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domingo, 26 de junho de 2011

falta.

Textos sobre amizade sempre mexem comigo. Divido meus pensamentos entre os amigos que perdi e aprendi a esquecer, os amigos que mesmo que tentasse jamais esqueceria, os amigos que estão por perto, aqueles que eu não vejo faz um tempo... Estas pessoas que roubaram espaços, tomaram posse, assentaram e jamais serão realocadas. Estas pessoas que vivem em meus pensamentos, seguram meus piores momentos, tem os melhores abraços, as palavras perfeitas...

Apenas sinto falta.

beijo, beijo, beijo

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Partiu para Portugal

Postado hoje, meu filhinho partiu para Portugal.
Presente à uma amiga querida que mesmo distante, toca-me com suas palavras...
Algo que eu deveria ter feito antes, mas fui deixando, e deixando...
Bem, partiu, chega em mais ou menos 10 dias e espero que ela goste.

beijo, beijo, beijo
à amiga bela em especial

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sobre o que ficou no passado...

É engraçado como sempre penso que deixei no passado, mas as lembranças vivem a me seguir. Um uniforme azul do outro lado da rua, as palavras que foram repetidas entusiasmadamente, o símbolo tatuado em quem não perdeu o amor. Estopins em uma mente cheia de lembranças, trazem a tona histórias que eu pensava já ter esquecido. Com as lembranças vem a vontade de voltar, de aventurar-me com amigos que se tornaram irmãos e que agora, assim como eu, já não estão lá.
A vida levou cada um de nós a um lugar diferente, separou-nos, tirou de nós o que nos fazia invencíveis e assustadoramente imprevissíveis. Como era bom sentar ao redor do fogo, o fogo que poderia ser nosso único símbolo pois em sua presença éramos mais fortes, seguros e inegavelmente, mais irmãos.
Ao lado destes imãos vivi grandes aventuras, ao lado deles me emocionei, ao lado deles me deixei fraquejar.
Não foi apenas o tempo que nos levou, foram também as palavras, a vida demasiada cheia, vivida em um dose grande demais para nossos lábios. Nos apaixonamos, brigamos, nos separamos e voltamos a nos encontrar. Algumas pessoas que me foram caras hoje já nem lembram mais de mim, outras parecem manter aquele olhar que tinham em uma época em que eu sabia o que dizer e como fazê-lo.
Lembro de brigar por minha tropa, dos que ficaram ao meu lado quando o punhal veio de um lugar inesperado, da cicatriz que ainda queima...
Tantas, tantas histórias... Elas parecem jamais se apagar, saídas de um passado próximo, assombrando-me em um sábado solitário...
Queria uma história de Delta para o que sinto agora...

Beijo, beijo, beijo...
Em especial aqueles amigos que jamais me deixaram sozinha.

sábado, 18 de setembro de 2010

Fazendo o balanço...

A pouco ouvi uma canção, li um ótimo texto, ri com minha  irmã e uma amiga realmente querida... Agora penso no balanço. Pode ser que minhas palavras sejam ditadas por um sentir-se embriagada, mas não sei se é pela bebida doce de mulherzinha ou pela alegria em perceber minha sorte. Poucas pessoas podem dizer que fizeram o que eu fiz. Nem todo mundo desceu de rapel (mesmo com muito medo), nem todos mantém amigos de infância e continuam a fazer mais amigos, nem todos tiveram a chance de recomeçar.
Eu fui uma criança sapeca, brinquei de bola, andei de "bike", patins e carrinho de rolimã (este ainda guardo com muito carinho). Fui à escola, fiz birra, passei de ano (por muitos anos) sem me preocupar com notas ou em estudar. Devorei vários livrinhos em uma tarde, assisti Lucas Silva e Silva no mundo da lua e dancei. Mesmo sem o mínimo de coordenação motora.
Masquei chiclete até uns dez anos, quando peguei nojo. Acabei com pacotes de biscoitos em um dia. Acampei sempre que tive vontade, e raramente me estressei com o pensamento dos outros. Fiz quase tudo que tive vontade e as vontades que guardo ainda posso realizá-las desde que continue lutando.
Tive algumas histórias mal resolvidas, me iludi em alguns momentos, e teve um tempo em que gostei mais de poesia do que de mim mesma, mais das palavras que da vida, mais das tristes figuras que de corações reluzentes.
Eu com meus altos e baixos, tive ao meu lado pessoas incríveis, que me ensinaram quando achei que não tinha mais o que aprender, e me levaram nos ombros quando quis me perder.
Fui referência para alguns e deixei irados a outros. Me sujei de lama, dormi ao relento, vivi aventuras em companhia dos melhores sorrisos e guardo cada um deles com mais carinho do que saudade.
Se por um tempo eu lutei por causas perdidas, hoje me habituei, não a esquecê-las, mas a ter calma ao tentar resolvê-las. Aprendi com meu pai a ter paciência e com minha mãe a não esquecer.
Aprendi com meus amigos que não devemos desistir de quem amamos, que devemos dizer a eles o que sentimos, que uma gentileza pode ser simples para quem recebe, mas conforta o coração de quem faz.
Aprendi mais e ainda estou aprendendo, vivi muito e continuo fazendo. As vezes demasiadamente feliz, outras com aquela angústia que aperta o peito. As vezes ao lado, as vezes distante, na maior parte do tempo com carinhosa saudade.

