São como a areia na ampulheta da vida. Surgem um à um, as vezes nem os percebemos chegar e enquanto a vasta cabeleira muda de cor mudamos também nós, que temos a feliz capacidade de metamorfose. Bem, não era sobre isso que eu pretendia escrever, mas estive em outro sítio que me fez pensar no tempo... Não muito tempo antes deste tempo, eu achava que tinha feito demais, que se continuasse a caminhar neste ritmo, chegaria muito em breve... As certezas foram levadas com o vento e eu estacionei em outro lugar, já não tenho mais certeza de qual será para mim o melhor caminho a tomar. E enquanto tento descobrir o que farei com a minha vida, que razão darei a minha existência vão aparecendo os cabelos brancos, novas velas aparecem para enfeitar o bolo...
O tempo está passando...
Passando rápido demais...
beijo, beijo, beijo.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Se eu morasse sozinha...
Não haveriam paredes vazias...
Gosto de cores, images e lembranças,
Me satisfaz estar assim cercada de bons momentos e poesia,
De saudade e um pouco de melancolia.
beijo, beijo, beijo
sábado, 3 de setembro de 2011
Loucos...
Algumas pessoas são boas, outras não.
Algumas pessoas são educadas, outras nem tanto.
Mas algumas são divertidamente, simplesmente e irrepreensivelmente loucas... E bem, estas além de mais honestas são também as que mais gosto, aquelas com quem mais me identifico...
Porque maluco é quem afirma não ter nem um pouquinho de loucura...
E a loucura é extremamente necessária...
Um beijo,
Um abraço,
Um sorriso louco...
quarta-feira, 13 de julho de 2011
...
Não é sempre que me sinto assim, mas as vezes a vontade é de dar as costas sem se importar com as pessoas que vai magoar no processo. Vontade de simplesmente sair esquecer de quem depende de ti, de quem espera algo diferente...
Estou tentando melhorar, mas tentar ser melhor, depende um pouco de que as pessoas também sejam melhores para ti. Não dá para segurar as pontas o tempo todo, manter o barco no rumo, se você nem quer ir ao mesmo lugar.
Eu nunca tinha tido dúvidas, mudo de ideia tempo todo, mas no momento em que tomo uma decisão, aquela passa a ser uma verdade e eu passo a lutar para que se realize. Tenho aprendido a duras penas que nem todos vêem as coisas da mesma maneira e o que eu vivi, não foi o mesmo que as pessoas ao meu redor. Tenho aprendido a ser mais tolerante com o que eu achava intolerável e estou tentando viver com o fato de que nem sempre é bom magoar-se para não magoar os outros. É sério, as vezes eles simplesmente não merecem esta atenção.
Estou tentando me conhecer melhor, entender os medos que trago e as escolhas que fiz. Hoje sei que nem tudo é irreversível, mas que é preciso mais que apenas vontade para seguir em frente.
Tenho aprendido a confiar mais, mas ainda tenho medo.
Aprendido a não ser tão burra, mas ainda cometo os mesmos erros.
Aprendido a olhar o todo de uma situação, mesmo que isso me irrite imensamente.
Exercitar a tolerância é ainda mais difícil quando se vive em um mundo de intolerantes.
Mais duro mesmo é ver que não é o cenário, mas você que está fora de lugar.
Estou tentando melhorar, mas tentar ser melhor, depende um pouco de que as pessoas também sejam melhores para ti. Não dá para segurar as pontas o tempo todo, manter o barco no rumo, se você nem quer ir ao mesmo lugar.
Eu nunca tinha tido dúvidas, mudo de ideia tempo todo, mas no momento em que tomo uma decisão, aquela passa a ser uma verdade e eu passo a lutar para que se realize. Tenho aprendido a duras penas que nem todos vêem as coisas da mesma maneira e o que eu vivi, não foi o mesmo que as pessoas ao meu redor. Tenho aprendido a ser mais tolerante com o que eu achava intolerável e estou tentando viver com o fato de que nem sempre é bom magoar-se para não magoar os outros. É sério, as vezes eles simplesmente não merecem esta atenção.
Estou tentando me conhecer melhor, entender os medos que trago e as escolhas que fiz. Hoje sei que nem tudo é irreversível, mas que é preciso mais que apenas vontade para seguir em frente.
Tenho aprendido a confiar mais, mas ainda tenho medo.
Aprendido a não ser tão burra, mas ainda cometo os mesmos erros.
Aprendido a olhar o todo de uma situação, mesmo que isso me irrite imensamente.
Exercitar a tolerância é ainda mais difícil quando se vive em um mundo de intolerantes.
Mais duro mesmo é ver que não é o cenário, mas você que está fora de lugar.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
quando tudo se mistura
Aqui em meu coração as coisas andam um pouco misturadas nestes dias. Fico tentando encontrar o equilíbrio entre meus picos de euforia e tristeza, acostumando-me com estes momentos de angústia e me deixando libertar nos quinze minutos de alegria.
