Eu estive pensando...
Minha mãe odeia que eu comece a frase desta maneira, mas a verdade é: "eu estive pensando"
Que cada um dá valor à coisas diferentes,
Que em uma mesma família, pode se crer em coisas diferentes,
Que nem sempre o abraço é sinal de paz.
Estive pensando nas belas cenas que vimos no cinema,
Nos sorrisos sinceros que algumas vezes presenciamos,
Nos olhos e olhares...
Por que não sei definir onde a diferença se encontra mas ela está ali. Presente! Latente!
Por que não sei quantas vezes ainda irei chorar de saudade ou se meus olhos verão com a mesma cor o que vi um dia.
Por que olhar de criança é limpo, puro, mas também pode ser... Bem, ele pode.
Estive pensando no número de vezes que é preciso respirar antes que termine o dia e em quantas vezes vou sentir medo de deixar a segurança do apartamento, sem saber o que lá fora me aterroriza.
Andei pensando em como terminar as histórias que comecei,
em como dizer o que me incomoda,
em como não me incomodar mais
Quem sabe minha mãe tenha mesmo razão e "estive pensando" seja mesmo terrível...
beijo. beijo. beijo
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Sobre o que não se vê
O garoto tinha cabelos moicanos a garota tinha corte joãozinho.
Em seus corações a pureza de quem não liga para o que os outros pensam, quem não se importa com o que os outros estão fazendo.
As vezes é tão difícil ser você mesmo, não dar ouvidos aos comentários maliciosos e ignorar o que se fala ao seu redor.
O garoto não esperava ser lindo, queria apenas ser ele mesmo...
A garota não queria ser deslumbrante, apenas diferente.
Porque existe beleza no exótico, porque se olhava no espelho e gostava do que via, porque não devia satisfação a mais ninguém.
Quem foi que disse que o correto é o que a massa segue?
Quem acredita que é menos bandido o cara que usa colarinho branco?
Quem garante que o herói do dia não é o cara todo tatuado que espera o ônibus ao seu lado?
Quem disse que é preciso usar claras cores para ser um anjo?
É cansativo ter de explicar as mudanças,
Dar satisfação sobre cada novo caminho...
Enfadonho pensar que queiram saber mais quem aparento ser do que quem sou...
Estou cansada destes rótulos que damos, as tribos que inventamos, as marcas que veneramos...
Estou mesmo de saco cheio de viver cercada de comentaristas que apenas observam a vida dos outros quando deveriam dedicar seu tempo em viver a sua...
um beijo, dois arranhões...
Gi.
Ps.: Que se manifeste aquele que não atirou pedras...
Em seus corações a pureza de quem não liga para o que os outros pensam, quem não se importa com o que os outros estão fazendo.
As vezes é tão difícil ser você mesmo, não dar ouvidos aos comentários maliciosos e ignorar o que se fala ao seu redor.
O garoto não esperava ser lindo, queria apenas ser ele mesmo...
A garota não queria ser deslumbrante, apenas diferente.
Porque existe beleza no exótico, porque se olhava no espelho e gostava do que via, porque não devia satisfação a mais ninguém.
Quem foi que disse que o correto é o que a massa segue?
Quem acredita que é menos bandido o cara que usa colarinho branco?
Quem garante que o herói do dia não é o cara todo tatuado que espera o ônibus ao seu lado?
Quem disse que é preciso usar claras cores para ser um anjo?
É cansativo ter de explicar as mudanças,
Dar satisfação sobre cada novo caminho...
Enfadonho pensar que queiram saber mais quem aparento ser do que quem sou...
Estou cansada destes rótulos que damos, as tribos que inventamos, as marcas que veneramos...
Estou mesmo de saco cheio de viver cercada de comentaristas que apenas observam a vida dos outros quando deveriam dedicar seu tempo em viver a sua...
um beijo, dois arranhões...
Gi.
Ps.: Que se manifeste aquele que não atirou pedras...
domingo, 3 de abril de 2011
Sobre nada de mais...
Bem, hoje é domingo...
Levantei cedo e sai rumo a Universidade... É que hoje tem curso sequencial e tenho que trabalhar...
A manhã passou lentamente (porque não é assim quando não tenho nada para fazer?), almocei em casa (maninha já tinha almoçado, mas ficou por ali me fazendo companhia), voltei à FURB e cá estou, esperando que termine por que tem tantas outras coisas coisas esperando por mim.
Mas admito que me diverti bastante, sempre é bom trabalhar com o pessoal do curso...
beijo, beijo, beijo
Gi.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Que porra! Que merda! Que vontade de nada dizer...
Queria a coisa certa para dizer ao vazio;
Queria que meus passos não afundassem nas poças que reúnem a água da chuva;
Queria que o guarda-chuva fosse grande o suficiente para manter segura.
Queria, quem sabe, em um dia quente fechar os olhos e deixar a água lavar minha alma, e como diria uma amiga minha, por em terra meus pecados, deixar correr...
Queria não chegar tão cansada e ter vontade de olhar as palavras,
Queria ter certeza sobre meus sonhos, queria não ter de esperar pelo futuro...
Queria ser menos egoísta e pensar menos no que deixei, queria o benefício da dúvida, qdo tenho certeza de ter agido certo...
Queria saber porque é tão difícil...