Abraço saudoso em meus pais, beijo estalado aos amigos, aos amores ficam os olhos que ainda podem dizer mais.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Pizza, batida e sorrisos

Hoje é sexta-feira, dia de pizza, batida de chocolate (que minha mãe mandou da festa), e grandes amigas!
Bem, não é segredo que estamos sozinhas na cidade e assim como nós, algumas de nossas amigas estão na mesma situação. Então, quando chega o final de semana, gostamos de fazer estes pequenos encontros onde batemos um papo relaxado, pedimos pizza e deixamos o tempo passar.
O programa geralmente tem uma pequena variação, mas de uma maneira geral é assim... Começa bom, para terminar ainda melhor. Histórias que são contadas, novos apelidos que acabam surgindo e uma porção de códigos que são divididos.

Uma boa noite me espera!

beijo, beijo, beijo
Gi.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Aquela aventura

A aventura chegou ao fim...
Como se fosse possível chegar ao fim sem finalmente finalizar.
Mas a programação foi efetuada com sucesso e o riso arrancado dos lábios premiou aos aventureiros.
Não que tenha sido algo espetacular, na verdade muitos podem achar um besteira, mas nem todo mundo teve a chance de fazer um passeio como o nosso.
Saimos na madrugada de sábado, subimos serra, paramos para ver o "visual".
Quando chegamos lá, alguns foram descansar, outros (neste caso apenas eu) ficaram por ali de bobeira, esperando o tempo passar com a cabeça cheia de tinta e um sono enorme!
À tarde, jogar handebol (ou ficar um bom tempo esperando), fazer careta em cima da bicicleta do Thi, ficar muito, mas muito cansada e depois de um banho quente se arrumar para a festa.
Não curto muito (melhor, não curto nada), usar vestido, nem maquiagem, mas as meninas ganharam e sai de casa fingindo ser mulherzinha e não a garota moleca que todo mundo conhece.

É gente, final de semana foi doido e as fotos de vestido não ficaram muito boas, mas quem sabe uma outra hora eu coloque por aqui...

Texto estranho, acho que faltou minha marca, mas está aí nossa pequena aventura em poucas palavras...

beijo, beijo, beijo
Gi.

domingo, 18 de julho de 2010

Sobre uma pequena grande amiga...

Estou ainda impressionada. Escrever hoje não fazia parte de meus planos...
Mas a amiga me surpreendeu com palavras inesperadas e de repente ficou difícil permanecer calada.
Minha intenção, e quem sabe o certo a fazer, seria responder da mesma forma, com um depoimento no orkut e palavras que tendassem lhe definir, mas é aqui que eu grito, aqui coloco em revista meus sentimentos.
Eu amo meus amigos. Amo falar sobre eles, contar suas proezas, rir com eles de seus deslizes, estar ao seu lado quando precisam de mim.
Com esta amiga não é diferente. De início eram cumprimentos polidos no final da aula, as vezes nos falávamos, mas era raro. Sou grata a amiga que fez com que nos aproximássemos, grata ao professor que pediu o trabalho em equipe, grata a ela por me deixar ficar.
Muito tenho aprendido com esta jovem garota, que tem uma indiscutível maturidade para enxergar as coisas importantes da vida e que me ajuda a fazer piada quando o clima fica um pouco tenso.
Minha amiga é simples nas atitudes, não complica o básico, é sincera e resolve seus problemas com invejável força e clareza. Me assusta que seja tão decidida quando sou tão confusa e tão independente quando sou o oposto.
Minha amiga a pouco me assustou com a possibilidade de ficar distante. Confesso ter pensado durante todo o dia no que me falou naquela tarde. Queria lhe dar o apoio necessário, mas junto com o medo de me afastar, veio também o medo de que não desse certo.
Eu queria ter as palavras perfeitas para lhe dizer, o adjetivo que tivesse o encaixe certo.
Quem sabe eu ficaria a noite toda aqui desfiando esta amizade leve e divertida, este carinho que tenho, a falta que senti ao ler suas palavras...
É Kah, quem sabe seja preciso mais que um livro para descrever sua maravilhosa personalidade.

