tolerância é ainda mais difícil quando se vive em um mundo de intolerantes.
Mais duro mesmo é ver que não é o cenário, mas você que está fora de lugar.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

quando tudo se mistura

Aqui em meu coração as coisas andam um pouco misturadas nestes dias. Fico tentando encontrar o equilíbrio entre meus picos de euforia e tristeza, acostumando-me com estes momentos de angústia e me deixando libertar nos quinze minutos de alegria.
Inquieta, já não tenho mais aqueles instantes de concentração de que dispunha em outro tempo. Dizem que as coisas pioram antes de melhorar e coloco ali minha esperança.
Onde foi minha calma? Que terá acontecido com a paz de que um dia desfrutei?
Imaginei que nas férias as coisas tomariam seu lugar, mas tenho descoberto que era apenas ilusão.
Iludi-me como criança pequena que acredita, mesmo contra todas as possibilidades, que Papai Noel existe e que coelhos, apenas na páscoa, colocam ovos de chocolate.
Já não sei mais se me encontro em sonho ou realidade, se vivo ou apenas me obrigo a sobreviver. Passam-se os dias... Tão rápido, tão demasiadamente lerdos. E eu, este poço de antagonismos, este ser de inconstâncias e indecisões. Eu, que deveria ter encontrado a resposta, que deveria ter explicação para todas estas coisas, que deveria saber definir e descrever. Eu que continuo a caminhar de olhos fechados, que me recuso a ver o que está por perto, que fujo da permanência, que evito laços e promessas... Eu que já não reconheço o reflexo no espelho que sorrio frio para não congelar, que aqueço o coração com o veneno da saudade porque não quero alimentar outro sentimento que acabarei por perder.

Eu guardo tranqueiras tentando guardar momentos, seguro lágrimas porque já perdi demais, amarro as palavras para que não me escapem.

Um beijo, uma lágrima, um suspiro.
Gi.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Viagem...



Se encheu de prozac como se pudesse aplacar a bulimia que ela nem sabia se realmente existia.
Sua mãe tinha as faces pintadas de rosa, mas era o lápis preto ao redor de seus olhos azuis de menina que incomodavam o mundo.
Estranhava o nome que as pessoas dão as coisas. Coisas que nunca experimentaram mas que fingem conhecer, pretendem se fazer acreditar que têm intimidade.
Quantos apologistas a movimentos não conhecem sua causa? Quantos vegetarianos realmente acreditam no que fazem, quantos foram fisgados pela moda verde?
Ela mesma se deixou levar pela moda do preto e pintou os belos cachos dourados...
Era mesmo necessário que fosse julgada, rotulada e colocada de lado?
Colocou os óculos escuros para ocultar o vermelho da viajem, fechou a jaqueta para se livrar do frio.
Seu quarto que já havia apresentado brancas paredes nuas estava repleto de fotos de pessoas e lugares que ela pensava conhecer. Seus antigos amigos pregavam-lhe peças e sorriam em fotografias amareladas. Onde mesmo fora parar a máquina infantil e analógica que ganhara do pai em seus oito anos?
Lembrava-se de que era amarela, o protetor da lente formava a cara de um cãozinho que agora brincava pelo quarto. Porque jamais lhe deixaram ter um bichano como aquele? Sua mãe lhe dizia que davam trabalho, mas deixava que fosse com a empregada até o zoológico municipal ver os macacos e tigres que eram malcheirosos, mas lhe faziam sorrir.
O pai lhe levava à praia nos fins de semana... Onde ele estaria naquele momento? Seu último postal era de Paris, mas com aqueles dois era impossível saber. Uma segunda lua-de-mel para apagar as brigas e traições, dinheiro direcionado aos bolsos de alguma secretária, amassos com o jardineiro na garagem. Os dois eram patéticos, mas faziam terapia. O terapeuta lhes arrancava os olhos, mas sentavam lado-à-lado uma vez por semana, dinheiro bem gasto...
Fechou os olhos quando o cãozinho aproximou-se de seu rosto, mas não sentiu o áspero toque da língua. Perfeito sua mãe diria que estava dopada, mas ela sabia o quão chapada realmente se sentia.
Fodam-se as convenções da sociedade, fodam-se os terninhos rosados, os cartões sem limite, a cama de dossel na qual estava sentada. Fodam-se os que acreditam e os que simplemente ignoram...
Fechou os olhos tomada pela paz que o remédio lhe dava. Quando a manhã chegasse a velha empregada lhe traria um copo de achocolatado e lhe faria um carinho para recebê-la daquela estranha viagem.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Eu abro, fecho e dou as costas.
As palavras me fogem, fica o sentimento de que algo está fora do lugar...
O tempo passa, fica a ausência...

Um olhar,
Um passo,
A distância...
Gi.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

...

A vida se revela em palavras que não quero ler.
O ser humano comete erros, decepciona e não pode voltar atrás.
Hoje estou assim, um pouco sem entender esta coisa estranha aconteceu.
Meio surreal pela maneira, triste e difícil de acreditar.
Quero digerir as novas informações que recebi pela manhã...
Quero acreditar que tudo ficará bem...

beijo triste
Gi.

sábado, 9 de outubro de 2010

saudade...

Queria escrever sobre um livro, uma música ou um CD. Queria escrever sobre qualquer coisa que estivesse ao lado, mas não dentro de mim. Escrever sobre banalidades como o clima o trânsito ou futebol. Só não queria escrever sobre o que se passa por aqui...
Estou cansada dos julgamentos, cansada mesmo, acredite. Não é da boca para fora.
Em minha boca os palavrões dançam, e as vezes me esforço em não deixá-los escapar...
Mas quer saber? Antes fora que lá dentro - Penso então com um dar de ombros mau-educado antes de deixá-los sair...
Merda, Droga, Ca... (bem este é feio demais para deixá-lo escrito por aqui)...
E em um sábado à tarde depois de devorar um sanduíche sozinha e deixar de lado o trabalho que deveria estar fazendo só posso pensar na saudade que tenho e na falta que me fazem os sorrisos que estão distantes...

Jaque, Déia, Marília e Moniquinha...
Saudade hoje dói.

sábado, 2 de outubro de 2010

...e

Estranho como as vezes preciso tirar tudo do lugar, para reencontrar quem sou.

Removo os livros da estante, tiro as revistas do lugar, jogo coisas que não uso mais com um certo sentimento de culpa, como se com a revista Mtv e o chaveiro antigo também fosse para o lixo uma parte de mim.
Tiro o pó que a um tempo vem me incomodando e me incomodo com o que não é tão simples resolver.
Eu protelo as pequenas despedidas e assumo que tenho dificuldade em deixar o tempo passar.
Modifiquei minha vida tantas vezes, foram tantas curvas no caminho... Tantas possibilidades e decisões tomadas... Coisas que não tem mais volta... Já nem sei se gostaria de voltar...
Cansada de colocar a máscara com o sorriso, mas já mostrei muito por hoje;
Quando amanhã chegar interpreto meu papel por mais um tempo... Até que outra semana termine...