Inquieta, já não tenho mais aqueles instantes de concentração de que dispunha em outro tempo. Dizem que as coisas pioram antes de melhorar e coloco ali minha esperança.
Onde foi minha calma? Que terá acontecido com a paz de que um dia desfrutei?
Imaginei que nas férias as coisas tomariam seu lugar, mas tenho descoberto que era apenas ilusão.
Iludi-me como criança pequena que acredita, mesmo contra todas as possibilidades, que Papai Noel existe e que coelhos, apenas na páscoa, colocam ovos de chocolate.
Já não sei mais se me encontro em sonho ou realidade, se vivo ou apenas me obrigo a sobreviver. Passam-se os dias... Tão rápido, tão demasiadamente lerdos. E eu, este poço de antagonismos, este ser de inconstâncias e indecisões. Eu, que deveria ter encontrado a resposta, que deveria ter explicação para todas estas coisas, que deveria saber definir e descrever. Eu que continuo a caminhar de olhos fechados, que me recuso a ver o que está por perto, que fujo da permanência, que evito laços e promessas... Eu que já não reconheço o reflexo no espelho que sorrio frio para não congelar, que aqueço o coração com o veneno da saudade porque não quero alimentar outro sentimento que acabarei por perder.
Eu guardo tranqueiras tentando guardar momentos, seguro lágrimas porque já perdi demais, amarro as palavras para que não me escapem.
Um beijo, uma lágrima, um suspiro.
Gi.
Inquieta, já não tenho mais aqueles instantes de concentração de que dispunha em outro tempo. Dizem que as coisas pioram antes de melhorar e coloco ali minha esperança.
Onde foi minha calma? Que terá acontecido com a paz de que um dia desfrutei?
Imaginei que nas férias as coisas tomariam seu lugar, mas tenho descoberto que era apenas ilusão.
Iludi-me como criança pequena que acredita, mesmo contra todas as possibilidades, que Papai Noel existe e que coelhos, apenas na páscoa, colocam ovos de chocolate.
Já não sei mais se me encontro em sonho ou realidade, se vivo ou apenas me obrigo a sobreviver. Passam-se os dias... Tão rápido, tão demasiadamente lerdos. E eu, este poço de antagonismos, este ser de inconstâncias e indecisões. Eu, que deveria ter encontrado a resposta, que deveria ter explicação para todas estas coisas, que deveria saber definir e descrever. Eu que continuo a caminhar de olhos fechados, que me recuso a ver o que está por perto, que fujo da permanência, que evito laços e promessas... Eu que já não reconheço o reflexo no espelho que sorrio frio para não congelar, que aqueço o coração com o veneno da saudade porque não quero alimentar outro sentimento que acabarei por perder.
Eu guardo tranqueiras tentando guardar momentos, seguro lágrimas porque já perdi demais, amarro as palavras para que não me escapem.
Um beijo, uma lágrima, um suspiro.
Gi.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Novas molduras...
Cá estou eu de novas molduras...
Trocando as bordas e mantendo as lentes,
Assumindo todo o meu nerdismo,
Eu que já sou as letras, os filmes e os tênis, agora também sou os óculos...
De verdade que este tem bem mais a minha cara...
duas lentes, um meio sorriso,
Gi
Trocando as bordas e mantendo as lentes,
Assumindo todo o meu nerdismo,
Eu que já sou as letras, os filmes e os tênis, agora também sou os óculos...
De verdade que este tem bem mais a minha cara...
duas lentes, um meio sorriso,
Gi
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Hoje é um dia daqueles
Não parecia ser, mas se tornou. Hoje é um dia daqueles...
Dia de reavaliar o que tenho feito e pensar sobre os passos seguintes.
De pesar as decisões tomadas e extrapolar isso em futuro para descobrir em que ponto vou chegar.
É dia de pensar, e mesmo que eu me esqueça amanhã, das decisões tomadas, ainda assim fica a lembrança de que já parei para pensar sobre isso.
O futuro é no próximo segundo e tenho vivido meus segundos como se fossem um só, quando na verdade são distintos mesmo que interligados.
Quero muito, eu realmente preciso continuar a caminhada e para isso é preciso decidir o melhor caminho...
Algum conselho?
beijo, beijo, beijo
Gi.
Dia de reavaliar o que tenho feito e pensar sobre os passos seguintes.
De pesar as decisões tomadas e extrapolar isso em futuro para descobrir em que ponto vou chegar.
É dia de pensar, e mesmo que eu me esqueça amanhã, das decisões tomadas, ainda assim fica a lembrança de que já parei para pensar sobre isso.
O futuro é no próximo segundo e tenho vivido meus segundos como se fossem um só, quando na verdade são distintos mesmo que interligados.
Quero muito, eu realmente preciso continuar a caminhada e para isso é preciso decidir o melhor caminho...
Algum conselho?
beijo, beijo, beijo
Gi.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
manumitir...