Te adoro amiga!

beijo, beijo, beijo
Gi.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A vida é bella!





A semana se arrastou deixando distante o dia esperado. Mas não a espera anciosa de quem não vê a hora que aconteça, a espera cansada de quem quer que logo termine.
Foi assim a princípio e revelou-se uma deliciosa surpresa no final. A Monica minha irmãzinha de coração veio nos visitar e quando ela chegou, trouxe com ela a sensação de que tudo daria certo, e deu.
A festinha de Jê foi muito boa e no final dela, buscar dois colchões que a Karina (amizade relativamente nova, mas por quem já nutrimos um carinho enorme!) também vai dormir aqui. O Apê minúsculo ficou lotado, mas quem liga? Rimos um montão contamos piadas tiramos onda umas das outras. Outro dia, jogo da Alemanha e a Kah foi a única a torcer pela Argentina, mas a Monica ganhou a cena, engatinhando pelo apê quando saiu o quarto gol e gritando: - Tomou de 4 Maradona! (risos). Esquentar o cachorro-quente, abrir uma latinha de cerveja. Eu até tentei beber, mas a verdade? Não gosto.
A Karina tinha que ir embora - Mas já? Fomos todas com ela! Carregadas de sacolas de besteiras para o café da tarde subimos e descemos morro até o outro bairro onde ela mora. Lá, um pouco de tv e depois? Cinema!!! Bora pro shopping assistir Eclipse! Cinema lotado, pipoca e pepsi. Voltamos pro apê da Kah e neste momento já tínhamos lhe convencido que o melhor era ela voltar com a gente, para darmos uma lavada na Jê e na Mô no jogo de truco. Um pouco de TV, café da tarde, ou melhor, jantar. Voltamos pro apê. No domingo limpar o salão, dar um jeito na bagunça do apê, almoçar no giassi e nos despedir da Kah, depois da Mô que uma hora teriam que ir. A noite ainda fomos a missa, e pra fechar com chave de ouro, perdi o ponto onde deveríamos descer e fizemos a mair viajem até o terminal.
É final de semana delicioso é assim, dá vontade de contar pra todo mundo só pra provar que a vida é bela e nas pequenas coisas provamos que a felicidade ainda existe!

beijo, beijo, beijo!
Gi.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Saudade...

Hoje, depois de um tempo um pouco distante, ela bateu, com uma força maior (quem sabe fortalecida pelo tempo em que andei distraida) mais forte!
Saudade é uma coisa estranha e apesar da dor, acredito que sentí-la é apenas um sinal, a marca que levamos por amar alguém, sentir sua falta...
Minha mãe, meu bem mais precioso, motivo de um orgulho sem tamanho, razão pela qual me faço forte, e tento esquecer que estamos distantes...
Meu pai, com suas manias e birras, seu abraço mais forte que o mundo, seu sorriso protetor e seu jeito calado de dizer com os olhos que estará tudo bem...
Minha casa, pequena e feia com suas paredes coloridas e seu forro desgastado a gata brava pulando na cama de madrugada...
Minha cidade, com suas ruas largas, suas festas de igreja, suas pessoas interioranas e amistosas...
Meus amigos, que fazem parte de quem sou, com seus sorrisos descompromissados, seu carinho generoso, sua capacidade de estar sempre lá...
Minhas irmãs de sangue, meu irmão de coração. O moleque que conheci bebê e que esteve ao meu lado sempre, meus melhores e piores momentos como um irmão verdadeiro, criado em casa trocada, mas sempre perto, sempre comigo...
Minhas irmãs escolhidas, que dão o melhor abraço, aquele cheio de carinho... Que tem os olhos mais siceros e os corações mais puros...
Minhas amigas irmãs, que teêm suas vidas corridas, mas que me dão passagem, me abrem uma brecha, quando assim eu preciso, quando consigo estar lá...
Meu raio de sol, a escola em que cresci, que me deu meu primeiro emprego, que se tornou meu sonho, que faz parte de mim como nenhum outro lugar no mundo...
Todas estas saudades, completam a pessoa que sou, me mostram o que tenho, grifam o que jamais irei perder.
Estas saudades, me dizem que estou no caminho certo e que se fizer tudo direitinho, quando voltar para lá levarei comigo novas saudades. Da faculdade que iniciei, as novas amigas que fazem parte de meus dias, os lugares daqui que irão guardar a lembrança das cenas que tive, do que aqui conquistei...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sobre tantas coisas... (1)

