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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Transbordante de paz...

É, nos vemos pouco... E para muitos o nosso pouco não basta, não é suficiente. Eu sei e de certa forma concordo.Concordo que faça falta nos dias de tristeza e nos momentos de euforia, mas ainda assim, está sempre tão presente em sua distância...
E quando de seis em seis meses nos vemos é como respirar nova vida, inspirar-me no sorriso fácil, no olhar sincero e tentar ser um pouquinho melhor para me tornar assim, um pouco como ela.
É assim, foi assim, será sempre assim... Não porque as convenções nos proponham a fórmula, mas pq aprendemos que tempo e distância são apenas palavras, desculpas de quem não conhece o verdadeiro sentimento de amizade.

dia 20/12, eu e minha maninha Pauli, no lugar que tornou-se nosso.

beijo, beijo, beijo,
na tentativa de dividir o carinho, o sentimento transbordante de paz.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

E o tempo passa...

E eis que ao respirar tranquila a verdade se revela... Nesta verdade consta a certeza de que muitos não serão vistos novamente, que o tempo afasta e a distância nos faz esquecer... Então, quem sabe, em algumas décadas lembrarei com saudade deste tempo, do frio na barriga, dos trabalhos que encarei como diversão, deste último que não foi assim tão divertido. Lembrarei dos amigos com a esperança de que não tenham me esquecido, com medo de que o tempo e a distância tenham sido mais fortes e apagado minha marca.
Porque não vamos aqui ser hipócritas, eu como todo mundo, espero deixar minha pequena marca no mundo e se não posso alcançar o mundo porque não uma boa lembrança na memória daqueles que se tornaram caros?
Mas tenho a triste percepção de que não é bem assim... As pessoas se esquecem e eu mesma, não posso prometer que me lembrarei...
Você irá me dizer que temos as redes sociais, mas qual a eficiência dela diante de dias corridos e mudanças de rumo que não esperávamos? É, nem todos serão lembrados, alguns apenas vagamente, mas ainda assim, existem aqueles que habitarão as densas nuvens da minha memória, que me arrancarão um sorriso saudoso e um suspiro sem fôlego: "que saudade..."
Saio agora, porque já fiquei por tempo demais. Saio porque me sinto um pouco cansada, frustrada... Saio porque mesmo que fique, não haverá maior vitória do que as amizades que já conquistei.

Abraço,
Sorriso,
A sombra de uma lágrima que as verdades fizeram cair...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

E uma coisa leva a outra...

Navegando meio sem rumo pela net, uma amiga (destas que nem sabem nossa existência), fala sobre a antiga alegria de receber cartas que hoje se transformou na alegria de receber e-mails.Verdade. São cinco minutinhos, que alguém perdeu ao lembrar de nós. Algumas palavras rápidas dizendo que sente falta, nos fazendo sentir especial. E hoje era um destes dias que uma mensagem no facebook tem o poder de mudar... Mudou. quando eu queria um sorriso, um abraço, uma palavra, um carinho... Bem, chegou! Porque nestes momentos se reconhece os amigos, àqueles que sentem o momento certo, que têm uma conexão maior que o simples conhecimento... Nestas horas, estes amigos-irmãos aparecem, apenas para nos dizer que sente falta. E eu? Eu sinto o coração cheio de alegria porque a verdade é que sinto saudade, todos, todos os dias...

beijo, beijo, beijo

sábado, 17 de setembro de 2011

Ache uma explicação...


Me explica porque o destino nos prega peças, nos faz conhecer alguém em quem confiar piamente e depois nos separa?
Porque me ensina a admirar esta amiga apenas para que continue a fazê-lo de longe?
Porque me apresenta uma irmã, para me obrigar a acostumar-me com a saudade?
Fazes tanta falta irmãzinha, me explica como faço quando este sentimento bruto e sem piedade se agiganta sobre mim e deixa-me no chão? Ainda posso sorrir com as lembranças, mas mesmo sendo doces, ainda assim são apenas lembranças que ganam vida quando quero que estejas por perto.
Hoje só queria sentar contigo e falar sobre tudo ou nada. Ouvir de ti o que tens feito e lhe contar minhas pequenas aventuras...
Queria sorrir contigo, fofocar e pedir pizza de brócolis...
Tanta, tanta saudade de ti irmãzinha, fico aqui torcendo para que estejas bem, para que realizes seus sonhos, para que brilhe sempre, para que o sorriso que me cativou se transforme em estampa e esteja sempre em seu rosto. Mas as vezes, queria apenas que estivesses ao alcance de passos para poder lhe falar...

