terça-feira, 28 de julho de 2009

FLIP

OK, já passou um bom tempo...
Eu sei.
Mas ainda não cheguei em casa e tô aproveitando as férias...
Sabe como é, amigos para visitar,
1000 coisas por fazer...
Quanto a FLIP?
Adianto que foi muito legal, mas deixo as novidades para quando eu estiver em casa...

beijo, beijo, beijo...

terça-feira, 30 de junho de 2009

Caminhos...

Uma vez com o sol às costas a estrada estendendo-se a sua frente ele encarou a realidade.
Não voltaria atrás, não se deixaria perder.
A opções são sempre infinitas, os caminhos se multiplicam ao seu redor.
Você pode retroceder, pode trocar de caminho, pode tentar não lembrar.
Mas passado, presente e futuro são escritos com a mesma caneta e é a sua mão que irá guiá-la.

beijo, beijo, beijo.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Amor calado?

Nas longas tranças da noite;
Nos braços da estrela guia,
Queria um sopro gelado,
Queria tu mão fria.

As costas nuas na chuva
Cabelos vibrando ao vento
Não mais que um amor calado
Nem menos que um só momento.

Os passos largos e firmes
São tristes os pensamentos
Já não vejo o tempo passado
Já não fujo do meu tormento.

sábado, 20 de junho de 2009

Sou Coração

E cada flor com o seu perfume
Cada nota de uma canção
São só palavras, só tapumes
Para esconder-me o coração.

E cada abraço é só um elo
Um cadeado na escuridão
Uma conquista, um bom caminho
A iluminar minha solidão

E neste jogo de pensamentos
A caneta rápido a escrever
Poderiam ser apenas sonetos
Mas são lamúrias de um triste ser

Um ser errante que chora e pensa
A caminhar, fazer seu caminho.
Um ser errante que chora e pensa
A misturar-se ainda sozinho.

Não sou mais pó nem mais areia
A luz do sol eu também não vejo
Queria ter a palavra, a veia
O meu caminho eu faço, elejo.

E nesta busca de boas respostas
Em meio a toda a minha confusão
Queria ser só uma aposta
Perdia a chance, sou coração.

Apenas um poeminha...

beijo, beijo, beijo...
gi.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Mais uma vez: FLIP

Eu estava lendo um post antigo. A primeira vez que manifestei aqui, minha vontade de ir à Flip.
Já naquele primeiro post, demonstrei minha empolgação com a idéia (que só podia ter vindo da Pauli), e minha tia (mais querida do mundo), manifestou também sua vontade de embarcar conosco nesta aventura literária.
Agora as passagens aéreas estão compradas, a vaga em uma pousada garantida, e por pouco não digo que as malas estão prontas, o ingresso para o show de abertura bem guardados com minha supertia... O que eu faria sem ela?
Por hora, o que faço é aguardar (anciosamente) para que o primeiro dia do próximo mês se aproxime e nos leve a esta festa cultural que no mínimo, nos dará boas histórias a serem contadas.

beijo, beijo, beijo
Gi

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Chance à vida

eram quase 2h, a madrugada fria gelava os ossos, o vento cortava seu rosto pálido.
Mais alguns passos. Trôpegos, gelados, silenciosos.
Aproximou sua mão fria dos longos cabelos castanhos e com um gesto distraído prendeu-os sobre a orelha.
A bruma da madrugada encobria quase toso o cenário.
Perto do local marcado, sentou-se em um banco gelado tirando espelho e batom da bolsa. Retocou a maquiagem com cuidado. Levantou-se.
Em algum lugar distante uma coruja piou arrepiando sua espinha.
Deu mais alguns passos e ajoelhou-se na grama úmida.
A rosa amarela foi colocada sobre a lápide de mármore escuro. O silêncio marcou o encontro como nos anos anteriores.
Ao se levantar, ela sorriu um pequeno e triste sorriso.
Não haviam se conhecido, mas eram ligados pela vida.
Na lápide a data de falecimento marcava também o aniversário, quando ele deixou sua vida e deu novo horizonte a dela.

DÊ UMA CHANCE À VIDA
SEJA UM DOADOR.

beijo, beijo, beijo.

domingo, 14 de junho de 2009

Ainda...