Não. A vida nem sempre é o mar de rosas que gostaríamos, mas qual a graça se assim fosse?
Digo que o tempo anda tão corrido que quase não o encontro, tantas coisas para fazer, trabalho, faculdade, livros que quero ler e não tenho tempo, filmes para assistir, seriados que não quero perder, um jogo do corinthians que quero torcer, este blog que deixo de escrever.
É assim. O sono me perceguindo durante o dia, a insônia que não me deixa dormir quando deveria... Tudo meio fora de lugar, a vida uma bagunça suprema, a vontade de jogar pro alto e fazer tudo errado.
Mas...
Como sempre, existe um "mas".
E este, mais forte que os compromissos inadiáveis, mais urgentes que livros, jogos e seriados se faz presente nas manhãs quando a risada toma conta, quando o papo sério se transforma em piada (ou o inverso disso), quando meio baquiadas, cansadas e estressadas damos aquele apoio ou encontramos o ombro amigo, quando no meio de toda a bagunça alguém sugere um programa, uma distração, e então por mais ferrada, atarefada ou cansada, deixamos de lado a internet, esquecemos que existem professores e prazos, que o apê tá uma zona, que o tempo não nos dá tempo...
Quer saber?
Adoro quando nestas horas alguém me lembra de um mas...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sobre o Judas

Depois de muito tempo a última foi o primeiro feriado de páscoa que não tivemos, na sexta-feira santa, a construção do Judas. Quem sabe, este entre tantos outros pontos foi o que mais senti falta. Reunir os amigos em casa com jornal e roupas velhas, e enquanto fazia bolas de papel e costuras mal-feitas conversar, rir e matar esta saudade que parece constante. Não posso negar que meu feriado superou as expectativas e se não foi perfeito, no míimo foi bem diertido, mas senti falta daquelas pessoas e quanto mais penso sobre isso, mais sinto que está ficando cada vez mais difícil reunir todos em um mesmo lugar.
Já deixamos de fazer muitas coisas juntos, mas a sexta-feira santa era um marco, uma tradição que em anos jamais havia sido quebrada e nem esperávamos que um dia isto pudesse acontecer. Não quero pensar que os compromissos podem nos separar, nem quero que pensem isso àqueles que não pude ver no feriado, meu coração estará sempre repleto de amigos e alguns são especiais demais para serem deixados em um canto e a estes sempre faço uma visita, mesmo que apenas em minhas lembranças, para rever seus rostos e rememorar seus sorrisos.
A imagem de nossas noites de sexta pré-páscoa foram relembradas muitas vezes nesta última sexta-feira e o Judas mal-trapilho e engraçado foi deixado em pensamento, junto com a carta de amor mal escrita na porta de quem prometeu que iria, mas não apareceu.

Amo vocês amigos.

beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Meus amigos, meus irmãos.

Esta noite sonhei com o Bruninho (meu irmão de coração e menino mais querido que conheço) e isso me fez pensar no quanto de bom já vivi com a galerinha, pensar nisso me fez iniciar um novo pensamento: Quantos amigos de verdade e quais são suas reais importâncias para mim? As diferentes idades, os diferentes gostos, as coisas diferentes que me fizeram experimentar ou o que eu jamais teria aprendido se não fosse por eles. Pensei nos amigos que perdi, naqueles que reconquistei, nos que jamais sairam da minha vida, mesmo estando longe demais para partilhar a lágrima ou abraço. Pensei na garotinha de três anos que foi minha primeira amiga e me acompanha até hoje, nos colegas de segundo grau com quem não consegui firmar uma verdadeira amizade, na única amizade que fiz em minha primeira tentativa de faculdade, com quem dividi todas as dúvidas, tristezas e alegrias que marcaram esta época de minha vida, Nas três amigas e o marido de uma delas tímido e gente boa que me acompanharam durante os anos de faculdade e com quem formei o que posso chamar de uma segunda família, Nas tão importantes amizades que fiz no grupo escoteiro, tanto da primeira quanto da segunda vez que fiz parte do movimento e neste tempo mesmo os nomes que hoje não me dizem nada na época foram importantes demais para serem esquecidas aqui. Pensei nestes amigos adquiridos por intermédio do movimento que ainda me tratam por Gi e a quem tenho o maior orgulho de chamar de amigo. Pensei nesta galerinha mais nova que garante que eu permaneça com maneiras infantis mesmo agora quando já não posso mais me passar por uma delas e por fim, pensei nestes novos amigos que estou fazendo agora, que ganharam meu coração como todos os outros e a quem, como meus amigos já sabem, estou disposta a defender sempre, acolher quando preciso e encorajar quando achar necessário.
Bem, minha família é grande e acho que amo a cada um de seus integrantes. Feliz de quem como eu, perde a conta e a noção do tempo ao pensar nos amigos!!!