Me fazes tanta falta irmãzinha...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do amigo...

...E eu ouço Maria Gadú.

Nunca antes tinha parado pra ouvir, mas hoje o fiz. Não porque tivesse interesse, mas este me foi despertado pela amiga com quem falei. Meu dia do amigo, começou com cumprimentos singelos a estes que estão por aqui, me seguem no twitter, vem ter comigo no facebook e estão sempre comigo pelos corredores da Universidade. Depois uma mensagem um pouco mais longa no facebook para aqueles um pouco distantes, mas que ainda assim me encontram por ali. Ainda estava incompleta.
Tomada por um sentido de urgência e prioridade escrevi com calma a estas três pessoas que tão distantes de mim se encontram, estas mulheres que me fazem visitar meu passado frequentemente em busca desta amizade que tanta falta me faz. Escrevo com a certeza de que elas nem mesmo tiveram tempo para pensar sobre que dia é hoje. Que não estiveram no twitter, mas as voltas com dois molequinhos malandramente lindos, não entraram no facebook, mas embalaram uma pequena princesa, não conectaram-se a internet, porque estavam conectadas em tantas outras coisas...
Recebo uma resposta, leio com atenção, me emociono. Parece mesmo que ambas cursamos aquela faculdade apenas porque era vital que nos conhecêssemos, porque viveríamos algo como uma vida incompleta se fosse de outra maneira. Tomamos rumos diferentes, fizemos caminhos que jamais imaginaríamos traçar, modificamos, fomos severamente modificadas, mas o sentimento de amizade recíproca, este não foi de forma alguma adulterado. Ainda conversamos com o desprendimento de quem se conhece a milênios e jamais se afastou, ainda nos preocupamos como a dez anos, ainda temos cá conosco este puto carinho que não se apaga, não muda.
Ligo ao sair do trabalho, cai na caixa postal e penso que provavelmente mudou de número.
Outra tentativa, a outra amiga que atende, mas está ocupada, me liga em seguida. Eu aguardo e quando nos falamos é para por em dia meses de silêncio e respeito com as agendas diferenciadas. Os meninos fazem festa e escuto a risada dos pequenos a seu redor, peço que dê lembranças minhas a outra amiga e ela se responsabiliza do abraço, porque ia mesmo ligar... Segunda tentativa e o telefone é atendido no segundo toque. Eu estava preocupada e sei que tem vezes que tudo que podemos fazer é estar perto e é esta é justamente a dificuldade quando tantos quilômetros nos separam. Conversamos. Não tem ideia do alívio que é ouví-la e perceber que está leve...
Então, ao desligar pela segunda vez o telefone, percebo que é mesmo isso. Bem mais do que saudade, carinho, sorrisos, ser amigo é estar ali quando é preciso, é ouvir e abrir o coração, é respeitar e entender que mudamos, que nossas escolhas nos levam, os caminhos nos conduzem, as diferenças ficam evidentes, as piadas particulares são esquecidas, fica apenas o carinho, a necessidade de falar e ouvir...
Não sabem o bem que me fazem, não sei o que faço por elas, mas são minhas amigas, acostumadas com minha falta de jeito, minha irresponsabilidade, meus palavrões...
São minhas amigas, acostumadas a ter de mim estas palavras por escrito, não porque esperam tê-las, mas porque é minha maneira de dizer que não importa o tempo, a distância, as mudanças serão sempre parte de mim.

beijo, beijo, beijo
Obrigada amigas.

domingo, 26 de junho de 2011

falta.

Textos sobre amizade sempre mexem comigo. Divido meus pensamentos entre os amigos que perdi e aprendi a esquecer, os amigos que mesmo que tentasse jamais esqueceria, os amigos que estão por perto, aqueles que eu não vejo faz um tempo... Estas pessoas que roubaram espaços, tomaram posse, assentaram e jamais serão realocadas. Estas pessoas que vivem em meus pensamentos, seguram meus piores momentos, tem os melhores abraços, as palavras perfeitas...

Apenas sinto falta.

beijo, beijo, beijo

sábado, 28 de maio de 2011

Só porque tenho saudade...

Um e-mail que recebi no início da semana e por falta de tempo ficou sem ler.
Hoje, decidida a colocar tudo em dia, me posto frente ao computador e apenas o endereço já me emociona, o texto confesso, é bonito, mas não tanto quanto a história que existe por trás.
Já falei aqui e repito, morro de saudade das minhas amigas.
Sinto falta das caronas apertadas,
 E dos sorrisos...

