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sábado, 9 de abril de 2011

sem nexo...

Não é que seja difícil... Nem doloroso, nem coisa alguma...
Quero dizer, você ama seus pais, sua família, mas a menos que eles estejam em risco, este amor não lhe causa danos...
Não, eu não sou indiferente ou fria... Bem, talvez... As vezes...
Mas o que vejo do amor é aquilo que se ganha ao olhar os olhos de um amigo e sentir que está feliz, algo que sente-se no seu íntimo, que não tem como ser ruim ou danoso...
Amar não é errado, torturar-se por um amor é errado. Fazer com que as pessoas que lhe amam sofram por ti é errado...
E eu não sei porque estou divagando sobre isso, mas as palavras me vieram a mente, os pensamentos me acercaram e eu os distribui nesta página sem nexo.
Se é verdade que não tenho gabarito para discorrer sobre isso? Bem, pode ser...
Já sofri, já chorei, hoje apenas observo...
Quem sabe o destino me reserve a paixão avassaladora, mas com sinceridade, não espero por um amor do tipo que se coloca a sofrer...

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que fazer...

O que fazer quando depois do beijo ele lhe diz que esperou muito por isso?
O que fazer se o amor recebido é maior, bem maior do que desejavas,
O que fazer se quando vocês ficam sozinhos ele confessa que faria qualquer coisa, e diz em seu ouvido que ainda lhe ama, que apesar de tudo que você fez, que apesar de tê-lo feito esperar por tanto tempo ele ainda lhe vê como a garota por quem se apaixonou na adolescência, a menina que fugia e brincava com seus sentimentos...
O que fazer se tudo parece tão errado, se o beijo não lhe despertou mais que um carinho terno se o seu coração está em outro lugar e seus pensamentos em outros lábios...
O que fazer quando a noite termina e você precisa voltar para casa, se leva contigo os controversos sentimentos de alívio e culpa. Se tens a certeza de que o último passo será apenas sofrimento, que mais uma vez o fez sofrer...
O que fazer quando em eu íntimo confias que esta era a única forma, que precisava mais de exorcismo que de amor, que em sua necessidade agoísta apoderou-se do carinho oferecido e fez... Mais por desejo, por necessidade de mostrar ao mundo que poderia...
O que fazer se quando outros lábios lhe chamaram você foi... Se deixou ser pisada mais uma vez...
O que fazer se depois de fazer sofrer, você também sofreu, se chorou depois de fazer chorar, se o arrependimento bateu tarde demais...
O que fazer se depois de tanto tempo, um dia você se pergunta como teria sido, e descobre que poderia ter lhes dado a chance de construir algo melhor que uma história triste...

Dois beijos, um algo mais...
Gi.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

sobre o que hoje ganhei

Queria um sopro carinhoso na têmpora, para espantar a saudade o cansaço e esta triste sensação de que algo anda fora de lugar...
E ao pensar assim, culpo-me. Sinto-me egoísta e culpada por desejar mais quando a vida tem me dado tanto. E me repito a valorizar minha família e meus amigos, que são os únicos bens dos quais jamais seria capaz de me separar.
Bom saber que tenho ombros disponíveis para quando a vergonha for vencida e eu tenha coragem de chorar, bom saber que em meu caminho estão estes "seres" tão humanos, com um pouco de anjos que lêem as linhas que ainda não tive coragem de escrever, bom saber que quando meus olhos pesam e minha mente prega-me peças, tenho ao meu lado o sorriso que me devolve a lucidez.
São poucas as coisas das quais me orgulho, em minha história os "grandes feitos" não se fazem presentes, mas eu, com meu jeito semi-doida conquistei mais amigos que amores e enquanto uns nos abandonam os outros nos dão a mão...
Não posso aconselhar sobre o amor romântico, ainda não aprendi a compreendê-lo, mas sei sobre a amizade, sei ao lado de quem devo estar, que as vezes é necessário calar, que é preciso ouvir e que não me cabe julgar, mas sorrir e abraçar...
Não, eu não sei muito da vida e não tenho grandes desejos...
Hoje eu só queria um sopro carinhoso, mas ganhei um sorriso e me senti parte...

Amizades são assim... eu acho, nos fazem bem em apenas sorrir...

Um sorriso aos amigos, abraço forte aos que me fazem falta, um beijo ao vento para que deles se apossem aqueles que moram em meu coração...
Gi.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Oi mãe!

Mãe? E tem nome mais belo e mais cheio de amor? Quem sabe nem todas as pessoas entenderiam o que digo, mas tenho sorte, muito mais sorte que a maioria.
Tive sorte em nascer de uma mulher extraordinária que não foge da raia, não se deixa abater. Uma mulher que encantou meus amigos, mostrou a eles que não é a toa que sinto orgulho.
Tenho sorte de ter ao meu lado esta mesma mulher, me apoiando e avisando quando acha que sai da linha, lapidando minhas arestas para me deixar uma pessoa melhor.
Quando tenho dúvidas, nela encontro a resposta e aprendo lentamente a gostardas coisas que ela gosta, apenas para lhe deixar feliz (afinal, foi esta mulher que topou acampar comigo mesmo odiando a vida ao ar livre).
Minha mãe é bem mais que a palavra, bem mais que a heroína (juju), bem mais que este texto poderia representar.
Minha mãe é maior, mesmo sendo pequena e olha mais longe mesmo quando sem óculos.

Minha mãe (com o perdão da palavra) é FODA!

"Amo-te tanto meu amor não cante o humano coração com mais verdade..."


beijo, beijo, beijo

(cópia do e-mail que mandei a esta mulher maravlhosa).