beijo, beijo, beijo
Em especial aos verdadeiros amigos.
Gi.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Sobre o final.

Estamos nos últimos dias antes de que tudo volte ao normal, e me pego fazendo uma retrospectiva do que passei.
O tempo que jogamos betes, as horas passadas vendo filmes, os passeios, as fotos, a presença constante de meus amigos.
Pensei muito sobre o que fiz e as conversas que tive. Os abraços que troquei e os sorrisos que me foram arracados do rosto. Cada momento guardado com carinho para ser visitado mais tarde quando a saudade bater. E hoje eu os visitei.
Contando aos amigos daqui sobre o que fiz, do carro cheio de lama aos salgadinhos com torta que comi enquanto ouvia minha amiga contar sobre seus dias e seu filhinho brincar na cama elástica.

Quando as férias chegarem novamente, serão os dias de aula que me darão assunto para conversar e farão com que meu sentimento seja mais uma vez, saudade.

beijo, beijo, beijo...
Gi.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Amizade

Não tem como saber de tudo. Você se preocupa, sorri das piadas e brinca, mas saber tudo ou até mesmo fingir que sabe como no texto de Luiz Fernando Veríssimo só pode trazer confusão.
A verdade é que estamos sempre sendo analisados e não há como saber o resultado disso.
Mais um texto sobre férias. Sabe como é, aqueles dias que eu espero aciosamente durante 6 meses. Ir para casa, abraçar a família, ver filmes com a galera rever os amigos.
Acho que fiz tudo isso... Um pouco mais.
Eu estava com saudade. Desde que me mudei aprendi muita coisa e uma delas é que não tenho mais como fugir dela.
Mas voltar pra lá é sempre uma festa e eu preciso destes dias. Simplesmente acho que não posso viver sem a perspectiva de tê-los.
Achava estranho e triste sentir falta de meus tempos de faculdade, das pessoas especiais que fizeram parte daqueles dias, das coisas simples que fazíamos juntos.
Descobri que não sou a única e fiquei feliz por isso. Eu não quero viver do passado, nem acho que seja possível, mas é bom olhar pra ele e ver que fizemos algo de certo e que a colega que me deu carona no meu primeiro dia de aula, continua sendo uma das minhas melhores e mais queridas amigas. Saber que é recíproco, que você não é a única a sentir falta de falar bobagem, ter um papo cabeça ou simplesmente conversar como fizeram por tanto tempo.
Amo meus amigos, amo o tempo que passamos juntos, amo as lembranças que trago comigo, amo as coisas que ainda vamos fazer!

Soltar os sapos presos para alguma aula (x).

beijo, beijo, beijo...
Gi.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Férias: Acampamento com a galera!




A idéia sempre surge em uma conversa comum, estamos todos em casa, jogando conversa fora quando alguém diz: "então, quando vamos acampar?" acorado pela idéia do primeiro outro se anima: "qual será o jogo destas férias?" Nos olhamos um pouco sem graça, quem será o primeiro a admitir que esperou por isso?
Está certo. É assim que começa e como termina? AVENTURA!!!
O fusca coberto de lama, corpos doloridos, olhos pesados, sorriso destacando-se nos lábios.
A estrada horrível, a comida deliciosa, a companhia perfeita!
Foi asssim nosso acampamento, sempre será assim. Não importa se cometemos o erro de não fazer como no ano passado e reservar as melhores idéias apenas pra gente, foi bom mesmo assim e aprendemos a lição de que: "Uma vez escoteiros, sempre escoteiros", mas mesmo que nossas melhores amizades tenham nascido ali dentro, não podemos esperar que os novos compreendam. Os tempos mudam e nem tudo é tão maravilhoso quanto era antes.
Peninha deles... hahaha!!
beijo, beijo, beijo
Gi.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

É por isso que eu as amo...