Escolho a palavra ao acaso, porque gosto do exercício...
Seu significado parece ler meu desejo de liberdade, meus anseios em voltar a ser.
Manumitir... Dar alforria, libertar...
As paredes ao meu redor se fecham, se encolhe o espaço em que transito.
Me deixei levar, me coloquei silenciosa em uma posição que algumas vezes não posso aguentar.
Sinto-me rebelde e fraca, cansada, mas com vontade de lutar.
Não contra as paredes ao meu redor, mas contra esta minha permanência calada.
Minha rebeldia é contra meu próprio eu que fechou as portas, meu eu que é prisioneiro e carrasco, que tem se cansado de vigiar, se cansado de continuar na mesma posição.
Quando o sol se põe e minhas energias se esgotam encontro-me com os punhos marcados, as paredes brancas ao meu redor trazem as marcas de murros ensanguentados...
Manumitir...
Tem sido minha palavra, mesmo sem eu saber de sua existência...
um beijo, um murro, um grito no escuro
Seu significado parece ler meu desejo de liberdade, meus anseios em voltar a ser.
Manumitir... Dar alforria, libertar...
As paredes ao meu redor se fecham, se encolhe o espaço em que transito.
Me deixei levar, me coloquei silenciosa em uma posição que algumas vezes não posso aguentar.
Sinto-me rebelde e fraca, cansada, mas com vontade de lutar.
Não contra as paredes ao meu redor, mas contra esta minha permanência calada.
Minha rebeldia é contra meu próprio eu que fechou as portas, meu eu que é prisioneiro e carrasco, que tem se cansado de vigiar, se cansado de continuar na mesma posição.
Quando o sol se põe e minhas energias se esgotam encontro-me com os punhos marcados, as paredes brancas ao meu redor trazem as marcas de murros ensanguentados...
Manumitir...
Tem sido minha palavra, mesmo sem eu saber de sua existência...
um beijo, um murro, um grito no escuro
sábado, 28 de maio de 2011
Só porque tenho saudade...
Um e-mail que recebi no início da semana e por falta de tempo ficou sem ler.
Hoje, decidida a colocar tudo em dia, me posto frente ao computador e apenas o endereço já me emociona, o texto confesso, é bonito, mas não tanto quanto a história que existe por trás.
Já falei aqui e repito, morro de saudade das minhas amigas.
Sinto falta das caronas apertadas,
E dos sorrisos...
Saudade de tirar fotografia de qualquer movimento, suspiro ou sorriso,
Hoje, decidida a colocar tudo em dia, me posto frente ao computador e apenas o endereço já me emociona, o texto confesso, é bonito, mas não tanto quanto a história que existe por trás.
Já falei aqui e repito, morro de saudade das minhas amigas.
Sinto falta das caronas apertadas,
E dos sorrisos...
Saudade das viagens para visitas técnicas,
Saudade de quando não queríamos fazer nada, apenas estar
Saudade de tirar fotografia de qualquer movimento, suspiro ou sorriso,
Saudade de fazer os piores trabalhos, nas melhores companhias...
Saudade de ser mais que eu aqui e vocês lá e sermos todas juntas,
Saudade de sentar na cantina ao final da tarde e resolver palavras cruzadas,
De matar aula para assistir o jogo de volei na casa da Déia,
De sentar no fundo do ônibus e rir com cada solavanco,
De almoçar junto e comer sagu de vinho,
De fazer planos para meu vestido de formatura... (rosa, de laço no lado e um girassol imenso... Devo ter tido pesadelos com isso).
Vendo as imagens que guardei da gente, penso que meu coração de alguma forma tinha esta triste certeza de que não estaríamos sempre perto, mas que estando distantes não ficaríamos jamais sozinhas.
Reservo o dia de hoje para me orgulhar de tê-las ao meu lado e sentir saudade de quando dividíamos nossos dias...
Admito que enquanto vocês contavam os dias para que tudo terminasse, eu me preocupava por que não mais as teria por perto...
Saudade amigas, uma puta saudade!
Déia, Jaque e Andy
Minhas amigas que me ensinaram que é possível estar longe, sem se afastar.
domingo, 15 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Sobre uma semana atípica...
Estou elétrica!
Desde o início da semana, sem dinheiro e com uma alegria que não sei de onde vem...
Pode bem ser do trabalho,
Pode ser das coisas que tenho visto,
Pode ser do que espero encontrar...
E admito, minha eletricidade é incômoda, principalmente para quem está por perto...
Eu mesmo me incomodo com ela, porque depois de meses vivendo num limbo criativo parece que floresceu...
Então eu fiz um texto em 30min. e foi aprovado,
Então me empolguei com uma pesquisa pra faculdade e viajei...
Então voltei a escrever o que não escrevia...
Então tive idéias para um clipe...
Então coloquei mais de cinco linhas neste blog...
Estou elétrica e meu único medo é que esta eletricidade toda acabe me queimando...