Saudade das viagens para visitas técnicas,





Saudade de quando não queríamos fazer nada, apenas estar



Saudade de tirar fotografia de qualquer movimento, suspiro ou sorriso,

Saudade de fazer os piores trabalhos, nas melhores companhias...



Saudade de ser mais que eu aqui e vocês lá e sermos todas juntas,
Saudade de sentar na cantina ao final da tarde e resolver palavras cruzadas,
De matar aula para assistir o jogo de volei na casa da Déia,
De sentar no fundo do ônibus e rir com cada solavanco,
De almoçar junto e comer sagu de vinho,
De fazer planos para meu vestido de formatura... (rosa, de laço no lado e um girassol imenso... Devo ter tido pesadelos com isso).
Vendo as imagens que guardei da gente, penso que meu coração de alguma forma tinha esta triste certeza de que não estaríamos sempre perto, mas que estando distantes não ficaríamos jamais sozinhas.
Reservo o dia de hoje para me orgulhar de tê-las ao meu lado e sentir saudade de quando dividíamos nossos dias...
Admito que enquanto vocês contavam os dias para que tudo terminasse, eu me preocupava por que não mais as teria por perto...
Saudade amigas, uma puta saudade!

Déia, Jaque e Andy 
Minhas amigas que me ensinaram que é possível estar longe, sem se afastar.

sábado, 9 de abril de 2011

sem nexo...

Não é que seja difícil... Nem doloroso, nem coisa alguma...
Quero dizer, você ama seus pais, sua família, mas a menos que eles estejam em risco, este amor não lhe causa danos...
Não, eu não sou indiferente ou fria... Bem, talvez... As vezes...
Mas o que vejo do amor é aquilo que se ganha ao olhar os olhos de um amigo e sentir que está feliz, algo que sente-se no seu íntimo, que não tem como ser ruim ou danoso...
Amar não é errado, torturar-se por um amor é errado. Fazer com que as pessoas que lhe amam sofram por ti é errado...
E eu não sei porque estou divagando sobre isso, mas as palavras me vieram a mente, os pensamentos me acercaram e eu os distribui nesta página sem nexo.
Se é verdade que não tenho gabarito para discorrer sobre isso? Bem, pode ser...
Já sofri, já chorei, hoje apenas observo...
Quem sabe o destino me reserve a paixão avassaladora, mas com sinceridade, não espero por um amor do tipo que se coloca a sofrer...

beijo, beijo, beijo
Gi.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Como matar a saudade...

Contei minutos de um dia que não passava nunca... Anciedade, saudade que explodia, expectativa.
Cheguei 20 min. antes como já era de se esperar, sentei e esperei.
Quando vi o carro, lembrei como se fosse ontem e levantei indo em sua direção.
Ela me viu e sorriu. E foi como se seu sorriso completasse os espaços vazios, como se não existisse uma lacuna de um ano a ser preenchida, como se fosse ontem...
Sentamos e conversamos. Sem intervalos, sem pausa para pensar no que seria dito. Uma conversa fluida como só os amigos são capazes de ter. Me pergunta que eu respondo, toca no assunto que desato a falar... Ri um pouco, se emociona... Segue em frente, muda de saco para mala... Papo continua...
Espio o relógio na esperança de que o tempo continuasse no ritmo do restante do dia, mas ele tirou o atraso... resolveu trabalhar quand o dia começava a ficar bom.
Carona pra casa, conheço a mãe dela com quem troquei mil mensagens durante o ano e as palavras ganham voz e movimento, continuo encantada.
Amo as amizades assim, simples, feitas de um entendimento nato, um entendimento que se encontra nos olhos e nos sorrisos antes de chegar as palavras.
O tempo passou rápido demais e entre todas as perguntas uma continua me precionando:
Como se mata a saudade?

domingo, 17 de outubro de 2010

Do que são feitas as amizades...

