Se eu tivesse a coragem que gosto de aparentar,
Se bem lá no fundo não tivesse consciência de minha covardia,
Se por tantas vezes não me sentisse uma farsa.
Mas quando o olho o céu sem nuvens,
O sol a brilhar insistentemente,
O dia insuportavelmente quente.
Me acovardo, e retraio,
Esqueço o que vim buscar,
Meu coração se aperta e todos os planos virão borrões.
Quem sabe uma nova vida não esteja no novo lugar,
Mas na coragem de mudar o que existe dentro de si.
Logo coragem que não é a minha palavra...
beijo, beijo, beijo...
Gi.