Hoje é sexta-feira e eu ainda estou elétrica...
beijo, beijo, beijo
Gi.
Desde o início da semana, sem dinheiro e com uma alegria que não sei de onde vem...
Pode bem ser do trabalho,
Pode ser das coisas que tenho visto,
Pode ser do que espero encontrar...
E admito, minha eletricidade é incômoda, principalmente para quem está por perto...
Eu mesmo me incomodo com ela, porque depois de meses vivendo num limbo criativo parece que floresceu...
Então eu fiz um texto em 30min. e foi aprovado,
Então me empolguei com uma pesquisa pra faculdade e viajei...
Então voltei a escrever o que não escrevia...
Então tive idéias para um clipe...
Então coloquei mais de cinco linhas neste blog...
Estou elétrica e meu único medo é que esta eletricidade toda acabe me queimando...
Hoje é sexta-feira e eu ainda estou elétrica...
beijo, beijo, beijo
Gi.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
modificando????
Alguns dizem que mudei, e assumo, tenho mudado...
Mas as vezes, nas mudanças, perdemos quem éramos sem chegar ao que desejamos ser...
Ficamos no limbo transitório tentando descobrir se somos anjos ou demônios, se ainda gostamos de antigos desenhos, se as miniaturas na janela ainda revelam quem somos, se um passeio de bicicleta ao final da tarde é o que desejamos, se realmente gostamos de comida chinesa.
Já disse que a irresponsabilidade me tenta e que as vezes gostaria de ter a coragem de ignorar as expectativas e isso não é apenas uma frase de efeito.
Queria mesmo esquecer todos os "se" e simplesmente fazer, esquecer o que dizem e me deixar ser irresponsável, me deixar levar por um grupo de amigos, comprar passagens para um lugar distante, dar preocupações a quem tem me mantido preocupada e fazer todas as coisas que não tive coragem...
Avaliando friamente?
Acho que não mudei tanto assim...
Mas ainda não desisti...
Um beijo, um caminho, duas doses de veneno.
Gi.
Mas as vezes, nas mudanças, perdemos quem éramos sem chegar ao que desejamos ser...
Ficamos no limbo transitório tentando descobrir se somos anjos ou demônios, se ainda gostamos de antigos desenhos, se as miniaturas na janela ainda revelam quem somos, se um passeio de bicicleta ao final da tarde é o que desejamos, se realmente gostamos de comida chinesa.
Já disse que a irresponsabilidade me tenta e que as vezes gostaria de ter a coragem de ignorar as expectativas e isso não é apenas uma frase de efeito.
Queria mesmo esquecer todos os "se" e simplesmente fazer, esquecer o que dizem e me deixar ser irresponsável, me deixar levar por um grupo de amigos, comprar passagens para um lugar distante, dar preocupações a quem tem me mantido preocupada e fazer todas as coisas que não tive coragem...
Avaliando friamente?
Acho que não mudei tanto assim...
Mas ainda não desisti...
Um beijo, um caminho, duas doses de veneno.
Gi.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Eu abro, fecho e dou as costas.
As palavras me fogem, fica o sentimento de que algo está fora do lugar...
O tempo passa, fica a ausência...
Um olhar,
Um passo,
A distância...
Gi.
As palavras me fogem, fica o sentimento de que algo está fora do lugar...
O tempo passa, fica a ausência...
Um olhar,
Um passo,
A distância...
Gi.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Sobre revelações que já não são novidade... Ou não...
Milhões de coisas que sinto, vejo e desejo, mas não costumo dizer.
Algumas por insegurança, outras porque o tempo passou... Outras ainda, por que já se acabou.
Digo sem problemas que não gosto de sertanejo universitário, funk e pagode, mas não conto o que gosto. Quase não coloco minha música no som alto e as vezes fecho os olhos para melhor ouvir.
Não digo sobre como falo sozinha quando caminho fechada em meus pensamentos.
Não conto a todos sobre alguns títulos que li, nem costumo falar que minha comida preferida é arroz. Sim, arroz temperado, com batatas e qualquer outra coisa que meu pai colocar na panela.
Não costumo dizer sobre os momentos negros (ok, existem excessões), e nunca contei a ninguém sobre como meu 12º aniversário me marcou. Acho que nunca falei sobre aquele dia...
Não costumo dizer que brincava sozinha em boa parte do tempo e que não gostava de ir à escola ainda no ginásio (não sei mesmo o que me fez continuar). Não tenho orgulho de ter pensado em desistir no ensino médio.
Quase não conto que sou covarde, escondo minha covardia entre camadas finas de sarcasmo e ironias.
Brinco sobre meu excesso de peso, mas me incomodo com isso.
Fico calada quando não tenho nada a dizer, me culpo por não ser como minha família gostaria e as vezes penso (erroneamente) que poderia mudar.
Não tenho idéias de porque não gosto de flores. Nada contra sua delicadeza, mas não combina, não com a máscara e carapaça que construi. Não com o que há por fora, não com a expressão que me define.