De momentos...
Alguns bons,outros nem tanto;
De abraços e discordâncias, de dias, noites e madrugadas;
São feitas de carinho sincero e preocupação, como se de algum modo fosse lógico importar-se tanto.
Amizades são feitas de sorrisos, sustos e brincadeiras, de caminhar junto, mas pensar separado que é para dar tempero a todo o resto.
Amizades são feitas de ironia e sarcasmo e confidências..
Amizades  feitas de todas estas coisas que fazemos sem gostar e do que fazem por nós.
Amizades são feitas de saudade,
Amizades são feitas de carinho,
Amizades são feitas do que há de melhor em nós.

beijo, beijo, beijo...
Gi.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

sobre o que hoje ganhei

Queria um sopro carinhoso na têmpora, para espantar a saudade o cansaço e esta triste sensação de que algo anda fora de lugar...
E ao pensar assim, culpo-me. Sinto-me egoísta e culpada por desejar mais quando a vida tem me dado tanto. E me repito a valorizar minha família e meus amigos, que são os únicos bens dos quais jamais seria capaz de me separar.
Bom saber que tenho ombros disponíveis para quando a vergonha for vencida e eu tenha coragem de chorar, bom saber que em meu caminho estão estes "seres" tão humanos, com um pouco de anjos que lêem as linhas que ainda não tive coragem de escrever, bom saber que quando meus olhos pesam e minha mente prega-me peças, tenho ao meu lado o sorriso que me devolve a lucidez.
São poucas as coisas das quais me orgulho, em minha história os "grandes feitos" não se fazem presentes, mas eu, com meu jeito semi-doida conquistei mais amigos que amores e enquanto uns nos abandonam os outros nos dão a mão...
Não posso aconselhar sobre o amor romântico, ainda não aprendi a compreendê-lo, mas sei sobre a amizade, sei ao lado de quem devo estar, que as vezes é necessário calar, que é preciso ouvir e que não me cabe julgar, mas sorrir e abraçar...
Não, eu não sei muito da vida e não tenho grandes desejos...
Hoje eu só queria um sopro carinhoso, mas ganhei um sorriso e me senti parte...

Amizades são assim... eu acho, nos fazem bem em apenas sorrir...

Um sorriso aos amigos, abraço forte aos que me fazem falta, um beijo ao vento para que deles se apossem aqueles que moram em meu coração...
Gi.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aquelas três pessoas...

Amanhã será uma aventura (amo mesmo aventuras), e venho aqui apenas para deixar registrado que estou feliz em ter ao meu lado duas amigas nota dez e minha maninha que é companheira para todas as horas...
Com minha família tão longe me agarro a elas com toda força, uso seus braços para firmar-me no chão e suas asas para voar. Empresto-lhes minhas palavras quando precisam e meus ombros se desejarem chorar.
Minhas amigas não fazem idéia do quanto são importantes e eu também não sei como dizer, então escrevo neste blog-desabafo, a página que acompanha meus picos de humor...

beijo, beijo, beijo...
Gi.

sábado, 14 de agosto de 2010

Sobre minha amiga

Horas antes eu escrevia algo, mas o computador desligou e perdi.
Perdi minhas palavras, não o sentimento. O sentimento de amizade que tenho por esta garota incrível que entrou em minha vida dois anos atrás e ficou.
Minha amiga maluquete por quem tenho um carinho enorme, a universitária cheia de atitude que com certeza será uma publicitária brilhante, a menina que as vezes age sem pensar e se arrepende, o que é totalmente aceitável nos seres humanos.
Mas ela é bem mais do que estas palavras, ou as outras que perdi a pouco poderá explicar. Em cinco letras? AMIGA. Em quatro? IRMÃ. São duas palavras que expressam este sentimento de responsabilidade, a preocupação, o desvelo.
As horas de bate-papo descontraído serão sempre guardadas com carinho e quem sabe os conselhos sejam logo esquecidos, mas ficará a lembrança do abraço, do carinho do comprometimento que pode ser lido no olhar. A vida se modifica, sou prova disso. O destino se cumpre e nos leva a outros lugares. Mas não interessa o quão distante fiquemos a amizade que construimos será sempre maior, mais forte e se encarregará de nos manter sempre por perto.
Feliz aniversário amiga e obrigada por ter entrado em minha vida, a Blumenau que eu conheço não seria a mesma sem a "Garota Carioca".

Te adoro!!!

beijo, beijo, beijo
gi.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Insignificância