Mesmo quando a vida parece perfeita,
Mesmo quando as peças se unem ao meu redor,
Mesmo quando pareço ter me modificado,
Mesmo quando estou feliz.
Ainda assim fica a porra da saudade,
Ainda sobra a palavra a me perceguir
Ainda o sentimento preso em meu peito por uma fíbula que não se solta.
Uma fíbula? Um alfinete, nada mais que isso, alfinete em palavra bonita aguçando em meu peito a dor da saudade.
Que porra! Que merda! Que vontade de nada dizer...
E quando me faltam palavras ainda sobra um palavrão: Caral...
Palavrão também é palavra, e é palavra em letra maiúscula que é para ficar claro o sentimento...
Palavrão poderia ser também amor e carinho, mas estas "palavrinhas" são ditas em sussurro no ouvido, não são largadas ao vento...
Quero largar as palavras ao vento... Quero gritar palavrões e não ser criticada por isso...
Quero esquecer a sensatez e me deixar encantar pela irresponsabilidade...
Quero...
Bem esquece o que eu quero...
Acho que eu mesma já me esqueci...
beijo, beijo, beijo
Gi.
Queria que meus passos não afundassem nas poças que reúnem a água da chuva;
Queria que o guarda-chuva fosse grande o suficiente para manter segura.
Queria, quem sabe, em um dia quente fechar os olhos e deixar a água lavar minha alma, e como diria uma amiga minha, por em terra meus pecados, deixar correr...
Queria não chegar tão cansada e ter vontade de olhar as palavras,
Queria ter certeza sobre meus sonhos, queria não ter de esperar pelo futuro...
Queria ser menos egoísta e pensar menos no que deixei, queria o benefício da dúvida, qdo tenho certeza de ter agido certo...
Queria saber porque é tão difícil...
Mesmo quando a vida parece perfeita,
Mesmo quando as peças se unem ao meu redor,
Mesmo quando pareço ter me modificado,
Mesmo quando estou feliz.
Ainda assim fica a porra da saudade,
Ainda sobra a palavra a me perceguir
Ainda o sentimento preso em meu peito por uma fíbula que não se solta.
Uma fíbula? Um alfinete, nada mais que isso, alfinete em palavra bonita aguçando em meu peito a dor da saudade.
Que porra! Que merda! Que vontade de nada dizer...
E quando me faltam palavras ainda sobra um palavrão: Caral...
Palavrão também é palavra, e é palavra em letra maiúscula que é para ficar claro o sentimento...
Palavrão poderia ser também amor e carinho, mas estas "palavrinhas" são ditas em sussurro no ouvido, não são largadas ao vento...
Quero largar as palavras ao vento... Quero gritar palavrões e não ser criticada por isso...
Quero esquecer a sensatez e me deixar encantar pela irresponsabilidade...
Quero...
Bem esquece o que eu quero...
Acho que eu mesma já me esqueci...
beijo, beijo, beijo
Gi.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Sobre tantas coisas... (1)
Não. A vida nem sempre é o mar de rosas que gostaríamos, mas qual a graça se assim fosse?
Digo que o tempo anda tão corrido que quase não o encontro, tantas coisas para fazer, trabalho, faculdade, livros que quero ler e não tenho tempo, filmes para assistir, seriados que não quero perder, um jogo do corinthians que quero torcer, este blog que deixo de escrever.
É assim. O sono me perceguindo durante o dia, a insônia que não me deixa dormir quando deveria... Tudo meio fora de lugar, a vida uma bagunça suprema, a vontade de jogar pro alto e fazer tudo errado.
Mas...
Como sempre, existe um "mas".
E este, mais forte que os compromissos inadiáveis, mais urgentes que livros, jogos e seriados se faz presente nas manhãs quando a risada toma conta, quando o papo sério se transforma em piada (ou o inverso disso), quando meio baquiadas, cansadas e estressadas damos aquele apoio ou encontramos o ombro amigo, quando no meio de toda a bagunça alguém sugere um programa, uma distração, e então por mais ferrada, atarefada ou cansada, deixamos de lado a internet, esquecemos que existem professores e prazos, que o apê tá uma zona, que o tempo não nos dá tempo...
Quer saber?
Adoro quando nestas horas alguém me lembra de um mas...
Digo que o tempo anda tão corrido que quase não o encontro, tantas coisas para fazer, trabalho, faculdade, livros que quero ler e não tenho tempo, filmes para assistir, seriados que não quero perder, um jogo do corinthians que quero torcer, este blog que deixo de escrever.
É assim. O sono me perceguindo durante o dia, a insônia que não me deixa dormir quando deveria... Tudo meio fora de lugar, a vida uma bagunça suprema, a vontade de jogar pro alto e fazer tudo errado.
Mas...
Como sempre, existe um "mas".
E este, mais forte que os compromissos inadiáveis, mais urgentes que livros, jogos e seriados se faz presente nas manhãs quando a risada toma conta, quando o papo sério se transforma em piada (ou o inverso disso), quando meio baquiadas, cansadas e estressadas damos aquele apoio ou encontramos o ombro amigo, quando no meio de toda a bagunça alguém sugere um programa, uma distração, e então por mais ferrada, atarefada ou cansada, deixamos de lado a internet, esquecemos que existem professores e prazos, que o apê tá uma zona, que o tempo não nos dá tempo...
Quer saber?
Adoro quando nestas horas alguém me lembra de um mas...
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