Sobre cor de rosa? Me lembra a barbie e passei disso a muito tempo. As outras cores? bem, na maioria das vezes, eu gosto delas.
Sou ranzinza, chata e patética, mas existem lá uns poucos loucos que ainda assim gostam de mim.
Amei minha profissão nos dois anos em que a exerci, mas já não sei se um dia voltarei.
Demorei a aprender a ler (comparando com minha irmã mais jovem), mas quando aprendi viciei.
Tinha pavor de arrancar dentes de leite, mas era apaixonada pelos olhos (única parte que eu podia ver com a máscara) de meu dentista (eu tinha cinco anos).
Tive muito medo de perder minha mãe, e mesmo que hoje esteja tudo bem, esse ainda é meu pior pesadelo.
Tenho por meus amigos um amor incondicional, mas sei que eles podem me machucar, sei que eu posso machucá-los...
Gosto do meu trabalho, mas tenho "frios na barriga" mesmo quando está tudo bem.
Respeito as pessoas porque meus pais me ensinaram, a velhice me incomoda, e quando tinha seis anos não existia nada no mundo que eu amasse mais do que ir à chácara com meu pai... Uma pena que isso tenha mudado, gostaria de ainda gostar, mas mudei e hoje passo mais tempo namorando a idéia do que lhe fazendo companhia.
Me acostumei a discutir com minha irmã mais velha, a amo em toda a sua glória. Acredito que seja a mais bela mulher do mundo, mas ainda tenho medo de que seja uma vampira disfarçada. Ela jamais envelhecerá.
Odeio boatos, os odeio assim como odeio preconceitos e me incomoda que meus pais não gostem de tatuagens. Minha tatuagem é a marca de um sonho, a marca da rebeldia, a marca de algo que eu simplesmente tinha que fazer, e quer saber? Existe outra em meus planos...
Me apaixono facilmente pela inteligência, por sorrisos e olhos pequenos. A superficialidade me faz deixar de gostar com a mesma facilidade.
Entre todas as pessoas no mundo, amo conversar com meu tio, entre todas as casas do mundo é o sobrado da tia Jô o mais aconchegante, entre muitos abraços: minha mãe, meu pai, minhas irmãs, minha tia, meu tio, meu irmão de coração.
O mais belo sorriso tímido pertence a minha afilhada que é tão bela quanto o apelido, o mais belo sorriso malandro ao garoto que atende sobre a alcunha de Guto.
Amo os livros de Marc Levy, Meg Cabot e Sarah Manson. Gosto de Dan Brown, e adoro história com espadas e dragões da mesma forma como amo poesia.
Passo boa parte do tempo presa em um mundo de fantasia em que tudo é possível. Adorava os filmes com a Lidsay Lohan e ainda escuto as músicas (opa, falei!), 007 era melhor com o Sean Connery (não contem a minha mãe) Roberto Carlos até é rei, Xuxa será sempre rainha (não me incomoda o que tnha sido antes), mas Pelé me deixa em dúvida. No esporte fui fã de Branca e Magic Paula, mas hoje não sei o que é feito delas. Babo pelos ombros do Will Smith (e todo o resto também), adoro fotografia PB, vejo poesia onde ninguém vê.
Tenho medo de bebês, mesmo que muitos acreditem que é brincadeira. Eles babam, choram e conseguem tirar meu coração do lugar de desespero por não poder ajudá-los.
Fiquei assumidamente nervosa ao andar de avião.
Não revelei nem metade, mas sinto-me bem mais leve agora.
beijo, beijo, beijo...
Gi.
Algumas por insegurança, outras porque o tempo passou... Outras ainda, por que já se acabou.
Digo sem problemas que não gosto de sertanejo universitário, funk e pagode, mas não conto o que gosto. Quase não coloco minha música no som alto e as vezes fecho os olhos para melhor ouvir.
Não digo sobre como falo sozinha quando caminho fechada em meus pensamentos.
Não conto a todos sobre alguns títulos que li, nem costumo falar que minha comida preferida é arroz. Sim, arroz temperado, com batatas e qualquer outra coisa que meu pai colocar na panela.
Não costumo dizer sobre os momentos negros (ok, existem excessões), e nunca contei a ninguém sobre como meu 12º aniversário me marcou. Acho que nunca falei sobre aquele dia...
Não costumo dizer que brincava sozinha em boa parte do tempo e que não gostava de ir à escola ainda no ginásio (não sei mesmo o que me fez continuar). Não tenho orgulho de ter pensado em desistir no ensino médio.
Quase não conto que sou covarde, escondo minha covardia entre camadas finas de sarcasmo e ironias.
Brinco sobre meu excesso de peso, mas me incomodo com isso.
Fico calada quando não tenho nada a dizer, me culpo por não ser como minha família gostaria e as vezes penso (erroneamente) que poderia mudar.