Preocupada demais com os problemas que venho tentando resolver, deixei de me preocupar com as pessoas por quem tenho carinho. Não é que meu umbigo estivesse atraente demais, eu apenas tentava lutar pelo que achava justo. Bem, sou uma pessoa estranha e hoje senti o quão insignificante são meus problemas.
Acho que comentei com vocês a um tempinho o quanto estava feliz por uma amiga minha que finalmente tinha engravidado, esta semana ela perdeu o bebê.
A verdade é que não faço idéia da intensidade de sua dor e mesmo quando tento chegar perto parece insignificante. Não conheço ninguém, nenhuma mulher que tenha desejado tanto engravidar e é triste saber que na sexta semana e profundamente feliz com o fato ela tenha perdido.
Sei que acontece quase todos os dias com diferentes mulheres no mundo, mas para mim, ela é especial. Eu não conheço as outras garotas que passaram pela mesma coisa, eu conheço a minha amiga que não merecia sofrer.
Hoje não era minha intenção vir aqui. Hoje eu passei o dia trabalhando em um romance que provavelmente não chegará as livrarias, hoje eu tentei inutilmente arrumar minha vida de universitária e hoje eu senti que meus problemas são insignificantes e que existem coisas contra as quais eu não consigo lutar.
Não sou o tipo que reza, ou pede a Deus, mas vou fazer uma oração esta noite e peço que vocês façam o mesmo. Acredito que Deus nos ouve quando não estamos sendo egoístas demais, acho que escutará se vocês estiverem comigo. Vou pedir a Deus que dê a minha amiga Déia uma segunda chance, que lhe permita a felicidade que ela deseja, que seja lhe dada a graça de se tornar mãe.

Conto com vocês.
beijo, beijo, beijo
Gi.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Sobre a infância




Hoje meu avô me enviou por e-mail, junto com outra foto de minha priminha, a fotografia acima onde somos eu (a garotinha loira) com minha irmã mais velha (garota maior) e meu tio (o japinha).
Ao ver a imagem, fui dominada por uma corrente de emoções e lembranças daquela época, das coisas que costumávamos fazer. Não que eu e minha irmã tenhamos sido grandes companheiras, infelizmente não foi assim, mas eu e meu tio? Bem éramos com certeza um grande time! Brincávamos tanto e por tanto tempo! Era como se o tempo que tínhamos juntos fosse sempre pouco e mesmo quando de noite nas férias, eu chorava de saudade da minha mãe na manhã seguinte tinha meu pequeno companheiro para brincar e esquecer.
Juntos nós brincamos de montar com joguinhos no chão da sala, corremos em volta de casa com um velho carrinho ou skate, brincamos de barbie e lhe fizemos roupas na máquina da minha avó enquanto ela dormia. Nós jogamos futebol, basquete, volei e qualquer outra coisa que tivéssemos vontade. Andamos com patins in line, bicicleta, bote e fusca. Crescemos brincando e nos divertindo muito, as brincadeiras mudaram e evoluiram conosco até um ponto em que já não brincávamos mais.
Nós mudamos muito com o passar do tempo. Tanto que teve uma época em que fiquei meses e meses sem vê-lo e até me acostumei com isso. Eu tinha meus compromissos com a faculdade, ele tinha suas coisas também.
Acho que é o tipo de distanciamento natural que a família impede que seja completo e tenho mesmo que agradecer por ser assim. Não é como se tivéssemos voltado a mesma amizade de 15 ou 20 anos atrás, mas somos amigos e o que vivemos como a dupla: Jijico e Gigica vai ficar para sempre guardado comigo em um cantinho especial do meu coração.
Meu tio hoje é um "homem de família" está um pouco mais sério, mas quando a família está reunida, em dias de festas ainda é possível encontrar o moleque brincando com os sobrinhos mais novos e fazendo todos rirem. Ele tem uma esposa, tia Aline, uma pessoa querida e engraçada que não entrou apenas para a família, mas para os nossos corações também.
Quando o vejo assim, feliz ao lado da pessoa que ele ama, penso em tudo que passou e percebo que mesmo que nosso caminho não seja o esperado pelos nossos pais o que importa é o fim e que ele seja realmente feliz.
Bem, acho que é isso. Hoje dividi com vocês um pouco da minha infância e lhes apresentei aquele que foi por um longo tempo, e quem sabe ainda o seja, o meu melhor e mais fiel amigo.
Ao "tio" Jean deixo meu carinho e sincero agradecimento por ter feito parte de uma infância verdadeiramente feliz.

beijo, beijo, beijo,
Gi.

Ps.: Se chegarem a ler, quero lembrar ao casal que ainda esperamos pela visita ao apê.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Me diz como faz...

Me fala como faz para que amigo, assim deixe de ser;
Como fecha os olhos deixando que se afastem;
Como ter coragem de negar um passado;
Como de uma hora para outra todos os defeitos ficam sob os olofotes.

Me fala, conta pra mim.
Como se perde algo assim?
E só o que peço,
Entåo fala, conta pra mim.

Ainda espero que as coisas se expliquem,
Que o que existe de errado apareça,
Que o que era tido como certo, assim volte a ser...

Ainda espero...


beijo, beijo, beijo
Gi.