Ainda penso no sol...
Deito na grama e deixo que seus raios banhem meu rosto,
Abro a janela pela manhã e sorrio como se ainda pudesse tocá-lo.
Minha existência na terra tem sido diferente, reveladora, mas ele está sempre lá.
Seu calor me lembra do que deixei, me faz pensar no que ainda vou viver aqui.
Amo cada dia, adoro cada segundo.
A vida é bela sim, e sobre a felicidade?
Eu sei, ela existe!

beijo, beijo, beijo
Falar sobre o frio?
- Fala sério! Amei passar frio na minha terra!
Sobre os amigos?
- Não vi todos, mas os que vi abracei forte!
Sobre a apresentação de dança do Raio de Sol?
- Amei cada minuto, MIB arrasou!
Sobre meus pais?
- Não tenho palavra, não existe termo, não inventaram uma forma de defini-los.
Amo cada gesto, cada sorriso, cada abraço.
Minha mãe é incomparável, o amor que sinto é indescrítivel.
Meu pai tem sido a cada dia melhor e o relacionamento que hoje estamos tendo é nossa maior conquista.
Vejo a maneira como cuidam um do outro e me orgulho.
Meus pais são apoio e carinho, são firmes e seguros.
Meus pais, acredite, são grandes demais para caber por inteiro neste humilde texto.

beijo, beijo, beijo.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Eu P...

Fico P... quando paro para pensar e percebo o quanto estou perdendo meu tempo.
E quer saber? Foi minha escolha.
Eu poderia estar lá, desfrutando de meu emprego e meu salário, dando ouvidos ao que diziam sobre meu livro e curtindo minha pequena fama na cidade onde eu nasci.
Mas desintoxicação não é brinquedo, não dá para esquer a bebida quando todos a sua volta bebem o melhor vinho, e eu vim pra cá.
Se perguntar do que eu falo, vou responder que esqueça. Esta é minha maneira de resolver as coisas: pra baixo do tapete e não incomoda, tem alguém tentando ser feliz aqui.
Quer saber se me arrependo?
De forma alguma, minha vida tem sido boa desde que não me senti mais sozinha e estou fazendo o que gosto, perto de uma das pessoas que mais amo (sinceramente? eu seria pouca coisa sem ela).
Então, fazer o quê se por aqui nem imaginam que eu escrevo, ou tão nem aí pro meu livro?
Uma hora, volto pra casa, e quem sabe esta aventura toda, não de a luz ao best seller que ainda não escrevi?

beijo, beijo, beijo.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Eu dentro de mim...

Dentro de mim tem outro eu escondido;
Meu outro eu não se parece comigo, ela apenas aparece vez ou outra.
Meu outro eu já sofreu por amor enquanto eu mesma sorria de uma piada qualquer.
Meu outro eu chutou o pau da barraca quando viu que eu já estava cansada.
Meu outro eu tem momentos para ler poesia.
Ela escuta música com atenção e consegue fazer com que meus pés parem quietos.
Meu outro eu se esconde dentro de mim, e sorri da minha falta de jeito, da minha eterna meninice meu jeito meio autista de ser.
Meu outro eu se esconde para que eu continue sorrindo, fazendo de conta que seus atos, suas paixões e seu descontrole não me alcançam, que seu sentimentalismo não fazem parte de mim.
Meu outro se engana, ela as vezes engana a mim mesma.
Então apenas pelo hábito de ser eu mesma e não outro eu,
Eu sigo em frente sorrindo, brincando de lego e lendo gibis sempre que posso.
Porque meu outro eu não sabe, mas aqui dentro de mim, dois eus se misturam e fazem de mim apenas Eu.

beijo, beijo, beijo...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Aquele velho sentimento...