Não tenho idéias de porque não gosto de flores. Nada contra sua delicadeza, mas não combina, não com a máscara e carapaça que construi. Não com o que há por fora, não com a expressão que me define.
Sobre cor de rosa? Me lembra a barbie e passei disso a muito tempo. As outras cores? bem, na maioria das vezes, eu gosto delas.
Sou ranzinza, chata e patética, mas existem lá uns poucos loucos que ainda assim gostam de mim.
Amei minha profissão nos dois anos em que a exerci, mas já não sei se um dia voltarei.
Demorei a aprender a ler (comparando com minha irmã mais jovem), mas quando aprendi viciei.
Tinha pavor de arrancar dentes de leite, mas era apaixonada pelos olhos (única parte que eu podia ver com a máscara) de meu dentista (eu tinha cinco anos).
Tive muito medo de perder minha mãe, e mesmo que hoje esteja tudo bem, esse ainda é meu pior pesadelo.
Tenho por meus amigos um amor incondicional, mas sei que eles podem me machucar, sei que eu posso machucá-los...
Gosto do meu trabalho, mas tenho "frios na barriga" mesmo quando está tudo bem.
Respeito as pessoas porque meus pais me ensinaram, a velhice me incomoda, e quando tinha seis anos não existia nada no mundo que eu amasse mais do que ir à chácara com meu pai... Uma pena que isso tenha mudado, gostaria de ainda gostar, mas mudei e hoje passo mais tempo namorando a idéia do que lhe fazendo companhia.
Me acostumei a discutir com minha irmã mais velha, a amo em toda a sua glória. Acredito que seja a mais bela mulher do mundo, mas ainda tenho medo de que seja uma vampira disfarçada. Ela jamais envelhecerá.
Odeio boatos, os odeio assim como odeio preconceitos e me incomoda que meus pais não gostem de tatuagens. Minha tatuagem é a marca de um sonho, a marca da rebeldia, a marca de algo que eu simplesmente tinha que fazer, e quer saber? Existe outra em meus planos...
Me apaixono facilmente pela inteligência, por sorrisos e olhos pequenos. A superficialidade me faz deixar de gostar com a mesma facilidade.
Entre todas as pessoas no mundo, amo conversar com meu tio, entre todas as casas do mundo é o sobrado da tia Jô o mais aconchegante, entre muitos abraços: minha mãe, meu pai, minhas irmãs, minha tia, meu tio, meu irmão de coração.
O mais belo sorriso tímido pertence a minha afilhada que é tão bela quanto o apelido, o mais belo sorriso malandro ao garoto que atende sobre a alcunha de Guto.
Amo os livros de Marc Levy, Meg Cabot e Sarah Manson. Gosto de Dan Brown, e adoro história com espadas e dragões da mesma forma como amo poesia.
Passo boa parte do tempo presa em um mundo de fantasia em que tudo é possível. Adorava os filmes com a Lidsay Lohan e ainda escuto as músicas (opa, falei!), 007 era melhor com o Sean Connery (não contem a minha mãe) Roberto Carlos até é rei, Xuxa será sempre rainha (não me incomoda o que tnha sido antes), mas Pelé me deixa em dúvida. No esporte fui fã de Branca e Magic Paula, mas hoje não sei o que é feito delas. Babo pelos ombros do Will Smith (e todo o resto também), adoro fotografia PB, vejo poesia onde ninguém vê.
Tenho medo de bebês, mesmo que muitos acreditem que é brincadeira. Eles babam, choram e conseguem tirar meu coração do lugar de desespero por não poder ajudá-los.
Fiquei assumidamente nervosa ao andar de avião.
Não revelei nem metade, mas sinto-me bem mais leve agora.
beijo, beijo, beijo...
Gi.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sobre se descobrir...
Eu fazia contas.
Ainda pequena faltando-me dentes, eu fazia contas.
Quando todos contavam, os números me rodeavam e eu, fazia contas.
Fiz contas na faculdade, mudei de curso e continuei a fazê-las.
Fazia contas quando caminhava e a tabuada de quatro era a que mais gostava.
4,8,12,16,20,24,28,32,36,40... 4,4,4,4,4.... Nao sei, so fazia contas...
Depois vieram as porcentagens e ainda com a cabeça nos números, eu fazia contas...
É, eu fazia contas...
Já não faço mais...
Engraçado como o mundo da voltas e nos leva a lugares que não imaginamos, contra tudo o que eu pensava, contra o que eu acreditava ser capaz, descobri que sim, eu gosto de fazer contas, mas não como antes. Faço contas das páginas que escrevi, contabilizo os textos que foram publicados por ai, calculo a quantidade de imagens que vou fazer antes de chegar ao que eu queria. Minha vida mudou e eu mudei com ela. Acredito em coisas que não acreditava e sou feliz fazendo o que jamais imaginei fazer, ou quem sabe, tenha me acompanhado silenciosamente desde que ganhei a câmera compacta aos treze anos. Os treze anos em que também encuquei em escrever um livro. Hoje vejo que não quero mais fazer contas, que o 4 e só mais um número, e que sou muito mais feliz.