Estão sempre rindo, brincando, zoando, sorrindo.
É por tudo isso, ou apenas por isso que eu as amo.
beijo, beijo, beijo...
Gi.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Só quatro

Pensei em um dado momento que deixar de escrever aliviasse meu sentir.
Sentada em minha cama com o terceiro livro nas mãos, revezando entre o aperto e o choro, sentindo mais saudades do que gostaria de demonstrar, percebi que não. Não existe remédio que cure o que sinto, estar viva significa rir e chorar, sentir e deixar que sintam, abrigar-se em um lugar seguro e respeitar o silêncio.
Eram quatro as garotas da história, quatro histórias que se fundiam, quatro seres unidos pelos laços da amizade. Percebi que é este o número e me peguei pensando em como a história se repetia. Minha irmã fazia parte de um quarteto, eu fui parte de um, hoje me sinto ligada em outro do qual sinto saudades, minha mãe e suas amigas de colégio.
Mulheres que se unem em quartetos completando umas as outras dividindo o peso, somando e diminuido do mesmo número, chegando sempre ao mesmo resultado.
Os olhos dizem que são apenas quatro, a alma contabiliza um infinidade de possibilidades.

beijo, beijo, beijo... + 1 para dar 4: Beijo.
Gi.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Linha do tempo

Estive olhando os posts passados, a linha do tempo que eles compõe.
Meus dias bons, os dias ruins,
Cada passo dado à frente, um recuo;
Tudo gravado nestas páginas de pequenos sentimentos.
Minha família, meus amigos, as pessoas que eu amo, estão todos aqui.
Acabei de inscrever um de meus poemas do último ano em concurso.
Li tanta coisa, minhas palavras, os comentários feitos sobre elas.
Estou feliz com o resultado, feliz com os amigos que me visitam, feliz com as lembranças que ele me proporciona.
Espero ter tempo de continuar escrevendo, continuar deixando aqui minhas impressões sobre este pequeno mundinho...
Minha linha do tempo particular.

beijo, beijo, beijo...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Feliz, feliz!

Hoje estou assim!
Bem e a causa disso é que uma amiga minha.
Gente boa, legal pra caramba e também muito confiável deu mais um paSSo
rumo ao seu futuro que só há de ser brilhante!!!
É, sou assim mesmo, torci pra caramba e quando ela conseguiu fiquei feliz demais!
Eu acredito mesmo que ela mereça, acho que é muito empolgada e inteligente e tive medo por ela. Sempre existe pressão e acabamos, quase sem sentir, colaborando com ela com frases como a que eu mesma disse tantas vezes: "relaxa amiga, você vai conseguir". Meu objetivo era animar, mas me vi sendo mais uma na lista que ela não queria decepcionar. O que importa mesmo?
É que ela conseguiu, e este é apenas um degrau, para alguém que vai brilhar ainda mais!!

Abração amiga,
Parabéns!!

beijo, beijo, beijo...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pedaços do que hoje sou...

O tempo passou e nos modificou de uma forma que eu nunca tinha imaginado.
Mas o carinho e a saudade dos dias que passamos juntas, bem isso é algo que não mudará.
Quando a Déia dizia "Ai amiga",
Quando a Jaque imitava a Ofélia,
Quando o Jean nos mandava ficar caladas.
Parece que tudo aconteceu ontem.
Foi ontem que corríamos atrás dos grilos,
Ontem medimos árvores ao fundo a faculdade,
Ontem queimamos as paradinhas na estufa,
Ontem nosso trabalho deu errado,
Ontem almoçamos na AABB,
Ontem pegamos carona na carro lotado,
Ontem salvamos os sapos de dentro da caixa.
Acho que foi ontem também que tomei um gole daquela coisa horrível (cerveja),
Foi ontem que quase levei bomba no TCC.
Foi ontem que tive o carinho gostoso de minhas amigas.
Sobre hoje?
Bem hoje sento com as lembranças, vejo fotos antigas e recordo cada momento
Na esperança de que em um futuro bem próximo eu possa dizer:
-Hoje, vou abraçar minhas grandes amigas.
Saudades de vcs

beijo, beijo, beijo...