Todas as vezes que fechava os olhos,
Todos os sonhos que agora lembrava.
A presença inconsiente e constante,
O sorriso de dentes perfeitamente brancos,
Os olhos negros com um brilho especial.
Não, ele não era belo e ela o sabia.
Divertido, sem chegar a tornar-se engraçado.
Diferente de todos que ela já conhecera.
As sensações eram conhecidas, mesmo ela tendo tentado esquecê-las.
Já não sabia mais sobre os jogos,
Imaginava que não voltaria a jogá-los.
Sabia sobre o final da história,
Só não queria vivê-la novamente.
Olhos,
Sorrisos,
Sentimentos...
Não era a hora de sentir-se assim...

beijo, beijo, beijo.

sábado, 30 de maio de 2009

Preconceito X Falta de Educação

Disputa difícil, e acredito que as duas coisinhas ai de cima estão tão amarradinhas que fica impossível saber qual é a pior.
Ontem foi o dia de presenciá-las e fiquei bastante triste ao perceber que em ambiente universitário (que dizem ser frequentado por pessoas inteligentes), sejam tão gritantes.
O lance do preconceito (aluno para colega), foi de embrulhar o estômago e eu ainda estava sob este efeito quando a falta de educação começou a gritar. Bem no meu ouvido!
Tá legal, a pressão em congressos é grande, entendemos que a senhora esteja atrasada, mas não desconta em mim não valeu? Tava aqui só para ajudar...
Não adianta, acha que ela parou para me ouvir? Que nada, nem tive a chance de começar... Fiquei lá com a maior cara de taxo vendo a mulher entrar como um furacão na sala de aula, depois bater a porta na minha cara e de mais um outro professor que só queria uma informação. Quando voltei a falar com ela, com o sapo ainda pulando na minha garganta (é dose ser bem educado, mas a gente tenta), foi para ouvir de uma maneira bem "sutil" que eu deveria fazer com que as pessoas do corresdor ficassem caladas...
Eu até tentei, mas fazer o quê? São alunos estão ali para aprender, e quer saber de uma coisa? Culpa sua ser tão boa professora, não seriam meus protestos que eliminariam toda a boa educação que eles lhe devem...

Sem beijos hoje valeu? O sapo ainda tá incomodando...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Peter Pan

Acabei de ler agora!!!
Amei cada palavra, devorei cada aventura!!!
Este menino-homem que nunca cresce,
Que esquece do tempo e portanto não o vê passar...
As aventuras de um garoto sem idade que sobrevoa os mares com seu sorriso de dentinhos de leite e seu olhar de menino travesso.
Li cada palavra com o mesmo carinho com que se olha uma criança arteira e cativante.
Que delícia!!!
J.M. Barrie deu vida a mais famosa de todas as histórias, sendo ela atemporal e apaixonante!
Ia deixar estas palavras para um outro momento, mas estou deslumbrada!!!
Nas horas que passei com o livro em mãos voltei a ser criança (o que confesso, não tenho dificuldades em fazer), e me deixei sonhar com a terra do nunca, seus perigos, suas belezas e as maravilhosas aventuras...

Dedal, dedal, dedal...

O Homem da Máscara de Ferro

Quem dera todas as amizades fossem como a do gentil D'artagnan e seus amigos Mosqueteiros...
Alexandre Dumas, um gênio de criatividade incomparável e palavras perfeitamente escritas. A semana que passei em que passei em sua companhia foi uma aventura prazerosa, mas confesso ter me sentido triste inúmeras vezes, em saber os detinos de tão nobres heróis.

"Dos quatro valentes cuja história contamos, só restou um corpo; as almas Deus retomou"

Ainda desejo ler o último episódio desta história tão lindamente elaborada, chegar ao verdadeiro final de uma das mais apaixonantes obras literárias que já tive em mãos.

beijo, beijo, beijo...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Saudade

Saudade?
Quem dera fosse apenas palavra;
Que eu surda, não pudesse ouvir...
E também ela poderia ser apenas cantiga;
Que meus lábios vedados não pudessem proferir...
Poderia sim ser apenas um jogo;
O nome de um esporte qualquer...
Tinha mesmo que saudade ser sentimento?
Sentimento de oco, vazio, perdido?
Saudade de quem espera,
Saudade de quem tenta regressar,
Saudade de quem não mais irá voltar...
Saudade é a marca deixada,
Saudade é ferida que o tempo não cura,
Saudade de amigo,
Saudade de amor...
Quem dera saudade não existisse;
Mas como então definir a falta?
A saudade do que já passou?
Não importa o nome...
Se saudade se chamasse alegria...
Ainda assim em meu peito, ela doeria...

beijo, beijo, beijo...
saudade...