Difícil é calcular o que me pedem, e ser feliz no frio mundo dos números. Quero as palavras, quentes... cálidas. Palavras que traduzem pensamentos, contam histórias e nos levam a viajar.
Eu fazia contas...
beijo, beijo, beijo
Gi.
Ainda pequena faltando-me dentes, eu fazia contas.
Quando todos contavam, os números me rodeavam e eu, fazia contas.
Fiz contas na faculdade, mudei de curso e continuei a fazê-las.
Fazia contas quando caminhava e a tabuada de quatro era a que mais gostava.
4,8,12,16,20,24,28,32,36,40... 4,4,4,4,4.... Nao sei, so fazia contas...
Depois vieram as porcentagens e ainda com a cabeça nos números, eu fazia contas...
É, eu fazia contas...
Já não faço mais...
Engraçado como o mundo da voltas e nos leva a lugares que não imaginamos, contra tudo o que eu pensava, contra o que eu acreditava ser capaz, descobri que sim, eu gosto de fazer contas, mas não como antes. Faço contas das páginas que escrevi, contabilizo os textos que foram publicados por ai, calculo a quantidade de imagens que vou fazer antes de chegar ao que eu queria. Minha vida mudou e eu mudei com ela. Acredito em coisas que não acreditava e sou feliz fazendo o que jamais imaginei fazer, ou quem sabe, tenha me acompanhado silenciosamente desde que ganhei a câmera compacta aos treze anos. Os treze anos em que também encuquei em escrever um livro. Hoje vejo que não quero mais fazer contas, que o 4 e só mais um número, e que sou muito mais feliz.
Difícil é calcular o que me pedem, e ser feliz no frio mundo dos números. Quero as palavras, quentes... cálidas. Palavras que traduzem pensamentos, contam histórias e nos levam a viajar.
Eu fazia contas...
beijo, beijo, beijo
Gi.
Vista da sacada |
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Sobre o que ficou no passado...
É engraçado como sempre penso que deixei no passado, mas as lembranças vivem a me seguir. Um uniforme azul do outro lado da rua, as palavras que foram repetidas entusiasmadamente, o símbolo tatuado em quem não perdeu o amor. Estopins em uma mente cheia de lembranças, trazem a tona histórias que eu pensava já ter esquecido. Com as lembranças vem a vontade de voltar, de aventurar-me com amigos que se tornaram irmãos e que agora, assim como eu, já não estão lá.
A vida levou cada um de nós a um lugar diferente, separou-nos, tirou de nós o que nos fazia invencíveis e assustadoramente imprevissíveis. Como era bom sentar ao redor do fogo, o fogo que poderia ser nosso único símbolo pois em sua presença éramos mais fortes, seguros e inegavelmente, mais irmãos.
Ao lado destes imãos vivi grandes aventuras, ao lado deles me emocionei, ao lado deles me deixei fraquejar.
Não foi apenas o tempo que nos levou, foram também as palavras, a vida demasiada cheia, vivida em um dose grande demais para nossos lábios. Nos apaixonamos, brigamos, nos separamos e voltamos a nos encontrar. Algumas pessoas que me foram caras hoje já nem lembram mais de mim, outras parecem manter aquele olhar que tinham em uma época em que eu sabia o que dizer e como fazê-lo.
Lembro de brigar por minha tropa, dos que ficaram ao meu lado quando o punhal veio de um lugar inesperado, da cicatriz que ainda queima...
Tantas, tantas histórias... Elas parecem jamais se apagar, saídas de um passado próximo, assombrando-me em um sábado solitário...
Queria uma história de Delta para o que sinto agora...
Beijo, beijo, beijo...
Em especial aqueles amigos que jamais me deixaram sozinha.
A vida levou cada um de nós a um lugar diferente, separou-nos, tirou de nós o que nos fazia invencíveis e assustadoramente imprevissíveis. Como era bom sentar ao redor do fogo, o fogo que poderia ser nosso único símbolo pois em sua presença éramos mais fortes, seguros e inegavelmente, mais irmãos.
Ao lado destes imãos vivi grandes aventuras, ao lado deles me emocionei, ao lado deles me deixei fraquejar.
Não foi apenas o tempo que nos levou, foram também as palavras, a vida demasiada cheia, vivida em um dose grande demais para nossos lábios. Nos apaixonamos, brigamos, nos separamos e voltamos a nos encontrar. Algumas pessoas que me foram caras hoje já nem lembram mais de mim, outras parecem manter aquele olhar que tinham em uma época em que eu sabia o que dizer e como fazê-lo.
Lembro de brigar por minha tropa, dos que ficaram ao meu lado quando o punhal veio de um lugar inesperado, da cicatriz que ainda queima...
Tantas, tantas histórias... Elas parecem jamais se apagar, saídas de um passado próximo, assombrando-me em um sábado solitário...
Queria uma história de Delta para o que sinto agora...
Beijo, beijo, beijo...
Em especial aqueles amigos que jamais me deixaram sozinha.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
O último ano da década (parte 1)
Há exatamente uma semana, uma amiga brincou que eu estava entrando no último ano da minha década de vinte. A verdade é que meu aniversário chegou novamente e eu agora bato à porta dos trinta, sem saber exatamente o que fiz até aqui e não fazendo idéia do que fazer, partindo desta data.
Se para alguns parece que já fiz o suficiente para uma vida, tenho para mim, que ainda nem comecei.
Ok, eu escrevi um livro... E sim, eu me formei engenheira... É você está certo, estou cursando uma nova faculdade...
Mas existe um ponto em que minha vida deixa de ser marcada pelos acertos e destacam-se meus erros.
Não gosto muito de pensar no "e se" e "poderia". Mas eles aparecem e geralmente não trazem boas notícias. É porque vemos como melhor o que é apenas diferente e não nos acostumamos de outra forma.
Não posso dizer que as escolhas tenham sido sempre minhas, mas as que realmente mudam os caminhos, bem estas foram. E se em um momento tenho a certeza de andar por paragens seguras, em outros circundo um precipício com meus all star surrados (correção: All Star novos pintados pela tia Jô) e minha falta de coordenação motora.
São quase trinta anos, de aventuras e caminhos traçados com giz colorido, para que a água da chuva seja capaz de lavar. São quase trinta anos que escorreram por meus dedos enquanto eu me distraia com jogos, esportes e outras coisas que as crinaças costumam gostar.
Eu cai no último ano desta década, mas tenho a triste consciência de não fazer idéia de onde foi colocado os outros 90% dela...
Quem sabe seja a hora de modificar a história que já escrevi uma centena de vezes...
beijo, beijo, beijo
Gi.
Se para alguns parece que já fiz o suficiente para uma vida, tenho para mim, que ainda nem comecei.
Ok, eu escrevi um livro... E sim, eu me formei engenheira... É você está certo, estou cursando uma nova faculdade...
Mas existe um ponto em que minha vida deixa de ser marcada pelos acertos e destacam-se meus erros.
Não gosto muito de pensar no "e se" e "poderia". Mas eles aparecem e geralmente não trazem boas notícias. É porque vemos como melhor o que é apenas diferente e não nos acostumamos de outra forma.
Não posso dizer que as escolhas tenham sido sempre minhas, mas as que realmente mudam os caminhos, bem estas foram. E se em um momento tenho a certeza de andar por paragens seguras, em outros circundo um precipício com meus all star surrados (correção: All Star novos pintados pela tia Jô) e minha falta de coordenação motora.
São quase trinta anos, de aventuras e caminhos traçados com giz colorido, para que a água da chuva seja capaz de lavar. São quase trinta anos que escorreram por meus dedos enquanto eu me distraia com jogos, esportes e outras coisas que as crinaças costumam gostar.
Eu cai no último ano desta década, mas tenho a triste consciência de não fazer idéia de onde foi colocado os outros 90% dela...
Quem sabe seja a hora de modificar a história que já escrevi uma centena de vezes...
beijo, beijo, beijo
Gi.
sábado, 9 de outubro de 2010
saudade...
Queria escrever sobre um livro, uma música ou um CD. Queria escrever sobre qualquer coisa que estivesse ao lado, mas não dentro de mim. Escrever sobre banalidades como o clima o trânsito ou futebol. Só não queria escrever sobre o que se passa por aqui...
Estou cansada dos julgamentos, cansada mesmo, acredite. Não é da boca para fora.
Em minha boca os palavrões dançam, e as vezes me esforço em não deixá-los escapar...
Mas quer saber? Antes fora que lá dentro - Penso então com um dar de ombros mau-educado antes de deixá-los sair...
Merda, Droga, Ca... (bem este é feio demais para deixá-lo escrito por aqui)...
E em um sábado à tarde depois de devorar um sanduíche sozinha e deixar de lado o trabalho que deveria estar fazendo só posso pensar na saudade que tenho e na falta que me fazem os sorrisos que estão distantes...
Jaque, Déia, Marília e Moniquinha...
Saudade hoje dói.
Estou cansada dos julgamentos, cansada mesmo, acredite. Não é da boca para fora.
Em minha boca os palavrões dançam, e as vezes me esforço em não deixá-los escapar...
Mas quer saber? Antes fora que lá dentro - Penso então com um dar de ombros mau-educado antes de deixá-los sair...
Merda, Droga, Ca... (bem este é feio demais para deixá-lo escrito por aqui)...
E em um sábado à tarde depois de devorar um sanduíche sozinha e deixar de lado o trabalho que deveria estar fazendo só posso pensar na saudade que tenho e na falta que me fazem os sorrisos que estão distantes...
Jaque, Déia, Marília e Moniquinha...
Saudade hoje dói.
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